Sorriso

Visita técnica avalia desenvolvimento do Programa Mais Saúde com Agente em Sorriso

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Nesta quarta-feira (14), Sorriso recebeu a visita de acompanhamento da professora Nádia Assein Arús e da técnica Patrícia Cardoso Camilo Bringhenti, representantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), instituição responsável pela coordenação nacional do Programa Mais Saúde com Agente. A agenda, realizada na Faculdade Anhanguera, teve como objetivo avaliar o andamento das atividades e o cumprimento das etapas previstas no município.

Atualmente, cinco turmas e mais de 100 Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) participam das capacitações. O objetivo do programa é fortalecer a atuação dessas categorias, ampliando conhecimentos e habilidades para o trabalho em campo. O resultado esperado é um atendimento cada vez mais qualificado à população e ações de prevenção, promoção e vigilância em saúde mais eficazes.

A coordenadora da Atenção Primária, Catia Freitas Luciano, frisa que o número expressivo de inscritos demonstra o interesse e o comprometimento com a formação continuada. “Ter essa quantidade de alunos participando reforça a importância de investir no aprimoramento profissional. A gestão dará todo o apoio necessário para que todos concluam o curso e que o aprendizado seja realmente proveitoso, refletindo diretamente na qualidade do serviço prestado à comunidade”, destacou.

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Além de promover atualização técnica, o programa contribui para a valorização e motivação dos profissionais, fortalecendo o vínculo com a comunidade e potencializando os resultados das políticas públicas de saúde no Município.

A programação iniciou com uma reunião entre as visitantes e a coordenadora da Atenção Primária. Em seguida, elas conversaram com as quatro preceptoras que acompanham as turmas localmente e, no período da tarde, acompanharam uma aula prática de Primeiros Socorros, reforçando o caráter técnico e aplicado do curso.

Durante a visita, a professora Nádia ressaltou a importância de conhecer, presencialmente, a realidade das cidades que participam do curso.

“Avaliar in loco uma proposta de educação à distância pensada para todo o Brasil é sempre permeada de surpresas. Estar em Sorriso foi uma grata surpresa: encontramos um município organizado, cumprindo todas as etapas propostas, e certamente os efeitos positivos serão sentidos pela população”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sorriso

Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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