Tribunal de Justiça de MT

Projeto Nosso Judiciário apresenta funcionamento da Justiça para alunos da UNIASSELVI

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) abriu suas portas, nesta terça-feira (14 de outubro), para receber alunos do curso de Direito do Centro Universitário Leonardo Da Vinci (UNIASSELVI). A ação faz parte do projeto “Nosso Judiciário”, que apresenta aos acadêmicos de Direito a estrutura e funcionamento do Poder Judiciário, oportunizando que eles vivenciem na prática o que foi aprendido na teoria.
Desde sua criação, o projeto já atendeu mais de 11 mil acadêmicos. Na atividade desta segunda, os futuros operadores do Direito acompanharam uma sessão de julgamento e visitaram o Espaço Memória, onde fica o acervo histórico dos mais de 150 anos do Judiciário mato-grossense. Além disso, tiveram a oportunidade de ouvir e tirar dúvidas sobre a atuação do Judiciário estadual com o juiz Luis Otávio Pereira Marques, titular da 3ª Vara Cível da Comarca de Várzea Grande.
“É uma satisfação participar pela segunda vez do Nosso Judiciário, que está em execução há mais de uma década no nosso Tribunal de Justiça. Esse projeto faz essa interação entre os acadêmicos e o Poder Judiciário, permitindo que eles conheçam de perto a atuação do juízo, a história, e vejam como são feitas as sessões de julgamento. Parabenizo os coordenadores do projeto e desejo que deem continuidade”, disse o juiz
A participação dos estudantes foi organizada pela professora Angélica Siqueira, que classificou o Nosso Judiciário como imprescindível para aproximá-los da instituição. “Nós da UNIASSELVI acreditamos que esse momento permite que eles vivenciem de fato como que a justiça funciona. É importante que vejam como acontecem as sessões e a sustentação oral, para que estejam preparados para a vida de operadores do direito”, afirmou.
Rosani dos Santos Prado é aluna do oitavo semestre e, por meio do Nosso Judiciário, esteve no Tribunal de Justiça de Mato Grosso pela primeira vez. A estudante enfatizou que viveu uma experiência completa, suprindo as expectativas do que imaginava antes da atividade. De acordo com ela, a iniciativa faz com que os acadêmicos consigam visualizar seus próximos passos, ajudando a decidir o caminho que seguirão na carreira jurídica.
“Foi a primeira vez que consegui participar dessa oportunidade, foi um divisor de águas. Ela nos ajuda a ter contato com a realidade. Sair da sala de aula, vir para a prática, ver como os magistrados atuam, as movimentações, a divisão das instâncias, faz toda a diferença. Isso tudo abre os caminhos para vermos, como futuros operadores do direito, em que campo vamos atuar”, avaliou Rosani.

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Maycon Xavier

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Mobilização social: Explicando Direito aborda atuação jurídica em defesa dos catadores

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O podcast Explicando Direito desta semana aborda um tema essencial para a justiça social e ambiental: a atuação dos catadores e catadoras de materiais recicláveis. A convidada do episódio é a defensora pública de Mato Grosso Carolina Renée Pizzini Weitkiewic para falar sobre o assunto.
Cerca de 90% de tudo o que é reciclado no Brasil passa pelas mãos desses trabalhadores, que historicamente enfrentam invisibilidade, precariedade e exclusão. Em Mato Grosso, o Direito tem sido utilizado como ferramenta de transformação social, viabilizando a organização de famílias, a superação de lixões e a criação de associações e cooperativas com geração de renda. Nesse sentido, Caroline apresenta o trabalho do Grupo de Atuação Estratégica de Direitos Individuais e Coletivos dos Catadores e Catadoras de Mato Grosso (Gaedic), projeto realizado em Água Boa, de atuação contínua, que passou a unir assistência jurídica, articulação de diversas instituições e mobilização da sociedade.
Ainda na entrevista concedida à jornalista Elaine Coimbra, a defensora apontou que a valorização dos catadores impacta diretamente a coletividade, ao contribuir para cidades mais limpas, redução de enchentes e proteção ambiental. Segundo ela, a responsabilidade pela destinação correta dos resíduos é compartilhada, e começa dentro das casas, com a separação adequada do lixo reciclável.
“Como as pessoas que estão na sua casa podem contribuir? Fazendo a separação. Depois que tiver utilizado uma caixinha de leite, por exemplo, passe uma água, amasse direitinho e coloque separada dos outros materiais. Utilizou um papelão, comprou um sapato que veio numa caixa, separe, não coloque com lixo orgânico, porque essa caixa é matéria-prima para esses catadores e para a destinação ambientalmente adequada, que é o que se pressupõe no Lixo Zero. (…) Nada vai ser possível se as pessoas não se conscientizarem. É dentro das casas que isso tem que mudar, a partir dessa separação.”
A íntegra da entrevista está disponível no Spotify do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Clique neste link para conferir.
Para ouvir o programa pela rádio, acesse esse link.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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