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Marina Silva, Nobel laureate Kailash Satyarthi and COP30 Presidency to hold press conference on Asia Dialogue of the Global Ethical Stocktake

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On Monday, September 1st, at 6 pm (local time), minister of the Environment and Climate Change of Brazil, Marina Silva, Nobel Peace Prize laureate Kailash Satyarthi, COP30 President Ambassador André Corrêa do Lago and COP30 CEO Ana Toni will hold a press conference to present the outcomes of the Asia Dialogue of the Global Ethical Stocktake (GES). The event will take place at the Council on Energy, Environment and Water (CEEW) in New Delhi, India, and will also be livestreamed online.

As one of the key mobilization pillars of COP30, the Global Ethical Stocktake brings a moral lens to the urgent climate actions humanity must undertake, aligning with science and the Paris Agreement goal of limiting global temperature rise to 1.5°C above pre-industrial levels.

Inspired by the first Global Stocktake process of the international climate treaty, concluded at COP28, the GES seeks to reflect on the progress made so far, identify the path forward, and foster the behavioral and collective transformations required for a shared ethical commitment to implement existing technical solutions.

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The GES unfolds through a series of Regional Dialogues being held across continents through October. The first, representing Europe, was held in London (UK), and the second, in South and Central America and the Caribbean, took place in Bogotá (Colombia). On September 1st, the third edition will convene in New Delhi, bringing together religious, political and business leaders, artists, representatives of undigenous peoples, local and afro-descendant communities, youth, scientists, policymakers, and activists from across Asia.

Each region is supported by a co-leader who helps promote and articulate the principles, goals, and implementation of the GES. In Asia, this role is taken on by Kailash Satyarthi. Other co-leaders include former Chilean President Michelle Bachelet (Latin America and the Caribbean), former Irish President Mary Robinson (Europe), Wanjira Mathai (Africa), Anote Tong (Oceania), and Karenna Gore (North America).

The process will result in six regional reports and a synthesis report to be presented to the COP30 Presidency at the Pre-COP in October. The findings will inform climate decision-making and be submitted to Heads of State and climate negotiators.

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In addition to the Regional Dialogues, the GES is also supported by Self-Organized Dialogues led by civil society organizations and national and subnational governments, all following the same methodology and guiding principles.

EVENT DETAILS

Spokespersons:

  • Marina Silva, minister of the Environment and Climate Change of Brazil (remotely);

  • Kailash Satyarthi, Nobel Peace laureate and founder of the Satyarthi Movement for Global Compassion (SMGC);

  • Ambassador André Corrêa do Lago, President of COP30;

  • Ana Toni, CEO of COP30.

📅 Date: September 1, 2025
 Time: 6 pm (local time)
📍 Location: Council on Energy, Environment and Water (CEEW) – ISID Campus, 4 Vasant Kunj Institutional Area – New Delhi, India

Accreditation:

Media professionals wishing to attend must RSVP via email to [email protected] providing their name and media outlet.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Rastreabilidade será o “novo passaporte” da proteína animal brasileira, alerta especialista em segurança dos alimentos

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A recente decisão da União Europeia de endurecer as regras relacionadas ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira acendeu um alerta no agronegócio e reforçou uma tendência já em curso: a rastreabilidade passa a ser o principal requisito de acesso aos mercados internacionais de proteína animal.

Mais do que uma barreira comercial pontual, a medida evidencia uma mudança estrutural nas exigências globais, com maior rigor sobre controle sanitário, transparência produtiva e comprovação de origem em toda a cadeia de alimentos.

Mercado internacional exige transparência total na produção animal

Para a médica veterinária e especialista em segurança dos alimentos, Paula Eloize, o cenário internacional está evoluindo rapidamente e deve impor padrões cada vez mais rígidos aos países exportadores.

“O mercado internacional não quer apenas o produto final. Ele quer entender como esse alimento foi produzido, quais medicamentos foram utilizados, qual foi o manejo sanitário e se existe rastreabilidade suficiente para comprovar tudo isso”, afirma a especialista.

Segundo ela, o uso de antimicrobianos na produção animal já é um tema sensível globalmente e ganhou ainda mais relevância diante do avanço da resistência bacteriana.

Resistência antimicrobiana amplia pressão sobre cadeias produtivas

A especialista explica que o debate sobre o uso de antimicrobianos não é recente, mas passou a ocupar posição central nas discussões sanitárias internacionais devido ao impacto direto na saúde pública.

“O uso inadequado ou excessivo de antimicrobianos preocupa autoridades sanitárias do mundo inteiro. A resistência antimicrobiana é considerada uma das maiores ameaças globais pela comunidade científica”, destaca Paula Eloize.

Esse cenário tem levado países importadores a reforçarem mecanismos de controle, fiscalização e exigências documentais mais rigorosas para produtos de origem animal.

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Rastreabilidade se torna diferencial competitivo no comércio global

De acordo com a especialista, o desafio do Brasil não está restrito à adequação regulatória, mas envolve transformação estrutural nas práticas de produção e gestão sanitária.

“O Brasil possui um sistema robusto de produção e fiscalização, mas o mercado internacional é extremamente sensível a riscos sanitários. Qualquer falha de rastreabilidade ou ausência de comprovação técnica pode gerar barreiras comerciais importantes”, explica.

Ela ressalta que, em muitos mercados, especialmente o europeu, os critérios sanitários deixaram de ser apenas medidas de proteção à saúde e passaram a funcionar como diferencial competitivo.

“O consumidor europeu está mais exigente. Há uma pressão crescente por sustentabilidade, bem-estar animal, redução do uso de medicamentos e transparência. Isso influencia diretamente as regras impostas aos países exportadores”, afirma.

Exigências internacionais devem impactar também o mercado interno

Para Paula Eloize, as mudanças no comércio global também funcionam como sinal de alerta para empresas que atuam exclusivamente no mercado doméstico.

“Muitas empresas ainda tratam segurança dos alimentos como algo distante da operação diária. Mas as exigências internacionais antecipam tendências que, mais cedo ou mais tarde, chegam ao mercado interno”, avalia.

Segundo ela, práticas como rastreabilidade estruturada, controle documental e monitoramento sanitário devem deixar de ser diferenciais e passar a integrar o padrão mínimo de operação no setor.

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Gestão sanitária e controle de processos ganham protagonismo

A especialista reforça que o futuro da competitividade na proteína animal dependerá diretamente da capacidade de organização das empresas em toda a cadeia produtiva.

“Quem investir em controle de processos, documentação viva, treinamento de equipe e monitoramento técnico terá muito mais capacidade de adaptação às mudanças regulatórias que já estão em curso no mundo inteiro”, afirma.

União Europeia revisa autorizações de exportação do Brasil

Nesta semana, a União Europeia anunciou alterações na lista de países autorizados a exportar determinados produtos de origem animal para o bloco europeu, citando preocupações relacionadas ao uso de antimicrobianos na pecuária brasileira.

A medida pode impactar exportações de carnes, ovos, pescado, mel e outros produtos caso as exigências sanitárias não sejam plenamente atendidas até setembro, ampliando a pressão sobre o setor produtivo brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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