Política Nacional

Câmara celebra Dia da Juventude e reforça pauta de oportunidades para jovens; assista

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Em sessão solene nesta segunda-feira (12), a Câmara dos Deputados celebrou o Dia Internacional da Juventude, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), e destacou propostas legislativas voltadas à ampliação de oportunidades para jovens, como o Estatuto do Aprendiz e o Plano Nacional de Juventude.

Parlamentares, representantes de entidades estudantis e beneficiários de programas sociais defenderam políticas públicas que garantam acesso à educação, emprego e cultura, além de reforçar o protagonismo da juventude na construção do presente.

O deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), que sugeriu a realização da sessão solene, defendeu a aprovação do Estatuto do Aprendiz (PL 6461/19). Segundo ele, a proposta amplia as oportunidades para que jovens de 14 a 24 anos ingressem no mercado de trabalho com a formação técnico-profissional de qualidade.

“O texto moderniza e consolida a legislação da aprendizagem no Brasil; estimula a integração entre escolas, empresas e órgãos públicos; fortalece o acompanhamento e a fiscalização; e assegura condições dignas de estudo e trabalho com atenção especial aos jovens em situação de vulnerabilidade”, resume Ribeiro.

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Plano Nacional de Juventude
Já a deputada Dandara (PT-MG) defendeu a aprovação do Plano Nacional de Juventude (Projeto de Lei 4530/04). “Esse plano foi elaborado a muitas mãos”, afirmou, lembrando que o texto foi discutido por estados e municípios. “Esse plano foi debatido com todas as juventudes, no plural, porque nós somos múltiplos e diversos.”

Reportagem – Santiago Dellape
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissão aprova criação do crime de ofensa discriminatória que cause trauma coletivo em minorias

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A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4083/25, que cria o crime de “ofensa discriminatória com efeitos sociais”. A proposta altera o Código Penal para punir atos de discriminação, ridicularização ou hostilidade que exponham grupos a humilhação pública e gerem traumas coletivos.

O relator, deputado Padre João (PT-MG), defendeu o texto destacando que a lei atual foca na ofensa individual, mas deixa uma lacuna quando comunidades inteiras são feridas. “Atos que antes ficavam restritos ao âmbito privado hoje alcançam milhões de pessoas em segundos, reforçando estigmas que corroem a paz social”, afirmou.

Redes Sociais e monetização
Pelo texto, de autoria do deputado João Daniel (PT-SE), a pena de 2 a 6 anos de reclusão pode ser aumentada em até dois terços se o autor for uma figura pública ou se utilizar a conduta para ganhar dinheiro através de monetização na internet. Para garantir a segurança jurídica, o projeto exige que o trauma coletivo seja comprovado por laudo técnico ou estudo social de órgãos competentes.

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Próximos passos
O projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e depois será votado pelo Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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