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MPor, Antaq e B3 realizam segundo bloco de leilões portuários de 2025

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e a B3 realizam o segundo bloco da carteira de leilões portuários selecionada para 2025.

Com investimentos estimados em mais de R$ 1,22 bilhão, essa etapa contempla o leilão de arrendamento das áreas portuárias de Maceió (TMP) e do Rio de Janeiro (RDJ07), marcado para às 10h do dia 22 de outubro, além da concessão do acesso Aquaviário do Porto de Paranaguá (PR), que ocorrerá às 14h do mesmo dia, também na B3, em São Paulo.

O Terminal Marítimo de Passageiros (TMP) de Maceió, localizado no Porto Organizado de Maceió (AL), é dedicado à movimentação de passageiros e prevê investimentos de R$ 3,75 milhões. Já o terminal RDJ07, no Porto do Rio de Janeiro, será voltado à movimentação de cargas de apoio logístico offshore, destinadas às atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural, com investimentos estimados em R$ 99,4 milhões. O prazo contratual de ambos os projetos é de 25 anos.

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A concessão do acesso Aquaviário do Porto de Paranaguá (PR) representa um marco inédito para o setor portuário nacional, por se tratar do primeiro canal de acesso brasileiro a ser leiloado. O projeto prevê investimentos de R$ 1,2 bilhão ao longo de 25 anos, com possibilidade de prorrogação contratual por até 70 anos.

Atendimento aos jornalistas
Profissionais de imprensa poderão acompanhar o leilão presencialmente ou pela internet. É necessário credenciamento pelo e-mail , para participar presencialmente. Ao final da cerimônia, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, atenderá os jornalistas presentes.

Serviço:
O que: Leilão de áreas portuárias em Maceió (AL) e no Rio de Janeiro (RJ)
Data: quarta-feira, 22 de outubro de 2025
Horário: 10h
Local: R. Quinze de Novembro, 275, São Paulo – SP
Transmissão:* https://www.tvb3.com.br

O que: Concessão do acesso Aquaviário ao Porto de Paranaguá
Data: quarta-feira, 22 de outubro de 2025
Horário: 14h
Local: R. Quinze de Novembro, 275, São Paulo – SP
Transmissão: https://www.tvb3.com.br

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Semana do Trabalhador e da Trabalhadora mostra a força da economia solidária

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Do artesanato ao hortifrúti, quem passou pela Semana do Trabalhador e da Trabalhadora, organizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na Esplanada dos Ministérios entre os dias 4 e 8 de maio, pôde conferir esses e muitos outros produtos expostos e comercializados na feira promovida pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes).

Ao todo, foram 30 estandes que reuniram mais de 50 empreendimentos de economia solidária do Distrito Federal e do Entorno. Entre eles, estava a banca do José Roberto Machado, que atua no ramo da agricultura familiar e é conhecido como Zé do Coco, apelido que ganhou por ter sido um dos fundadores da Cooperativa de Coco do DF. A iniciativa recicla e dá nova utilidade às cascas de coco, que são transformadas em vasos, tapetes, estofamentos para carros, adubos e diversos outros produtos.

Na Semana do Trabalhador e da Trabalhadora, a equipe de Zé, composta majoritariamente por assentados e agricultores familiares, expôs produtos produzidos de forma artesanal. “Aqui nós temos produtos caseiros, como flocão, café orgânico e broa de milho”, destacou. O feirante ressaltou a importância da economia solidária e da agricultura familiar para a preservação ambiental e para a produção de alimentos saudáveis.

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Já o artesão Alex Magno, que trabalha com placas e imãs personalizados, destacou a possibilidade de alcançar diferentes públicos do Distrito Federal. “Aqui você tem um público muito diversificado, amplo. Isso permite expor o seu produto para uma variedade muito grande de pessoas”, ressaltou.

Economia solidária

A economia solidária é um modelo econômico baseado na cooperação, na autogestão e na solidariedade entre os participantes. Reúne práticas que envolvem produção, distribuição e consumo, priorizando o ser humano e o meio ambiente em detrimento do lucro individual.

Para a coordenadora de Monitoramento e Avaliação do Departamento de Parcerias e Fomento da Senaes, Claudia Machado, o modelo aponta para a construção de uma alternativa mais inclusiva. “A Economia Solidária tem esse olhar de um outro mundo possível, tem essa lógica de um universo de inclusão, com geração de trabalho e renda”, afirma.

Para a educadora aposentada Adenilce Maria, que expôs produtos ligados à cultura afro, a economia solidária é uma forma mais coletiva e humana de organizar o trabalho. “Quanto mais juntos, quanto mais próximos nós estamos, melhor nós produzimos, melhor nos compreendemos e nos aceitamos. Na economia solidária, todas somos donas dos nossos trabalhos e das nossas rendas. Compartilhamos tristezas, alegrias, gostos, vendas e produção”, destacou.

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Sobre a Semana do Trabalhador e da Trabalhadora

A Semana do Trabalhador e da Trabalhadora é uma iniciativa do MTE que integra as celebrações do Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio. O evento ocorre entre os dias 4 e 8 de maio, no estacionamento do Bloco F, na Esplanada dos Ministérios. O objetivo é promover uma programação especial voltada à valorização do trabalho e à ampliação do acesso a serviços públicos.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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