Mato Grosso

Seciteci divulga resultado final de aprovados em seletivo para 640 vagas em cursos técnicos

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) divulgou a lista final dos aprovados no processo seletivo para os cursos técnicos gratuitos, noturnos e presenciais. Clique aqui para acessar as listagens divididas por município.

Ao todo, 2.844 pessoas se inscreveram no processo seletivo, sendo que 640 estudantes foram selecionados para formar as 16 turmas distribuídas em 12 municípios de Mato Grosso: Alto Araguaia, Barra do Garças, Colniza, Campos de Júlio, Confresa, Querência, Santa Terezinha, Juruena, Santo Antônio de Leverger, Nortelândia, Nova Mutum e Sapezal.

“Essa é uma oportunidade para jovens e adultos que trabalham durante o dia e querem se capacitar para melhorar as condições de emprego e renda”, afirma o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec.

A seleção e classificação dos candidatos foi feita por meio de um sorteio público realizado na semana passada. A transmissão na íntegra está disponível no canal da Seciteci no Youtube – acesse aqui.

Os aprovados agora devem comparecer, de forma presencial, até o dia 28 de fevereiro, para realizar a matrícula nos locais indicados no site da Seciteci. Para conferir mais informações sobre a matrícula e os locais indicados, clique aqui.

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As capacitações ofertadas são Administração, Agricultura, Agronegócio, Enfermagem, Meio Ambiente, Saúde Bucal e Segurança do Trabalho. Todas terão carga horária variando de 800 horas (12 meses) a 1.600 horas (24 meses).

Após a validação das matrículas, os estudantes devem esperar o início das aulas, previstas para 10 de março. Os candidatos classificados ainda poderão ser chamados para integrar as turmas. Para tirar dúvidas, confira o edital completo (clique aqui), ou entre em contato pelo WhatsApp (65) 99980-5061, disponível das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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