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Ações do deputado Botelho são lembradas durante celebração dos 30 anos da Unemat

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Deputado Eduardo Botelho, demais autoridades políticas e integrantes da instituição em sessão solene

Deputado Eduardo Botelho, demais autoridades políticas e integrantes da instituição em sessão solene

Foto: Vanderson Ferraz/Assessoria de Gabinete

Comemorando 30 anos de contribuição ao desenvolvimento educacional e regional, a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) foi homenageada em uma sessão solene realizada em Tangará da Serra, cidade, localizada a 240 Km de Cuiabá, e que abriga um dos principais campi da instituição. O evento reuniu autoridades políticas, docentes, estudantes e representantes da comunidade para celebrar a história da universidade no município.

A solenidade contou com a presença dos deputados estaduais Eduardo Botelho (União) e Dr. João (MDB); do senador da República, Jayme Campos (União); do secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec; do vice-prefeito de Tangará da Serra, Eduardo Sanches; entre outras autoridades políticas, além de integrantes da diretoria da instituição, professores e alunos do campus.

Foram homenageadas figuras políticas e empresariais que desempenharam papéis decisivos na implantação e consolidação da Unemat, como o senador Jayme Campos e os familiares do ex-deputado Saturnino Masson, falecido em 2021, cuja trajetória política foi lembrada na sessão.

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De acordo com o deputado Eduardo Botelho, a data representa muito para toda a sociedade mato-grossense, já que a consolidação da Unemat ao longo de três décadas na região é fruto de um trabalho articulado que muito contribuiu para o desenvolvimento local.

“O senador Jayme Campos, eu o considero um gigante da política. Então governador na época da fundação do campus, foi visionário e certeiro ao trazer a instituição para cá. Era até chamado de louco na época, e isso ajudou a região a se desenvolver. Esta homenagem, hoje, me deixa muito honrado por participar e ver, aqui, sendo lembrado também o nosso saudoso amigo Saturnino Masson, que muito fez pela população tangaraense”, destacou.

Durante seu discurso, Botelho também fez questão de lembrar suas graduações em Engenharia Elétrica e Matemática, ressaltando a paixão por lecionar antes de ingressar na vida pública.

“Quero também destacar que fui professor. Tenho paixão pela educação. Fui professor concursado do Estado, depois pedi exoneração para empreender e, mais tarde, entrei para a vida pública”, completou.

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O deputado relembrou ainda seu trabalho, no passado, para ampliar a rede elétrica da região. “Eu e Jayme Campos deixamos uma marca aqui, nesta região, com o desenvolvimento da ampliação da rede elétrica para o progresso local. Lutamos bastante e ainda faremos muito mais pela região”, finalizou.

Já em sua fala, o senador Jayme Campos destacou que o processo de transformação da região só foi possível graças à força da articulação política. “Quero destacar que levanto e levantarei sempre essa bandeira, que é a educação, e dizer que vamos continuar caminhando juntos. Como senador da República, quero trazer mais benefícios para Mato Grosso”, enfatizou.

Histórico – O campus de Tangará da Serra, fundado em 1995, tem desempenhado um papel fundamental na democratização do acesso ao ensino superior, oferecendo oportunidades de formação de qualidade para jovens e adultos. Atualmente, conta com 2.500 alunos matriculados em nove cursos de graduação.

Ao longo de sua história, a Unemat já formou cerca de 5.761 alunos em cursos nas áreas de Agronomia, Educação, Saúde, Ciências Humanas e Exatas, contribuindo significativamente para o fortalecimento do setor produtivo local e regional.

Fonte: ALMT – MT

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Duas mulheres são eleitas para a ALMT após quatro legislaturas

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Samantha do Abilio (PL) e Alessandra Ferreira (Podemos) estão entre os 24 deputados estaduais eleitos neste domingo (4) para a 21ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com 100% das urnas apuradas, Samantha recebeu 57.900 votos e Alessandra, 50.802. O resultado faz com que a ALMT volte a ter duas mulheres eleitas diretamente para exercer mandatos titulares simultaneamente.

A última vez que isso ocorreu foi nas eleições de 2010, quando Luciane Bezerra e Teté Bezerra conquistaram cadeiras para a 17ª Legislatura (2011–2015). Nas três eleições seguintes (2014, 2018 e 2022), apenas uma mulher, Janaina Riva (MDB), foi eleita deputada estadual em cada pleito.

Na atual legislatura, outras mulheres também exerceram temporariamente o mandato como suplentes. Em julho de 2025, a ALMT registrou, pela primeira vez, três mulheres em exercício simultaneamente: Janaina Riva, titular, e as suplentes Professora Graciele e Valdeniria Dutra. Também assumiram como suplentes ao longo da 20ª Legislatura Sheila Klener, Sandy de Paula, Priscila Dourado e Marildes Ferreira.

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Nas eleições de 2026, as mulheres representaram 34% do total de candidaturas registradas em Mato Grosso, mesmo percentual verificado no estado nas eleições gerais de 2022. Apesar de serem maioria entre o eleitorado, a participação feminina entre os candidatos permaneceu em cerca de um terço.

Eleitas, Samantha e Alessandra representarão 8,3% da composição da Casa na próxima legislatura. Samantha do Abilio, de 42 anos, é designer de interiores e vereadora de Cuiabá. Eleita para a Câmara Municipal em 2024, chega à Assembleia para o primeiro mandato como deputada estadual. Já Alessandra Ferreira, de 36 anos, é cirurgiã-dentista e empresária. Foi secretária municipal de Promoção e Assistência Social de Rondonópolis entre 2025 e 2026 e disputou neste ano sua primeira eleição para um cargo eletivo.

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou a diferença entre o número de mulheres no eleitorado e a presença delas nos cargos eletivos. “A gente tem 51% dos eleitores que são mulheres. E por que elas não podem ter uma representatividade? Então a gente tem que melhorar essa cultura, conversar mais, trocar nossas experiências e fazer com que esse número comece a crescer também”, afirmou.

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Para a cientista política Christiany Fonseca, a participação feminina nas eleições não se converte automaticamente em representação parlamentar. Segundo ela, o processo envolve acesso às estruturas partidárias, recursos de campanha, redes políticas e condições para que as candidaturas sejam competitivas. “É preciso conseguir entrar, competir, vencer e depois permanecer na política”, resumiu Christiany.

A eleição de Samantha e Alessandra ocorre 16 anos depois do pleito que levou duas mulheres simultaneamente à Assembleia. Elas assumem os mandatos em 1º de fevereiro de 2027.

Fonte: ALMT – MT

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