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Abate de frangos cresce 1,9% no 1º semestre de 2025 com Paraná liderando produção

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O abate de frangos no Brasil alcançou 3,286 bilhões de cabeças no primeiro semestre de 2025, representando um crescimento de 1,9% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram abatidas 3,224 bilhões de aves. Os dados foram divulgados pelo Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), com base em informações do IBGE.

O aumento representa 62,267 milhões de cabeças a mais no período. Entre os estados que registraram crescimento no abate estão Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Bahia. Já Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso tiveram queda nos números.

Paraná mantém liderança no abate e na produção de carne

O Paraná segue como principal produtor do país, com 34,4% do abate nacional, contabilizando 1,132 bilhão de cabeças abatidas no primeiro semestre. Em termos de volume de carne, o estado produziu 2,480 milhões de toneladas, representando 35,2% da produção nacional, com crescimento de 1,5% em relação ao mesmo período de 2024 (2,443 milhões de toneladas).

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Outros estados de destaque incluem:

  • Santa Catarina: 13,8% do abate e 943,686 mil toneladas de carne (+4,4%)
  • Rio Grande do Sul: 11,4% do abate e 682,364 mil toneladas (+6,5%)
  • São Paulo: 11,1% do abate e 824,159 mil toneladas
  • Goiás: 257,600 milhões de cabeças abatidas e 575,470 mil toneladas de carne

No total, os três principais estados – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – contribuíram com 58,3% do abate nacional, acrescentando 36.722 toneladas, 39.464 toneladas e 40.949 toneladas, respectivamente, à produção nacional de carne de frango.

Pesquisa detalha dados de abate e fiscalização

O boletim destaca que a pesquisa considera o total de cabeças abatidas e o peso das carcaças para bovinos, suínos e frangos, incluindo apenas estabelecimentos com fiscalização sanitária federal, estadual ou municipal.

A Pesquisa Abate Trimestral de Frangos de Corte é realizada de forma trimestral, com detalhamento mensal dos dados. No segundo trimestre de 2025, participaram 297 informantes em todo o país, sendo 45 no Paraná.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Retomada histórica da participação social no setor da Aquicultura e Pesca no Distrito Federal

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, esteve presente nesta sexta-feira (19), na etapa brasiliense da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca (CNAP), realizada em Brasília, no auditório da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF). A conferência contou com as presenças de representantes dos setores da Pesca e Aquicultura, de órgãos públicos, empresários e pescadores artesanais.

Em seu discurso, o ministro Edipo Araujo destacou a pluralidade de atores sociais envolvidos nas discussões sobre a Pesca e Aquicultura no Distrito Federal. “Os temas apresentados na conferência são necessários para o Distrito Federal e para o país. O Governo do Brasil e o MPA não se distanciaram dos pescadores e aquicultores da região, e investimos mais de R$ 2 milhões para fortalecer empreendimentos, com assistência técnica, parcerias com o SENAR, o curso de multiplicadores aquícolas, entre outras ações”, afirmou.

O representante dos aquicultores, Ivan Engler, salientou o desafio da organização da cadeia produtiva na região. “Precisamos discutir neste espaço o avanço de políticas públicas que consigam atingir diretamente a aquicultura e a economia dos produtores, em especial a produção de tilápias”, frisou.

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A pescadora do Lago Paranoá, Sebastiana de Almeida, apresentou a realidade da pesca artesanal. “Enfrentamos desafios na pesca no lago e estamos aqui para entender e contribuir para a preservação da pesca artesanal no Paranoá”, disse.

A 4ª Conferência Nacional da Aquicultura e Pesca (CNAP) representa uma retomada histórica, uma vez que a última edição ocorreu em 2009. A realização da CNAP reforça a importância da participação social no setor de Pesca e Aquicultura, colocando em prática o parágrafo único do artigo 193 da Constituição Federal: “O Estado exercerá a função de planejamento das políticas sociais, assegurada, na forma da lei, a participação da sociedade nos processos de formulação, monitoramento, controle e avaliação dessas políticas”.

A etapa nacional acontecerá de 11 a 13 de novembro de 2026, em Brasília (DF), e tem como tema: “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”. Com a realização das conferências, o Governo do Brasil reafirma o compromisso com a participação social para a melhoria do setor aquícola e pesqueiro.

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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