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MTE celebra o Dia Nacional da Economia Solidária com programação especial nesta segunda-feira (15)

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Em celebração ao Dia Nacional da Economia Solidária, comemorado em 15 de dezembro, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária (Senaes), promoverá, na próxima segunda-feira (15), uma programação especial. Dois seminários serão realizados no auditório da sede do MTE, em Brasília, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube(@canaltrabalho).

Pela manhã, às 10h, será realizado o seminário “Programa Paul Singer: resultados iniciais”, que apresentará um balanço das primeiras entregas do programa e promoverá um debate sobre desafios e próximas ações.

À tarde, a partir das 14h, acontecerá o Seminário de Relançamento do Observatório Nacional de Economia Popular e Solidária, realizado em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

Na ocasião, o IPEA apresentará dados da edição nº 80 do Boletim Mercado de Trabalho sobre economia solidária, enquanto o Dieese divulgará resultados preliminares de um estudo sobre desafios e avanços na política de financiamento dos Centros Públicos de Economia Solidária.

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A participação presencial no seminário da tarde requer inscrição prévia, que pode ser feita aqui

Serviço:

Seminário em homenagem ao Dia Nacional da Economia Solidária

Data: 15 de dezembro (segunda-feira)
Horário: 10h – Seminário: Programa Paul Singer: resultados iniciais
               14h – Seminário de Relançamento do Observatório Nacional de Economia Popular e Solidária
Local: Auditório do Ministério do Trabalho e Emprego
Endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco F, Brasília
Transmissão ao vivo: Canal do YouTube do MTE (@canaltrabalho)
 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Brasil tem mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais em andamento, cíveis e penais

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Brasília, 27/05/2026 – O Brasil tem hoje em andamento mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais relacionados às áreas cíveis e penais, incluindo pedidos de extradição e de transferência de pessoas condenadas, somando-se os emitidos pelo país com os recebidos de outras nações.

O número foi informado, nesta quarta-feira (27), pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. “Tudo isso é um sinal de que o Brasil é ator relevante e demandado no Sistema Internacional de Justiça”, afirmou Lima.

Os pedidos são operados pela Secretaria Nacional de Justiça, sob comando da secretária Maria Rosa Guimarães Loula, especificamente pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em articulação permanente com a Polícia Federal, o Ministério das Relações Exteriores, a Advocacia-Geral da União, o Ministério Público e a Defensoria Pública, além do Poder Judiciário e de outros parceiros.

“Esse trabalho apoia-se numa ampla rede normativa de mais de 120 acordos multilaterais e bilaterais. Na área penal, o Brasil mantém acordo de assistência jurídica com mais de 20 países e participa das Convenções das Nações Unidas contra o Crime Organizado, a Corrupção e os Crimes Cibernéticos. Vamos somar ainda, a tudo isso, tratados de extradição com cerca de 30 países e acordos de transferência de pessoas condenadas com outros 17. Instrumentos que dão efetividade às decisões judiciais com respeito à soberania e aos direitos fundamentais”, informou o ministro.

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Ele observou que decisões como a concessão de extradição ou a validação de atos internacionais são de competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, conforme o caso, e que o Ministério só pode se manifestar publicamente sobre esses temas com base em comunicações formais e dentro dos limites legais, inclusive quanto à proteção de dados e ao sigilo de investigações e recursos.

“O devido processo legal deve ser seguido em seu absoluto rigor. O esforço do Ministério da Justiça deve ser nessa direção, de manter um alto padrão de institucionalidade, que é o meu empenho”, assegurou Lima.

O ministro compareceu à Comissão para falar sobre a atuação internacional da Polícia Federal. Em sua exposição inicial, Wellington César Lima esclareceu que sua pasta não exerce função de direção da Polícia Federal, mas de supervisão finalística das atividades, sem interferência na condução técnica das investigações, atribuição exclusiva das autoridades policiais, conforme previsto na Constituição e na Lei nº 12.830/2013.

Desta forma, observou, não compete ao Ministério da Justiça determinar investigações, acelerar procedimentos ou acessar diligências sigilosas, sendo o controle da atividade policial exercido pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Também enfatizou que a autonomia técnica das investigações decorre da especialização institucional da Polícia Federal.

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O ministro reiterou a disposição permanente da pasta em manter diálogo transparente com o Parlamento e incorporar contribuições legislativas ao debate sobre segurança pública como política de Estado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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