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Missão no Vale do Javari reafirma compromisso com a proteção de defensores de direitos humanos

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Vale do Javari, 12/08/2025 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria de Acesso à Justiça (Saju), participou, de 4 a 7 de agosto, de missão estratégica na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas (AM). O objetivo foi reavaliar a conjuntura que motivou a concessão da Medida Cautelar (MC) nº 449/2022 pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). O instrumento protege defensores de direitos humanos e povos da floresta.

A missão promoveu diálogos e prestou homenagens às famílias do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, assassinados durante uma viagem ao Vale do Javari, em 2022.

A coordenadora de Prevenção de Conflitos no Campo e na Cidade da Saju, Julia Natour, explica que a ida ao Vale do Javali foi uma oportunidade de “reafirmar o compromisso do MJSP na articulação interministerial e no diálogo com a sociedade civil para efetiva implementação das medidas cautelares, notadamente no que se refere à efetiva proteção dos povos indígenas e daqueles que atuam em sua defesa”.

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A missão foi organizada pelo Ministério das Relações Exteriores, pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e pela CDIH. A atividade contou com a participação de órgãos do Governo Federal, do Sistema de Justiça, de representantes da sociedade civil, de familiares das vítimas e de organizações peticionárias da medida cautelar.

A ação teve o apoio logístico e operacional da Secretaria de Saúde Indígena, por meio dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas em Manaus, Tabatinga e Atalaia do Norte; da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), com o apoio da Força Nacional de Segurança Pública; da Polícia Federal; da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai); e da Capitania dos Portos da Tríplice Fronteira.

MC nº 449/2022

A MC nº 449/2022 foi inicialmente concedida pela CIDH, em junho de 2022, com o objetivo de determinar a situação e o paradeiro de Bruno Pereira e Dom Phillips, que desapareceram na região do Vale do Javari durante visita de trabalho à equipe de vigilância indígena local. Posteriormente, em outubro de 2022, as medidas cautelares foram ampliadas pela CIDH de modo a resguardar representantes da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Unijava), defensores de direitos humanos e povos da floresta.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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