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Leilões da 18ª ExpoGenética já superam R$ 77,5 milhões em movimentação financeira

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A 18ª ExpoGenética, promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) em Uberaba (MG), já registrou um faturamento acumulado de R$ 77.583.240,00 em 15 leilões oficiais realizados até o momento. O evento reúne criadores, investidores e empresas do setor pecuário, movimentando a genética bovina de alta qualidade.

Destaques dos leilões do dia 20 de agosto

Na quarta-feira (20), quatro remates marcaram a programação da feira:

  • 8º Leilão Genética Aditiva ExpoGenética 2025: R$ 5.592.000,00 com 27 animais da raça Nelore vendidos, média de R$ 207.111,11.
  • Leilão Reserva ExpoGenética Santa Nice: faturamento de R$ 4.260.000,00 com 32 animais da raça Nelore, média de R$ 133.128,00.
  • Leilão Sindi Camparino – ExpoGenética: movimentou R$ 1.500.000,00 com a venda de 35 exemplares, média de R$ 42.857,14.
  • Leilão 1ª ABCT Mais Forte: total de R$ 170.040,00.

Para conferir a agenda completa de leilões e shoppings da 18ª ExpoGenética, acesse: expogenetica.com.br/agenda-de-leiloes.

Patrocínios e parcerias fortalecem o evento

O evento é organizado pela ABCZ com patrocínios de Neogen, Virbac, Real H e Romancini Troncos e Balanças, além do apoio do Banco do Brasil, CNA/Faemg/Senar, Fazu e Sebrae. O café oficial da feira é Dona Neném, e a cerveja oficial é Itaipava, do Grupo Petrópolis.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil colhe recorde de 4,14 milhões de toneladas de algodão em área menor

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O Brasil encerrou a colheita de algodão da safra 2025/26 com produção estimada em 4,14 milhões de toneladas de pluma, a maior da série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume supera em 1,5% o resultado do ciclo anterior, apesar da redução da área plantada. Com a fibra retirada do campo, o desempenho das exportações e a preservação da qualidade passam a pesar no resultado do produtor.

O avanço veio do rendimento das lavouras. A produtividade média atingiu 2.053 quilos de pluma por hectare, alta de 4,9% sobre a temporada passada, suficiente para compensar a diminuição de 3,2% da área cultivada, que ficou em 2,02 milhões de hectares. O país conseguiu, assim, ampliar a oferta sem expandir o plantio.

A etapa de colheita já ficou para trás nas principais regiões produtoras. No acompanhamento divulgado pela Conab os trabalhos alcançaram 100% da área monitorada, incluindo Mato Grosso e Bahia. A atividade prossegue nas algodoeiras, onde o beneficiamento separa a fibra do caroço e prepara a pluma para comercialização.

O mercado externo é decisivo para absorver essa produção. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), reunidos pela Conab, o Brasil exportou 2,08 milhões de toneladas de algodão de janeiro a agosto, crescimento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2025.

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Para 2026, a companhia projeta embarques de 3,42 milhões de toneladas, enquanto o consumo doméstico é estimado em 740 mil toneladas. A distância entre os dois volumes mostra o peso das vendas internacionais para o escoamento da fibra brasileira.

Dentro do país, a indústria têxtil continua cautelosa. Conforme a Conab, as empresas evitam grandes aquisições porque encontram dificuldade para repassar o encarecimento da matéria-prima aos produtos acabados. O estoque de passagem é projetado em 2,72 milhões de toneladas ao fim do ano, ligeiramente abaixo de 2025.

A quantidade colhida, porém, não conta toda a história. No Paraná, a Conab registrou que as chuvas na fase final da colheita, sobretudo no norte do Estado, comprometeram a qualidade da fibra, embora sem impactos relevantes no rendimento.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), chuvas persistentes durante a abertura dos capulhos — os frutos abertos que expõem a fibra — favorecem a deterioração do algodão. A umidade e a ação de fungos podem provocar amarelecimento e perda de brilho, brancura e resistência, prejudicando a qualidade da pluma.

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Como a colheita já terminou, a atenção agora se volta ao produto armazenado e ao beneficiamento. A Embrapa alerta que o excesso de umidade no algodão pode favorecer fermentação e microrganismos, com danos à cor e à resistência da fibra. A retirada do campo, portanto, precisa ser acompanhada de armazenamento adequado para preservar o resultado obtido na lavoura.

Para o cotonicultor, a orientação técnica é manter o algodão protegido da água, verificar as condições de armazenamento e controlar a umidade antes do processamento. Na comercialização, volume disponível e qualidade da fibra precisam ser considerados juntos: o recorde nacional amplia a oferta, mas cada lote conserva suas próprias características.

Fonte: Pensar Agro

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