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Leilões de Energia Existente movimentam R$ 6,48 bilhões e reforçam segurança elétrica em 2025

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O Ministério de Minas e Energia (MME) fechou o ano de 2025 com resultados expressivos nos Leilões de Energia Existente A-1, A-2 e A-3, realizados em novembro, conforme as diretrizes da Portaria Normativa nº 107. Os certames movimentaram R$ 6,48 bilhões em contratos de fornecimento para o período de 2026 a 2029, projetando uma economia total de R$ 1,18 bilhão para os consumidores brasileiros.

Voltados à comercialização de energia elétrica gerada por usinas já em operação, os leilões garantem o abastecimento das distribuidoras e reforçam a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Todos os contratos foram firmados na modalidade quantidade, sem atualização monetária, fortalecendo o compromisso com a desindexação das tarifas no Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e assegurando maior previsibilidade para o mercado.

Resultados dos certames

No A-1, a energia foi contratada por R$ 205,74/MWh, com deságio de 26,52% frente ao preço-teto de R$ 280/MWh. Os lotes contratados devem fornecer 600,40 MW médios, equivalente a mais de 10,5 milhões de MWh, no período de 2026 a 2027. O desconto obtido gerou uma economia estimada de R$ 781,12 milhões para o consumidor.

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Realizado para suprimento entre 2027 e 2028, o preço médio do A-2 atingiu R$ 205,40/MWh, com deságio de 14,42%. O certame contratou 631,40 MW médios, proporcionando uma economia adicional de R$ 383,30 milhões.

Já o A-3 registrou preço médio de R$ 212,88/MWh e deságio de 0,99%. No total, foram contratados 546,80 MW médios para fornecimento entre 2028 e 2029, garantindo uma economia de R$ 20,36 milhões.

Os resultados expressivos dos Leilões de Energia Existente reafirmam o compromisso com a neutralidade tecnológica, ao permitir a participação de todas as fontes de geração, e com eficiência no planejamento energético. Em um ano marcado por avanços regulatórios e modernização, os certames consolidam a estratégia do Governo do Brasil em assegurar mais competitividade, modicidade tarifária e segurança no abastecimento de energia elétrica no país.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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