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Integridade no setor de infraestrutura é destaque em fórum realizado nesta quarta (24)

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Pilar essencial para garantir credibilidade, segurança jurídica e eficiência nos projetos de infraestrutura, a integridade esteve no centro do debate promovido nesta quarta-feira (24), na sede do Ministério dos Transportes.

“Os principais fundos de infraestrutura do mundo exigem uma imagem, uma reputação muito focada na questão de valores, de compliance, de ética. Integridade agrega valor, capacidade e reduz riscos operacionais”, destacou o secretário-executivo do MT, George Santoro.

A 1ª Conferência do Fórum de Integridade da Infraestrutura, que reuniu especialistas, gestores públicos e representantes do setor privado, foi realizada pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).

“Esse não é um evento isolado, é um grupo de trabalho que se reúne mensalmente, com apoio das grandes lideranças de todos os modais. Temos pautas e projetos definidos, incluindo metas de integridade, e uma metodologia para medir a aderência às boas práticas. O mais interessante é o esforço de cada participante para superar essas metas”, explicou o diretor-presidente da ABCR, Marco Aurélio Barcellos.

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No caso do Ministério dos Transportes, as boas práticas, adotadas como políticas internas, são amplamente reconhecidas.

Depois de liderar o ranking de transparência ativa da Controladoria Geral da União (CGU) em 2023, o ministério repetiu o bom desempenho em 2024, atingindo a nota máxima de 100%. A meta agora é alcançar o Nível 5 de excelência em integridade até dezembro, dentro de um processo contínuo de aprimoramento institucional.

A avaliação integra o Modelo de Maturidade em Integridade Pública (MMIP), ferramenta desenvolvida pela CGU para medir a conformidade de órgãos públicos com boas práticas de governança, transparência e combate à corrupção.

Ao assumir a gestão do Ministério dos Transportes em 2023, a pasta, liderada por Renan Filho, não atingia sequer o nível 1 do MMIP. Pouco mais de dois anos depois, chega ao nível 3, resultado da implantação de comitês de Controle Interno, Governança, Política Pública de Sustentabilidade, Nepotismo e Partes Relacionadas.

“As agendas da CGU visam fortalecer programas de integridade nas empresas, promovendo um ambiente de negócios mais saudável, ético e rigoroso, contribuindo para o desenvolvimento do país e a reorganização das relações entre estado e mercado”, afirmou o ministro da CGU, Vinicius de Carvalho.

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Vander Costa, presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), principal entidade representativa do setor de transporte e logística no Brasil, também participou do evento.

“No passado algumas concessões não deram certo, talvez por ter faltado a responsabilidade, a transparência e a integridade. E agora, nos novos modelos, são contratos que trazem a transparência, que possibilitam sua efetividade”, disse.

A cerimônia de abertura do fórum contou ainda com a presença da secretária-executiva adjunta do Ministério de Portos e Aeroportos,Thairyne Oliveira, e a diretora-executiva da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (ABCON), Cristiane Ferreira.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Maio Amarelo mobiliza o País em defesa da vida no trânsito com ações lideradas pela PRF

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Brasília, 5/5/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) participou, nesta terça-feira (5), do lançamento da campanha Maio Amarelo 2026, em Brasília (DF). Com o tema No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas, a iniciativa, conduzida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), reforça a segurança viária como prioridade de política pública.

Criado em 2011, a partir de iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), o Maio Amarelo se consolidou como um movimento internacional de conscientização. No Brasil, a campanha mobiliza ações integradas de educação e fiscalização ao longo do mês.

Durante a cerimônia, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, declarou que reduzir a violência no trânsito depende de uma mudança de comportamento sustentada por políticas públicas articuladas. Ao lembrar que mais de 6 mil pessoas morreram em rodovias federais em 2025, ressaltou que a responsabilidade é compartilhada entre poder público e sociedade.

O ministro defendeu que a combinação entre fiscalização e educação é o caminho mais eficaz para salvar vidas. Nesse sentido, pontuou que a atuação conjunta entre o MJSP e o Ministério da Educação (MEC) pode ampliar o alcance das ações, com a inclusão do tema nos currículos escolares e o fortalecimento da formação cidadã desde cedo.

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“Quando a educação se soma à fiscalização, conseguimos transformar comportamento. Assim como o uso do cinto de segurança se tornou um hábito, outras condutas, como o uso do capacete e o respeito às regras, também podem ser incorporadas pela sociedade”, disse.

Entre as ações previstas para o período, estão o reforço da fiscalização nas rodovias federais e a ampliação de atividades educativas. Ao detalhar as diretrizes da campanha, o diretor-geral da PRF, Fernando Oliveira, ressaltou que é preciso romper com a naturalização das mortes no trânsito. “Segurança viária é garantir que as pessoas concluam seus deslocamentos com proteção. O foco é preservar vidas”, acrescentou.

Ele ressaltou que, apesar dos avanços na infraestrutura, os índices de mortalidade seguem elevados, principalmente em razão do comportamento dos condutores, o que exige atuação integrada entre diferentes órgãos, como os Detrans, a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, avaliou que a mudança passa por enfrentar questões culturais, como a resistência ao uso do capacete entre motociclistas. Segundo ele, além da conscientização, é necessário fortalecer a fiscalização para garantir o cumprimento das normas.

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“Respeitar as regras de trânsito é uma medida de civilidade e é fundamental para preservar vidas”, pontuou. O secretário concluiu ao enfatizar que o Maio Amarelo deve impulsionar essa transformação, estimulando atitudes responsáveis e o compromisso coletivo com a segurança viária.

A cerimônia, realizada na sede da PRF, marcou o início da mobilização nacional em torno de um trânsito mais seguro.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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