Turismo
Nacionalidade dos Papas: qual país teve mais pontífices?
Publicado
26 de abril de 2025, 07:29

A Igreja Católica Apostólica Romana tem 1 bilhão e 390 milhões de batizados ao redor de todo o planeta, segundo o Vatican News . Ao mesmo tempo, o catolicismo mantém alinhada às raízes européias — ainda que a religião ultrapasse as fronteiras.
E isso vai muito além da nomenclatura, que leva o nome da capital da Itália no nome. Outro indicativo é a nacionalidade dos líderes. O argentino Papa Francisco, que morreu na última segunda-feira (21), é o primeiro da América Latina.
A exceção americana é acompanhada pelo resto do mundo, com exceção da Europa. Desde a morte de Gregório 3º, nascido na Síria no ano de 741, todos os papas eram do Velho Continente. Foram quase 1300 anos, até a ascenção do então bispo da Argentina.

Dentro da supremacia europeia, a outra nacional: a da Itália. Dos 266 líderes máximos da Igreja Católica, 211 eram italianos. Desde o fim da Idade Média, em 1453, foram 57 papas, sendo 50 da Itália.
O polonês Karol Wojtyla, que assumiu o posto sob nome de João Paulo II, em 1978, foi o primeiro Papa não italiano em 455 anos. O holandês Adriano VI, que foi o Santo Papa em 1522, havia sido o último.
Após os italianos, o top-3 de nacionalidades dos papas aos longo da história se encerra com a França, com 15, e a Grécia, com 14. Síria (6), Alemanha (8), Espanha (3), Iuguslávia (2), Portugal (1), Palestina (1), Inglaterra (1), Holanda (1), Polônia (1) e Argentina (1) completam a lista. Três papas eram da África romana, que corresponde ao atual território de Tunísia e Líbia.
A lista completa de Papas da Igreja Católica:
- São Pedro (33 a 67)
- São Lino (67 a 76)
- Santo Anacleto (76 a 88)
- São Clemente I (88 a 97)
- Santo Evaristo (97 a 105)
- Santo Alexandre I (105 a 115)
- São Sisto I (115 a 125)
- São Telésforo (125 a 136)
- Santo Higino (136 a 140)
- São Pio I (140 a 154)
- Santo Aniceto (155 a 166)
- São Sotero (166 a 174)
- Santo Eleutério (174 a 189)
- São Vitor I (189 a 199)
- São Zeferino (199 a 217)
- São Calisto I (217 a 222)
- Santo Urbano I (222 a 230)
- São Ponciano (230 a 235)
- Santo Antero (235 a 236)
- São Fabiano (236 a 250)
- São Cornélio (251 a 253)
- São Lúcio I (253 a 254)
- Santo Estevão I (254 a 257)
- São Sisto II (257 a 258)
- São Dionísio (259 a 268)
- São Félix I (269 a 274)
- Santo Eutiquiano (275 a 283)
- São Caio (283 a 296)
- São Marcelino (296 a 304)
- São Marcelo I (308 a 309)
- Santo Eusébio (309 a 310)
- São Melquíades (311 a 314)
- São Silvestre I (314 a 335)
- São Marcos (336)
- São Júlio I (337 a 352)
- Libério (352 a 366)
- São Dâmaso I (366 a 384)
- São Sirício (384 a 399)
- Santo Anastácio I (399 a 401)
- Santo Inocêncio I (401 a 417)
- São Zósimo (417 a 418)
- São Bonifácio I (418 a 422)
- São Celestino I (422 a 432)
- São Sisto III (432 a 440)
- São Leão Magno (440 a 461)
- Santo Hilário (461 a 468)
- São Simplício (468 a 483)
- São Félix III (II) (483 a 492)
- São Galásio I (492 a 496)
- Anastácio II (496 a 498)
- São Símaco (498 a 514)
- São Hormisdas (514 a 523)
- São João I (523 a 526)
- São Félix IV (III) (526 a 530)
- Bonifácio II (530 a 532)
- João II (533 a 535)
- Santo Agapito I (535 a 536)
- São Silvério (536 a 537)
- Vigílio (537 a 555)
- Pelágio I (556 a 561)
- João III (561 a 574)
- Bento I (575 a 579)
- Pelágio II (579 a 590)
- São Gregório I (590 a 604)
- Sabiniano (604 a 607)
- Bonifácio III (607 a 608)
- São Bonifácio IV (608 a 615)
- São Adeodato I (615 a 618)
- Bonifácio V (619 a 625)
- Honório I (625 a 638)
- Severino (640)
- João IV (640 a 642)
- Teodoro I (642 a 649)
- São Martinho I (649 a 655)
- Santo Eugênio I (655 a 657)
- São Vitaliano (657 a 672)
- Adeodato II (672 a 676)
- Dono (676 a 678)
- Santo Ágato (678 a 681)
- São Leão II (682 a 683)
- São Bento II (684 a 685)
- João V (685 a 686)
- Cônon (686 a 687)
- São Sérgio I (687 a 701)
- João VI (701 a 705)
- João VII (705 a 707)
- Sisínio (707 a 708)
- Constantino I (708 a 715)
- São Gregório II (715 a 731)
- São Gregório III (731 a 741)
- São Zacarias (741 a 752)
- Estevão II (752 a 757)
- São Paulo I (757 a 767)
- Estevão III (768 a 772)
- Adriano I (772 a 795)
- São Leão III (795 a 816)
- Estevão IV (816 a 817)
- São Pascoal I (817 a 824)
- Eugênio II (824 a 827)
- Valentim I (827)
- Gregório IV (827 a 844)
- Sério II (844 a 847)
- São Leão IV (847 a 855)
- Bento III (855 a 858)
- São Nicolau I (858 a 867)
- Adriano II (867 a 872)
- João VIII (872 a 882)
- Mariano I (882 a 884)
- Santo Adriano III (884 a 885)
- Estevão V (885 a 891)
- Formoso (891 a 896)
- Bonifácio VI (896)
- Estêvão VI (896 a 897)
- Romano (897)
- Teodoro II (897)
- João IX (898 a 900)
- Bento IV (900 a 903)
- Leão V (903)
- Sérgio III (904 a 911)
- Anastácio III (911 a 913)
- Lando (913 a 914)
- João X (914 a 928)
- Leão VI (928)
- Estevão VII (929 a 931)
- João XI (931 a 935)
- Leão VII (936 a 939)
- Estêvão VIII (939 a 942)
- Marino II (942 a 946)
- Agapito II (946 a 955)
- João XII (955 a 964)
- Leão VIII (964 a 965)
- Bento V (965)
- João XIII (965 a 972)
- Bento VI (973 a 974)
- Bento VII (974 a 983)
- João XIV (983 a 984)
- João XV (984 a 996)
- Gregório V (996 a 999)
- Silvestre II (999 a 1003)
- João XVII (1003)
- João XVIII (1003 a 1009)
- Sérgio IV (1009 a 1012)
- Bento VIII (1012 a 1024)
- João XIX (1024 a 1032)
- Bento IX (1032 a 1044)
- Silvestre III (1044)
- Bento IX (2ª vez) (1045)
- Gregório VI (1045 a 1046)
- Clemente II (1046 a 1047)
- Bento IX (3ª vez) (1047 a 1048)
- Dâmaso II (1048)
- São Leão IX (1049 a 1054)
- Vitor II (1055 a 1057)
- Estêvão IX (1057 a 1058)
- Nicolau II (1059 a 1061)
- Alexandre II (1061 a 1073)
- São Gregório VII (1073 a 1085)
- Beato Vitor III (1086 a 1087)
- Beato Urbano II (1088 a 1099)
- Pascoal II (1099 a 1118)
- Gelásio II (1118 a 1119)
- Calisto II (1119 a 1124)
- Honório II 91124 a 1130)
- Inocêncio II (1130 a 1143)
- Celestino II (1143 a 1144)
- Lúcio II (1144 a 1145)
- Beato Eugênio III (1145 a 1153)
- Anastácio IV (1153 a 1154)
- Adriano IV (1154 a 1159)
- Alexandre III (1159 a 1181)
- Lúcio III (1181 a 1185)
- Urbano III (1185 a 1187)
- Gregório VIII (1187)
- Clemente III (1187 a 1191)
- Celestino III (1191 a 1198)
- Inocêncio III (1198 a 1216)
- Honório III (1216 a 1227)
- Gregório IX (1227 a 1241)
- Celestino IV (1241)
- Inocêncio IV (1243 a 1254)
- Alexandre IV (1254 a 1261)
- Urbano IV (1261 a 1264)
- Clemente IV (1265 a 1268)
- Beato Gregório X (1271 a 1276)
- Beato Inocêncio V (1276)
- Adriano V (1276)
- João XXI (1276 a 1277)
- Nicolau III (1277 a 1280)
- Matinho IV (1281 a 1285)
- Honório IV (1286 a 1287)
- Nicolau IV (1288 a 1292)
- São Celestino V (1293 a 1294)
- Bonifácio VIII (1294 a 1303)
- Beato Bento XI (1303 a 1304)
- Clemente V (1305 a 1314)
- João XXII (1316 a 1334)
- Bento XII (1334 a 1342)
- Clemente VI (1342 a 1352)
- Inocêncio VI (1352 a 1362)
- Bento Urbano V (1362 a 1370)
- Gregório XI (1370 a 1378)
- Urbano VI (1378 a 1389)
- Bonifácio IX (1389 a 1404)
- Inocêncio VII (1404 a 1406)
- Gregório XII (1406 a 1415)
- Martinho V (1417 a 1431)
- Eugênio IV (1431 a 1447)
- Nicolau V (1447 a 1455)
- Calisto III (1455 a 1458)
- Pio II (1458 a 1464)
- Paulo II (1464 a 1471)
- Sisto IV (1471 a 1484)
- Inocêncio VIII (1484 a 1492)
- Alexandre VI (1492 a 1503)
- Pio III (1503)
- Júlio II (1503 a 1513)
- Leão X (1513 a 1521)
- Adriano VI (1522 a 1523)
- Clemente VII (1523 a 1534)
- Paulo III (1534 a 1549)
- Júlio III (1550 a 1555)
- Marcelo II (1555)
- Paulo IV (1555 a 1559)
- Pio IV (1559 a 1565)
- São Pio V (1566 a 1572)
- Gregório XIII (1572 a 1585)
- Sisto V (1585 a 1590)
- Urbano VII (1590)
- Gregório XIV (1590 a 1591)
- Inocêncio IX (1591)
- Clemente VIII (1592 a 1605)
- Leão XI (1605)
- Paulo V (1605 a 1621)
- Gregório XV (1621 a 1623)
- Urbano VIII (1623 a 1644)
- Inocêncio X (1644 a 1655)
- Alexandre VII (1655 a 1667)
- Clemente IX (1667 a 1669)
- Clemente X (1670 a 1676)
- Beato Inocêncio XI (1676 a 1689)
- Alexandre VIII (1689 a 1691)
- Inocêncio XII (1691 a 1700)
- Clemente XI (1700 a 1721)
- Inocêncio XIII (1721 a 1724)
- Bento XIII (1724 a 1730)
- Clemente XII (1730 a 1740)
- Bento XIV (1740 a 1758)
- Clemente XIII (1758 a 1769)
- Clemente XIV (1769 a 1774)
- Pio VI (1775 a 1799)
- Pio VII (1800 a 1823)
- Leão XII (1823 a 1829)
- Pio VIII (1829 a 1830)
- Gregório XVI (1831 a 1846)
- Pio IX (1846 a 1878)
- Leão XIII (1878 a 1903)
- São Pio X (1903 a 1914)
- Bento XV (1914 a 1922)
- Pio XI (1922 a 1939)
- Pio XII (1939 a 1958)
- João XXIII (1958 a 1963)
- Paulo VI (1963 a 1978)
- João Paulo I (1978)
- João Paulo II (1978 a 2005)
- Bento XVI (2005 a 2013)
- Francisco (2013 a 2025)
Fonte: Turismo
Turismo
No Amapá, Ministério do Turismo promove linha de crédito de mais de R$ 1 bilhão para empreendedores do setor
Publicado
8 de junho de 2026, 20:59
O Ministério do Turismo (MTur) realizou nesta segunda-feira (8), em Macapá (AP), a 4ª edição do programa “Brasil Mais Crédito para o Turismo”, iniciativa que orienta empresários e prestadores de serviços sobre o acesso às linhas de financiamento do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que dispõe de mais de R$ 1 bilhão para operações em 2026.
Durante a agenda, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assinou ainda um protocolo de intenções com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) para ampliar ações conjuntas de desenvolvimento regional e facilitar o acesso ao crédito, com prioridade para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
O ministro destacou a importância dessa iniciativa. “O objetivo é claro: orientar empreendedores turísticos locais sobre como acessar financiamentos em condições extremamente vantajosas, por meio do Fungetur. Essa grande mobilização nacional chega com força total ao Amapá, dando continuidade a um circuito que percorrerá todo o país. O Fungetur é o combustível que o setor precisa. É uma linha de crédito desenhada para financiar capital de giro, a execução de obras e a aquisição de equipamentos”, afirmou.
O ‘Brasil Mais Crédito para o Turismo’ já passou por Salvador (BA), Fortaleza (CE), durante o Salão do Turismo, e João Pessoa (PB), como parte da programação do Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, evento que debateu o protagonismo feminino no setor.
“Estamos falando de ‘recurso na veia’ para que principalmente os pequenos negócios – as pousadas, os restaurantes, as agências de viagens, os guias de turismo – possam promover melhorias reais nas suas atividades”, disse o ministro.
Também participam das agendas no Estado os ministros Waldez Góes, da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR); e Wellington Dias, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.
Sobre o protocolo, Gustavo Feliciano afirmou que o objetivo é fortalecer o setor. “Estamos assinando hoje, aqui, um Protocolo de Intenções com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com meu amigo ministro Waldez Góes, para desenvolvimento do turismo regional. Vamos juntos construir políticas públicas para que mais empreendedores possam se desenvolver e oferecer o que o Brasil tem de melhor, que é a recepção calorosa do seu povo. Vamos facilitar o acesso ao crédito do Fungetur para que o turismo se fortaleça ainda mais”, complementou.
A parceria prevê a elaboração de planos de ação conjuntos e a indicação, em até 30 dias, dos responsáveis pela execução das iniciativas. O protocolo terá vigência inicial de 12 meses, com possibilidade de prorrogação.
A edição no Amapá do “Brasil Mais Crédito para o Turismo” foi realizada também no Oiapoque, onde o ministro cumpriu agenda pela manhã.
As ações do MTur nas duas cidades amapaenses preveem ainda orientações sobre o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) – sistema oficial do Ministério do Turismo que cadastra e regulamenta pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor turístico no Brasil (requisito para acesso aos financiamentos).
Em Macapá, o ministro falou ainda sobre uma política especial, implementada pelo Ministério do Turismo na semana passada, anunciada em João Pessoa (PB) e que dá apoio para mulheres empreendedoras do setor, que foram vítimas de violência doméstica.
“Sabemos o quanto é difícil se reconstruir após um episódio assim. Por isso vamos fortalecer as mulheres empreendedoras com crédito, para que elas possam voltar cada vez mais fortes e independentes”, disse.
Ele citou, também, o bom momento que o turismo brasileiro vive. “Estamos impulsionando o turismo local e reforçando o maior compromisso do governo do presidente Lula: a proteção e valorização da mulher, a geração de emprego, renda e inclusão social. Senhoras e senhores, o momento para o Amapá acelerar o turismo não poderia ser melhor. O desempenho positivo do setor no Estado acompanha os recordes nacionais que temos registrado em todo o Brasil, criando as condições perfeitas para que empreendedores apostem, invistam e acreditem no turismo como força econômica”, finalizou.
Fungetur
As linhas do Fungetur podem ser usadas para capital de giro, aquisição de equipamentos e obras, beneficiando principalmente pequenos negócios, como meios de hospedagem, restaurantes, agências de turismo, guias e demais empreendedores da cadeia turística.
Entre 2018 e 2026, o Fungetur acumulou 14.789 operações contratadas no país, movimentando R$ 5,1 bilhões em financiamentos. Apenas em 2026, até 2 de junho, foram registradas 719 operações, no valor de R$ 276,3 milhões em crédito concedido.
No Amapá, foram contratados treze financiamentos entre 2023 e 2026, totalizando R$ 4,04 milhões. Todos os recursos foram destinados a capital de giro. Macapá concentrou doze operações, equivalentes a R$ 3,3 milhões, beneficiando agências de viagens, organizadoras de eventos, restaurantes e empresas de transporte turístico. Em 2026, foram fechados dez contratos, todos na capital, que somaram R$ 3,03 milhões.
O Estado possui atualmente 555 prestadores de serviços turísticos regularizados no Cadastur. As atividades com maior número de registros são agências de turismo, com 140 cadastros; restaurantes, bares e similares, com 104; e meios de hospedagem, com 90 estabelecimentos. Em Macapá, há 381 prestadores cadastrados, liderados por agências de turismo (123), guias de turismo (66) e organizadoras de eventos (50).
Infraestrutura
Além das ações voltadas ao crédito, o Ministério do Turismo mantém doze contratos ativos de infraestrutura turística no Amapá, que somam R$ 65,5 milhões. Desde 2023, três obras foram concluídas, totalizando R$ 8,6 milhões em investimentos.
Em Macapá, os principais investimentos em execução incluem a construção do Centro de Convenções, com aporte de R$ 12 milhões; as obras no Parque do Centenário, de R$ 11,4 milhões; e a reforma do Teatro das Bacabeiras, com recursos de R$ 10 milhões.
Fluxo
Os indicadores do fluxo turístico também mostram crescimento do mercado internacional no estado. Em 2025, o Amapá recebeu 52 mil turistas estrangeiros, resultado 33% superior ao registrado em 2024 e o segundo maior da região Norte no período.
Turismo fronteiriço
Nesta segunda-feira (8), durante agenda em Oiapoque, o Ministério do Turismo também anunciou a elaboração de um diagnóstico e de um plano de ação para o turismo nas áreas de fronteira do Amapá e do Pará, que fazem divisa com a Guiana Francesa e o Suriname.
A iniciativa faz parte de um projeto de cooperação com a UNESCO voltado ao fortalecimento das relações turísticas entre o Brasil e os países vizinhos.
Por Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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