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Paraná conclui etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho e aprova 14 propostas

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A etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT) foi realizada no dia 3 de dezembro, em Curitiba, reunindo representantes de trabalhadores, empregadores e governo para discutir os desafios do mundo do trabalho e construir propostas que serão apresentadas na etapa nacional, prevista para março de 2026, em São Paulo. O encontro ocorreu na sede da Polícia Rodoviária Federal e resultou na aprovação de 14 propostas prioritárias para o estado.

A mesa de abertura contou com a presença do secretário de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Gilberto Carvalho, que representou o ministro Luiz Marinho. Em sua fala, Carvalho destacou a importância do diálogo social como ferramenta para enfrentar as rápidas transformações do mercado de trabalho e fortalecer políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico e social.

A superintendente regional do Trabalho e Emprego do Paraná, Regina Cruz, ressaltou o compromisso do estado com a construção de políticas baseadas na escuta qualificada e na articulação entre governo, trabalhadores e empregadores. “O Paraná tem avançado porque dialoga e busca soluções conjuntamente”, afirmou.

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Também participaram da abertura a diretora de Fomento e Renda da Secretaria de Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná, Suelen Glinski; a representante da bancada dos trabalhadores, Rejane Soldani Sobreiro, presidenta do Sindicato dos Servidores da Guarda Municipal de Curitiba (SIGMUC); e o representante da bancada dos empregadores, João Alberto Soares de Andrade, vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

Ao longo do dia, os participantes debateram temas como qualificação profissional, inclusão produtiva, impactos das novas tecnologias, fortalecimento da negociação coletiva e ampliação da formalização das relações de trabalho. As 14 propostas aprovadas seguem agora para a etapa nacional, onde contribuirão para definir diretrizes que orientarão o futuro das políticas públicas de trabalho e emprego no país.

Mais informações sobre a II Conferência Nacional do Trabalho estão disponíveis aqui

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Nacional

Maio Amarelo mobiliza o País em defesa da vida no trânsito com ações lideradas pela PRF

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Brasília, 5/5/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) participou, nesta terça-feira (5), do lançamento da campanha Maio Amarelo 2026, em Brasília (DF). Com o tema No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas, a iniciativa, conduzida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), reforça a segurança viária como prioridade de política pública.

Criado em 2011, a partir de iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), o Maio Amarelo se consolidou como um movimento internacional de conscientização. No Brasil, a campanha mobiliza ações integradas de educação e fiscalização ao longo do mês.

Durante a cerimônia, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, declarou que reduzir a violência no trânsito depende de uma mudança de comportamento sustentada por políticas públicas articuladas. Ao lembrar que mais de 6 mil pessoas morreram em rodovias federais em 2025, ressaltou que a responsabilidade é compartilhada entre poder público e sociedade.

O ministro defendeu que a combinação entre fiscalização e educação é o caminho mais eficaz para salvar vidas. Nesse sentido, pontuou que a atuação conjunta entre o MJSP e o Ministério da Educação (MEC) pode ampliar o alcance das ações, com a inclusão do tema nos currículos escolares e o fortalecimento da formação cidadã desde cedo.

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“Quando a educação se soma à fiscalização, conseguimos transformar comportamento. Assim como o uso do cinto de segurança se tornou um hábito, outras condutas, como o uso do capacete e o respeito às regras, também podem ser incorporadas pela sociedade”, disse.

Entre as ações previstas para o período, estão o reforço da fiscalização nas rodovias federais e a ampliação de atividades educativas. Ao detalhar as diretrizes da campanha, o diretor-geral da PRF, Fernando Oliveira, ressaltou que é preciso romper com a naturalização das mortes no trânsito. “Segurança viária é garantir que as pessoas concluam seus deslocamentos com proteção. O foco é preservar vidas”, acrescentou.

Ele ressaltou que, apesar dos avanços na infraestrutura, os índices de mortalidade seguem elevados, principalmente em razão do comportamento dos condutores, o que exige atuação integrada entre diferentes órgãos, como os Detrans, a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, avaliou que a mudança passa por enfrentar questões culturais, como a resistência ao uso do capacete entre motociclistas. Segundo ele, além da conscientização, é necessário fortalecer a fiscalização para garantir o cumprimento das normas.

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“Respeitar as regras de trânsito é uma medida de civilidade e é fundamental para preservar vidas”, pontuou. O secretário concluiu ao enfatizar que o Maio Amarelo deve impulsionar essa transformação, estimulando atitudes responsáveis e o compromisso coletivo com a segurança viária.

A cerimônia, realizada na sede da PRF, marcou o início da mobilização nacional em torno de um trânsito mais seguro.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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