Mato Grosso

Bombeiros resgatam homem que ficou preso em caixa d’água a 15 metros de altura

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na madrugada deste sábado (07.09), um homem de 32 anos que ficou preso em uma caixa d’água tipo taça, a cerca de 15 metros de altura, em um sítio em Chapada dos Guimarães (a 66,5 km de Cuiabá).

De acordo com testemunhas, a vítima estava realizando a pintura interna da caixa d’água quando inalou os vapores da tinta e ficou desorientado. Seus familiares, ao notarem sua ausência, foram ao local e conseguiram retirá-lo, mas não conseguiram descer com o homem devido à desorientação provocada pela inalação.

Equipes de bombeiros militares, que estavam em ação para combater um incêndio em área de vegetação na região, foram informadas sobre a situação e se deslocaram para o local.

Para fazer o resgate, a equipe improvisou uma amarração utilizando cordas disponíveis e materiais de alpinismo fornecidos pelo proprietário de uma pousada nas proximidades. Também foram utilizados freios, mosquetões e outros equipamentos para garantir a segurança do homem durante a descida.

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Uma escada de dois lances foi ancorada na caixa-d’água, e um dos bombeiros subiu e fez uma amarração de segurança para içar a vítima. Durante o processo de descida, os bombeiros incentivaram o homem a se comunicar e se orientar. No entanto, a vítima não conseguia falar e acabou desmaiando.

A equipe desceu pelo cabo de segurança e içou o homem até o solo. Após a liberação da amarração, ele foi entregue aos cuidados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Chapada dos Guimarães, que prestou os devidos cuidados à vítima.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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