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MBRF conclui transição global para uso de ovos cage-free e reforça liderança em bem-estar animal

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MBRF amplia compromisso com sustentabilidade e bem-estar animal

A MBRF, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, anunciou a conclusão da transição global para o uso exclusivo de ovos cage-free em seus processos industriais. A meta, que já havia sido alcançada no Brasil desde 2020, agora se estende a todas as operações internacionais, antecipando em um ano o prazo global inicialmente previsto para dezembro de 2025.

Com a conquista, a companhia reforça seu compromisso com práticas produtivas éticas, sustentáveis e alinhadas ao bem-estar animal, ampliando o impacto positivo de suas ações em escala mundial.

Implementação global contou com parceria de produtores locais

A transição internacional envolveu trabalho conjunto com fornecedores e produtores locais, especialmente em regiões onde o sistema cage-free ainda enfrenta desafios de implementação, como Turquia e Emirados Árabes Unidos.

Para viabilizar a mudança, a MBRF investiu em capacitação técnica, infraestrutura e adoção de novas práticas produtivas, além de implantar protocolos rigorosos de rastreabilidade e conformidade com padrões internacionais.

O acompanhamento contínuo assegura a sustentabilidade da meta alcançada e reforça o modelo de parceria que tem guiado a atuação da companhia em diferentes mercados.

Prática cage-free eleva padrões de bem-estar animal

O sistema cage-free elimina o confinamento das aves em gaiolas, permitindo que expressem comportamentos naturais e movimentem-se livremente.

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Segundo Ivomar Oldoni, diretor de agropecuária da MBRF, essa prática está alinhada aos princípios de Saúde Única, que integram a produção de alimentos seguros, o bem-estar animal e a sustentabilidade ambiental.

“O modelo contribui de forma significativa para o bem-estar das aves e atende às expectativas de clientes e consumidores cada vez mais atentos à origem dos alimentos e à responsabilidade das empresas”, destacou o executivo.

Avanços consolidados nas metas de bem-estar animal

A adoção global de ovos cage-free é apenas uma das várias metas alcançadas pela MBRF em seu programa de bem-estar animal. A companhia já garantiu que 100% das aves do sistema de integração sejam criadas livres de gaiolas, além de certificar todas as unidades de abate em conformidade com padrões internacionais.

Outro marco foi a eliminação da castração cirúrgica na cadeia de suinocultura. Esses avanços colocam a empresa entre as melhores classificadas no ranking internacional BBFAW (Business Benchmark on Farm Animal Welfare), o principal índice global de gestão de bem-estar dos animais de fazenda.

Sustentabilidade: um dos pilares estratégicos da MBRF

O bem-estar animal é um dos seis pilares da Plataforma de Sustentabilidade da MBRF, que busca unir produtividade, responsabilidade ambiental e respeito social.

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Entre as principais iniciativas estão:

  • Uso eficiente de água e energia;
  • Aproveitamento integral de alimentos e redução de desperdícios;
  • Corte nas emissões de gases de efeito estufa;
  • Gestão responsável da cadeia de fornecimento, com foco no controle de origem, combate ao desmatamento e promoção da inclusão social.

A companhia também adota diretrizes internacionais de bem-estar animal em toda a cadeia produtiva, abrangendo aves, suínos e bovinos, e assegura manejo e abate humanitários, tanto em unidades próprias quanto entre fornecedores parceiros.

Compromisso com os Cinco Domínios do bem-estar animal

Durante o manejo dos animais — desde a criação até a produção —, a MBRF segue os Cinco Domínios do bem-estar animal, que garantem:

  • Nutrição adequada,
  • Boa saúde,
  • Ambiente confortável,
  • Comportamento natural, e
  • Estado mental positivo.

Esses princípios, baseados nas diretrizes do Farm Animal Welfare Council do Reino Unido, representam uma evolução das tradicionais Cinco Liberdades dos Animais, oferecendo uma visão mais abrangente e científica sobre o cuidado animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Abertura da Colheita do Arroz 2027: áreas experimentais no RS entram em fase de preparo com forrageiras de inverno

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Os organizadores da 37ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas já iniciaram o preparo das áreas experimentais que serão utilizadas na edição de 2027. O trabalho está sendo realizado na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com foco na manutenção da qualidade biológica e química do solo.

A estratégia faz parte do manejo contínuo das lavouras demonstrativas e visa garantir melhores condições agronômicas para o cultivo do arroz na próxima safra de verão.

Manejo do solo começa meses antes da colheita

Embora o público associe a Abertura da Colheita do Arroz principalmente ao plantio e à colheita em si, o processo produtivo das áreas experimentais envolve etapas antecipadas de preparação do solo.

Após a realização da 36ª edição do evento, em fevereiro deste ano, as áreas que receberam as vitrines tecnológicas e a Lavoura Breno Prates passaram por novo ciclo de manejo.

Atualmente, os espaços estão sendo semeados com forrageiras de inverno, utilizadas como cobertura vegetal para preservação do solo até o próximo ciclo produtivo.

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A 37ª edição da Abertura da Colheita está prevista para ocorrer entre os dias 16 e 18 de fevereiro de 2027.

Forrageiras de inverno garantem qualidade do solo

O uso de plantas de cobertura é uma das principais estratégias adotadas no sistema de produção das áreas experimentais. O objetivo é manter a estrutura do solo protegida, além de preservar sua fertilidade e atividade biológica.

Segundo o diretor técnico da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), André Matos, o manejo com coberturas de inverno é essencial para garantir a sustentabilidade das áreas destinadas ao cultivo de arroz.

“A gente usa sempre essas coberturas de inverno visando a proteção do solo, com a preservação da qualidade biológica e química do mesmo. E, esse ano, fomos apoiados pelas empresas PGW e Raix, com coberturas modernas que estão sendo cada vez mais aprimoradas na sua utilização, visando a contribuição para a safra de verão”, explicou.

Mix de espécies reforça sustentabilidade do sistema

Neste ciclo de preparo, foi utilizado um mix de forrageiras e sementes de trevo, estratégia que contribui para melhorar a estrutura do solo, ampliar a fixação biológica de nitrogênio e reduzir a degradação ao longo do período de entressafra.

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As áreas experimentais funcionam como vitrines tecnológicas, permitindo a avaliação de práticas de manejo que podem ser aplicadas em larga escala pelos produtores de arroz no Rio Grande do Sul e em outras regiões de terras baixas.

Tecnologia e manejo antecipado fortalecem produção de arroz

O preparo antecipado das áreas reforça a importância da adoção de tecnologias de manejo conservacionista no cultivo de arroz irrigado.

Além de contribuir para a produtividade futura, as práticas adotadas pela Embrapa Clima Temperado e pela Federarroz buscam aumentar a eficiência do sistema produtivo e promover maior sustentabilidade agrícola.

Com isso, a preparação para a Abertura da Colheita do Arroz 2027 já começa a ganhar forma, consolidando o evento como referência nacional na difusão de tecnologias para a orizicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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