Mato Grosso

Sema apresenta experiência de MT no manejo integrado do fogo em seminário internacional

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O Plano de Ação de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais de Mato Grosso foi apresentado, nesta quarta-feira (2.4) no Seminário Internacional de Manejo Integrado do Fogo no Pantanal, realizado em Campo Grande (MS). A palestra foi ministrada pelo secretário executivo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Alex Marega. O evento termina nesta sexta-feira (4).

Durante a palestra, o secretário executivo da Sema destacou que o governo do Estado de Mato Grosso ampliou em 68% o montante de recursos destinados à execução do plano, se comparado ao ano passado, quando foram destinados R$ 74 milhões. Enfatizou que os investimentos anuais saltaram de R$ 32 milhões, no ano de 2020, para R$ 125 milhões em 2025.

Marega explicou ainda que as linhas de ação contemplam medidas voltadas à gestão, monitoramento, responsabilização, fiscalização, prevenção e combate, proteção da fauna e comunicação. Adiantou que este ano seis aeronaves estarão trabalhando no combate ao fogo.

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“Teremos ainda a realização de aceiros pela Secretaria de Estado de Infraestrutura nos três municípios que têm o maior risco de incêndios no Pantanal. Entre prevenção e combate ao fogo, foram reservados quase R$ 70 milhões”, afirmou o secretário executivo da Sema.

A programação do Seminário Internacional de Manejo Integrado do Fogo no Pantanal contemplou também discussões sobre a importância da integração do conhecimento ecológico no manejo integrado do fogo, responsabilização e planos de prevenção, entre outros temas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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