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Missão Dubai: Investimento de R$ 1,6 bilhão no Porto de Santos e parcerias para ampliação da malha internacional são destaques em missão oficial

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A missão oficial do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, encerrou-se com resultados expressivos para a infraestrutura e a indústria brasileiras. Liderada pelo ministro Silvio Costa Filho, a comitiva brasileira volta ao país com o anúncio de R$ 1,6 bilhão em investimentos privados para o Porto de Santos e avanços significativos nas negociações para ampliar a malha aérea internacional em regiões brasileiras.

A visita, que reuniu autoridades e grandes agentes globais de logística entre os dias 18 e 21 de novembro, serviu para reafirmar o Brasil como um destino seguro para o capital estrangeiro e para alinhar o país às melhores práticas mundiais de inovação e sustentabilidade.

“Viemos mostrar que o Brasil é um parceiro seguro, previsível e aberto a investimentos que gerem desenvolvimento. O saldo desta missão é a prova de que o mercado internacional confia no atual momento do país, seja aportando recursos na nossa infraestrutura portuária, seja comprando a tecnologia da nossa indústria aeronáutica”, avaliou o ministro Silvio Costa Filho.

“O saldo desta missão é a prova de que o mercado internacional confia no atual momento do país” Silvio Costa Filho

Modernização portuária

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O principal anúncio financeiro da missão foi a confirmação de um aporte de R$ 1,6 bilhão pela DP World, gigante global de logística, para a ampliação de suas operações no Porto de Santos (SP). O investimento visa elevar a capacidade de movimentação do terminal para 2,1 milhões de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) até 2028 e inclui a construção de um novo píer, modernização de equipamentos e ampliação do cais em 190 metros.

Além de garantir recursos, a missão focou na troca de experiências e no intercâmbio de boas práticas entre os países. A comitiva técnica brasileira visitou o Porto de Jebel Ali, um dos mais modernos do mundo, para conhecer tecnologias como o sistema Boxbay, que multiplica a eficiência no armazenamento de cargas.

Conectividade e turismo

A ampliação do turismo e das rotas comerciais também foi pauta central da missão ao país dos Emirados Árabes Unidos. Em reunião com o presidente da Emirates Airlines, Tim Clark, o governo brasileiro avançou nas tratativas para levar voos da companhia para a região Nordeste, descentralizando a entrada de turistas estrangeiros no Brasil.

Encontro com Tim Clark
Encontro com Tim Clark
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A agenda de sustentabilidade permeou os encontros com representantes locais, como a Autoridade Geral de Aviação Civil da Arábia Saudita e a Dnata. Foram discutidos investimentos na produção de combustível sustentável de aviação (SAF) no Brasil e cooperação técnica para o desenvolvimento de eVTOLs (os “carros voadores”), posicionando o Brasil na vanguarda da descarbonização do setor.

A missão também reforçou laços institucionais voltados à segurança. O ministro se reuniu com o presidente da Interpol, major-general Ahmed Naser Al-Raisi, para debater a proteção do espaço aéreo e de rotas logísticas, uma pauta prioritária para garantir a integridade das operações de comércio exterior brasileiras.

A delegação do Ministério de Portos e Aeroportos contou ainda com a presença do secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, e do diretor-presidente da Anac, Tiago Faierstein.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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