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Mato Grosso consolida maior safra de grãos da história e impulsiona produção nacional

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) confirmou, em seu 11º levantamento mensal da safra 2024/25, que Mato Grosso atingirá produção recorde de mais de 110 milhões de toneladas de grãos e fibra. O resultado representa alta de 18% em relação à safra anterior, acima do crescimento médio nacional, estimado em 16%.

O Estado, líder nacional na produção de grãos e fibra há 14 ciclos consecutivos, encerra a colheita da segunda safra, com o milho se aproximando do final e o algodão ainda na metade do ciclo. Todas as principais culturas – soja, milho e algodão – apresentam crescimento projetado frente à temporada 2023/24.

Destaque para a soja

A soja segue como principal cultura do Estado. A colheita já foi concluída em abril, com produção total de 50,59 milhões de toneladas, 28,6% acima do recorde anterior. A alta produtividade e condições climáticas favoráveis contribuíram para consolidar a liderança da oleaginosa em Mato Grosso.

Milho e algodão em alta

O milho deve alcançar 54 milhões de toneladas, registrando aumento anual de 11% sobre a safra anterior. Já o algodão deve produzir 2,75 milhões de toneladas de pluma, com alta projetada de 3,7%.

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Produção nacional de grãos bate recorde

No cenário nacional, a safra 2024/25 está estimada em 345,2 milhões de toneladas, um novo recorde histórico, 47,7 milhões de toneladas acima da safra anterior. O crescimento é atribuído à ampliação da área cultivada, que alcança 81,9 milhões de hectares (+2,5%), e ao aumento da produtividade média, de 3.722 kg/ha para 4.214 kg/ha.

Milho e soja lideram o aumento de produção, contribuindo com 43,4 milhões de toneladas do crescimento total – sendo 21,5 milhões de toneladas do milho e 21,9 milhões da soja.

Segunda safra de milho avança rapidamente

A segunda safra de milho deve atingir 109,6 milhões de toneladas. Até o momento, 83,7% da área cultivada já foi colhida, próxima à média histórica de 84,3%. Em Mato Grosso, a produção estimada é de 53,55 milhões de toneladas, representando 49% do total nacional da segunda safra do cereal.

Outras culturas
  • Arroz: previsão de 12,3 milhões de toneladas (+1,7 milhão em relação à safra anterior), impulsionada pela expansão de área e boas condições climáticas, especialmente no Rio Grande do Sul.
  • Algodão: produção estimada em 3,9 milhões de toneladas de pluma, alta de 6,3%, embora a colheita avance mais lentamente (39% da área) devido a chuvas e frio fora de época.
  • Feijão: queda estimada de 3,5% na produção, totalizando 3,1 milhões de toneladas. Condições climáticas desfavoráveis no Paraná afetaram o rendimento e qualidade.
  • Trigo: apesar da redução de 16,7% na área semeada (2,55 milhões de hectares), a produção deve se manter próxima da safra anterior, alcançando 7,81 milhões de toneladas, graças a boas condições climáticas.
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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Maceió é palco das discussões sobre o futuro da pesca e aquicultura

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participa da etapa estadual da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, em Maceió (AL) . Depois de passar por Porto Velho (RO), Uberlândia (MG), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Macapá (AP), neste sábado (20/06), foi a vez da capital de Alagoas. O evento discutiu os temais mais relevantes do setor, reunindo pescadores, aquicultores, proprietários de embarcações, pesquisadores e outros interessados para falar sobre o futuro do pescado no Brasil.

“É muito importante estar aqui em Alagoas para debater as políticas públicas com vocês reunindo lideranças dos pescadores e pescadoras, com os representantes do setor aquícola. Também se faz presente o público da pesca amadora esportiva, da pesca industrial. Este é um espaço de diálogo. Alagoas foi o primeiro estado a deflagrar a Conferência. Liderar pelo exemplo é o que Alagoas fez. Além disso, o Governo do presidente Lula está fazendo um esforço para estar presente em todas as Conferências. O que temos de mais valioso nisso são os homens e as mulheres das águas. “, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araújo. 

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Alagoas tem 32 mil trabalhadores no setor pesqueiro. Destes, 59% são mulheres. “As pescadoras têm o papel estratégico para colocar o alimento nas nossas mesas”, enfatizou o ministro Edipo Araújo. 

Retorno da participação social

A última edição da Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca foi realizada em 2009. A iniciativa foi retomada pelo Governo para garantir a participação social nas decisões que envolvem a pesca e aquicultura, setores estratégicos para o combate à fome, a geração de renda e a manutenção dos recursos aquáticos.

Neste ano, cada estado realiza uma etapa, que elegerá delegados para participar do evento principal. A Conferência nacional vai ser realizada entre os dias 11 e 13 de novembro, em Brasília (DF). O tema é “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”.

ASCOM 

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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