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Operação Renorcrim causa perda de R$ 355 milhões ao crime organizado

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Brasília, 16/12/2025 – A terceira edição da Operação Renorcrim consolidou o avanço no enfrentamento às organizações criminosas no Brasil. Realizada entre os dias 24 de novembro e 5 de dezembro deste ano, a ação mobilizou, de forma simultânea e coordenada, as Polícias Civis das 27 Unidades da Federação, sob a liderança da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O impacto financeiro estimado às estruturas operacionais e econômicas do crime organizado é de R$ 355 milhões.

A operação integra a estratégia nacional de repressão qualificada a organizações criminosas, com foco na descapitalização de grupos ilícitos, no enfraquecimento de suas cadeias logísticas e na interrupção de atividades criminosas de alto impacto. A atuação conjunta do MJSP, por meio da Senasp, com as Polícias Judiciárias dos estados e do Distrito Federal permitiu a execução de diligências simultâneas em todo o território nacional, ampliando o alcance das ações e potencializando seus resultados.

Ao longo do período da operação, foram realizadas 603 prisões, além da apreensão de 202 armas de fogo, entre as quais oito fuzis e 14.139 munições. As forças de segurança também retiraram de circulação aproximadamente cinco toneladas de drogas, impactando diretamente o abastecimento do mercado ilegal e a capacidade operacional das organizações criminosas.

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No eixo patrimonial, a Operação Renorcrim apresentou resultados expressivos. Ao todo, foram apreendidos 387 veículos e 21.041 outros bens, avaliados em mais de R$ 79 milhões. Ainda, houve representação judicial para o bloqueio de R$ 838 milhões em ativos financeiros, dos quais R$ 196 milhões já se encontram efetivamente bloqueados até o momento. Essas medidas de constrição patrimonial reforçam a diretriz de enfraquecer financeiramente o crime organizado, atingindo o núcleo econômico dessas organizações.

Para o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, a operação demonstra a maturidade do modelo de atuação integrada adotado pelo MJSP. “A Operação Renorcrim é um exemplo claro da força da integração entre a Senasp e as Polícias Civis de todas as Unidades da Federação. Essas operações conjuntas evidenciam nossa capacidade de enfrentar o crime organizado, especialmente no que se refere à descapitalização dos grupos criminosos”, afirma.

O diretor da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi) da Senasp, Rodney da Silva, destaca que os resultados alcançados refletem o investimento contínuo em planejamento, inteligência e cooperação federativa.

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A Renorcrim evidencia que a integração entre inteligência policial, operações coordenadas e atuação patrimonial é fundamental para desarticular organizações criminosas de forma estruturante. O trabalho conjunto permite não apenas prender lideranças e integrantes, mas também retirar recursos que sustentam a atividade criminosa”, ressalta.

Segundo Rodney da Silva, a atuação simultânea em todo o País amplia a efetividade das ações e dificulta a reorganização dos grupos criminosos. “Quando as operações ocorrem de maneira sincronizada, reduzimos a capacidade de reação dessas organizações e aumentamos o impacto das medidas adotadas. Esse é um esforço permanente da Senasp em fortalecer a cooperação entre os entes federativos”, completa.

Integração e resultados

A Operação Renorcrim integra o conjunto de iniciativas estratégicas coordenadas pelo MJSP para o enfrentamento ao crime organizado, alinhadas às diretrizes do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). A expectativa da Senasp é de que novas edições da atividade continuem a fortalecer o trabalho integrado das Polícias Judiciárias, ampliando a capacidade do Estado brasileiro de prevenir e reprimir crimes de alta complexidade, com foco na proteção da sociedade e no enfraquecimento das organizações criminosas em todo o território nacional.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MME destaca avanços para ampliar a oferta e a competitividade de gás natural em evento do setor

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta terça-feira (23/6), do evento “Cheio de Gás”, promovido pelo Brazil Journal, em São Paulo. Durante a abertura, o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Dutra, que representou o ministro Alexandre Silveira, apresentou os avanços das políticas públicas voltadas à ampliação da oferta, ao aumento da concorrência e à redução dos custos do gás natural para a indústria e os consumidores brasileiros, ancoradas sobre o Programa Gás para Empregar, criado em 2023 sob a chancela do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Durante o debate, Dutra destacou que o mercado de gás natural vive uma nova fase no país, impulsionada pelas ações do Governo do Brasil no âmbito do programa Gás para Empregar. Entre os principais avanços, ressaltou a modernização do marco regulatório, o fortalecimento da atuação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o aumento da oferta de gás da União e a ampliação da concorrência no setor. As discussões do evento abordaram temas como segurança energética, desafios regulatórios, expansão da infraestrutura e o papel do biometano na transição energética.

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Em sua participação, o secretário destacou que o desenvolvimento do mercado de gás é estratégico para aumentar a competitividade da economia brasileira e impulsionar a reindustrialização do país. “Sob a liderança do presidente Lula e do ministro Alexandre Silveira, o mercado de gás deixou de ser uma promessa para se tornar um instrumento concreto de desenvolvimento. Estamos trabalhando para ampliar a oferta, aumentar a concorrência e garantir preços mais competitivos, sempre com segurança jurídica e previsibilidade para os investimentos”, afirmou.

Dutra também ressaltou as iniciativas voltadas à integração energética regional e ao aproveitamento do potencial do biometano, além dos novos projetos de infraestrutura previstos para os próximos anos. Segundo ele, o gás natural tem papel fundamental na segurança energética e na transição para uma economia de baixo carbono, contribuindo para a geração de empregos, a competitividade da indústria e a expansão de novos mercados.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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