Tribunal de Justiça de MT

CNJ institui a Política Nacional de Comunicação Social do Poder Judiciário

Publicado

O Conselho Nacional de Justiça instituiu a Política de Comunicação Social no âmbito do Poder Judiciário por meio da Resolução nº 640, de 23 de setembro de 2025, visando garantir o alinhamento aos princípios constitucionais da Administração Pública, ao Regimento Interno e ao Planejamento Estratégico das instituições.

Além dos princípios constitucionais, a norma considera a importância do alinhamento da linguagem e do discurso institucional entre os órgãos que integram o Judiciário, respeitando-se as particularidades regionais e a utilização dos veículos oficiais de comunicação e o disposto no Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples e a Resolução CNJ nº 305/2019, que estabelece os parâmetros para o uso das redes sociais. Assim, os tribunais poderão estabelecer normas complementares no âmbito de sua atuação.

Entre as ações de Comunicação Social do Poder Judiciário estabelecidas pelo CNJ estão a adoção de linguagem simples, direta, compreensível e acessível pela sociedade; o estímulo ao debate e formulação de políticas públicas que envolvam direitos e deveres; o enfrentamento à desinformação; a conscientização da sociedade sobre a missão e a importância do Judiciário como instrumento de garantia da democracia, dos direitos fundamentais e da paz social, entre outros.

Leia mais:  Junho Vermelho: Coleta de sangue no TJMT é prorrogada até sexta-feira (24)

A Resolução, assinada pelo presidente do STF e do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, estabelece ainda as atribuições das unidades nos órgãos, instrumentos para o seu cumprimento e institui um Sistema de Comunicação do Poder Judiciário (SICJUS), formado por Secretarias nos âmbitos do CNJ, tribunais superiores e unidades de Comunicação Social dos Tribunais de Justiça dos Estados e dos Tribunais Federais, atuando em conjunto com a Secretaria de Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal.

Coordenadoria de Comunicação do TJMT

No Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Coordenadoria de Comunicação tem a missão de informar a sociedade sobre os serviços, ações, projetos, metas, iniciativas e decisões da Justiça Estadual que sejam de interesse público e coletivo, além de promover a integração dos seus meios de comunicação (TV.JUS, Rádio TJ, Portal e Mídias Sociais) como ferramentas para criar relevância e identidade perante a opinião pública.

A Coordenadoria de Comunicação do TJMT atua como auxiliar nas capacitações desenvolvidas pelas Escolas dos Servidores e da Magistratura, criando vídeos e tutoriais voltados para os magistrados (as), servidores (as), advogados (as) e membros (as) do Ministério Público. A equipe da Coordenadoria de Comunicação também é responsável pelas transmissões ao vivo das sessões de julgamento do Tribunal de Justiça e de todos os eventos online ou híbridos realizados pelo Poder Judiciário.

Leia mais:  TJMT e Banco do Brasil firmam cooperação para ampliar conciliação e renegociação de dívidas

Clique aqui para conhecer mais sobre a CCom do TJMT.

Clique aqui para acessar a íntegra da Resolução 640/2025 doCNJ.

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Tribunal de Justiça de MT

Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

Publicado

Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

Leia mais:  Núcleo de Sustentabilidade expõe Plano de Resíduos Sólidos e lança ecoponto itinerante

O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

Leia mais:  Junho Vermelho: Coleta de sangue no TJMT é prorrogada até sexta-feira (24)

Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana