Mato Grosso

Governo de MT propõe integração da Empaer com as prefeituras para fortalecer empreendedorismo no campo

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O vice-governador Otaviano Pivetta propôs a criação de uma rede de apoio técnico para empreendedores do campo, com o objetivo de integrar a Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural) às secretarias municipais de Desenvolvimento Rural. A proposta foi apresentada durante reunião com prefeitos e lideranças políticas, realizada nesta quinta-feira (07.11) no Salão Garcia Neto, no Palácio Paiaguás.

A iniciativa busca garantir que os gestores municipais, mais próximos dos produtores rurais, possam coordenar as ações de assistência técnica e direcionar recursos de maneira mais eficiente, de acordo com as necessidades locais.

“Os prefeitos são os gestores mais próximos dos agricultores e têm o melhor entendimento das necessidades específicas de suas regiões. A integração da Empaer com as prefeituras facilitará a implementação de ações mais rápidas e adequadas para os empreendedores do campo”, afirmou Otaviano Pivetta.

O prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, ressaltou a importância de adaptar a assistência técnica às vocações regionais para garantir resultados concretos. “A assistência técnica precisa realmente ser mais próxima da realidade local para gerar resultados efetivos. Só assim conseguiremos transformar o potencial agrícola em resultados concretos para a nossa população”, destacou o prefeito.

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A reunião também discutiu temas como planejamento de investimentos para 2025, modernização da infraestrutura para escoamento da produção, aquisição de novos equipamentos, fomento às cadeias produtivas locais e melhoria na capacitação e comercialização dos produtos.

O encontro contou com a presença da secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, do diretor-presidente da Empaer, Suelme Evangelista, e dos deputados estaduais Dilmar Dal Bosco, Beto Dois a Um, Juca do Guaraná, Valmir Moretto, Hugo Garcia, Dr. Eugênio, Chico Guarnieri, Julio Campos e Dr. João, além da presidente da Desenvolve MT, Mayran Beckman Benício, e os prefeitos eleitos José Domingos (Nobres) e Pablo Bortolas (Santa Carmem) e o prefeito de Tangará da Serra, Vander Manson.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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