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Programa Trabalho Saudável e Seguro na Pesca Artesanal abre inscrições para cadastro de reserva

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Fundacentro, instituição de ciência, tecnologia e inovação vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego, realiza chamamento público (Informação nº 37/2025/PBFUNDA/PRES) para formação de cadastro de reserva do Edital n°6/2025, voltado aPrograma Trabalho Saudável e Seguro na Pesca Artesanal.  oportunidades para agentes territoriais locais e para suporte e desenvolvimento de Tecnologia de Informação (TI). 

Ainscrições estão disponíveis de 18 a 22 de dezembro e devem ser feitas através do preenchimento e envio deste formuláriocom documentação conforme o item 3.3 do Edital n°6/2025, em formato PDF e com limite de 100MB.  

As bolsas para agentes territoriais locais têm valor mensal de R$ 3.500,00. Já as bolsas na área de TI, da equipe nacional, têm valor mensal de R$ 8.000,00. Em ambos os casos, a dedicação é de 40 horas semanais. Os requisitos estão disponíveis no edital do programa. 

As candidaturas serão classificadas por ordem de inscrição e só serão validadas se seguirem todos os requisitos do Edital n°6/2025As vagas para formação de cadastro de reserva estão disponíveis para os municípios relacionados no Anexo I do documento Informação n°37replicados abaixo: 

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Amazonas  

Anama, Anori, Autazes, Benjamin Constant, Beruri, Boa Vista do Ramos, Borba, Caapiranga, Careiro, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Fonte Boa, Guajará, Humaitá, Ipixuna, Iranduba, Itacoatiara, Jutaí, Lábrea, Manacapuru, Manaquiri, Manaus, Manicoré, Maraa, Parintins, Santo Antônio do Içá, São Paulo do Olivença, Tabatinga, Tapauá, Tefé, Urucará e Urucurituba. 

Bahia 

Barra, Bom Jesus da Lapa, Cansanção, Cariranha, Casa Nova, Conde, Cotegipe, Curaçá, Ibotirama, Itaparica, Itiúba, Jandaíra, Juazeiro, Malhada, Maragogipe, Morpará, Muquém de são Francisco, Nazaré, Paratinga, Pilão Arcado, Remanso, Riachão das Neves, Rodelas, Salinas da Margarida, Salvador, Santo Amaro, Santo Sé, São Francisco do Conde, Saubara, Serra do Ramalho, Sitio do Mato, Sobradinho, Sítio do Mato, Valença, Vera Cruz e Xique-xique.
 

Maranhão 

Anajatuba, Araioses, Bacabal, Bom Jardim, Icatu, Magalhães de Almeida, Matinha, Paço do Lumiar, Pedro do Rosário, Pindaré-Mirim, Pinheiro, Pio XII, Raposa, Rosário, Santa Helena, Santa Luzia do Paruá, Santa Quitéria, Santa Inês, São Bernardo, São José do Ribamar, São João Batista, São Luís, Tutóia, Urbano Santos, Viana e Zé Doca. 

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Pará 

Abaetetuba, Baião, Breu Branco, Breves, Cachoeira do Ariri, Cametá, Curralinho, Gurupá, Igarapé-Miri, Limoeiro do Ajurú, Mocajuba, Monte Alegre, Muaná, Óbidos, Oeiras do Pará, Ponta de Pedras, Prainha, Salvaterra, SantarémSoure, São Sebastião da Boa Vista e Tucuruí. 

Piauí  

Barras, Buriti dos Lopes, Cajueiro da Praia, Campo Largo do Piauí, Guadalupe, Ilha Grande, Joca Marques, José de Freitas, Luzilândia, Luiz Correa, Madeiro, Matias Olímpio, Murici dos Portelas, Nossa Senhora dos Remédios, Parnaíba e Teresina. 

Saiba mais

Acompanhe a página do Processo Seletivo Simplificado n°6/2025, voltado ao Projeto Matriz Trabalho Saudável e Seguro na Pesca Artesanal. Acesse o Edital n°6/2025 e o documento Informação n°37, antes de preencher o formulário de inscrições.

Texto: Fundacentro

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Operação Donos da Noite: ação integrada combate exploração sexual e resgata 22 mulheres em condições análogas à escravidão no Nordeste

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A ação integrada coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, resgatou 22 mulheres submetidas a condições análogas à escravidão em estabelecimentos onde ocorria exploração sexual nos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, durante a Operação Donos da Noite. A operação foi realizada entre os dias 10 e 16 de junho e reuniu diferentes instituições no enfrentamento às violações de direitos. Participaram o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Polícia Federal (PF), o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU). 

De acordo com informações da Auditoria Fiscal do Trabalho, as ações ocorreram nos municípios de Goiana (PE), Nova Cruz (RN), Guarabira, Pedro Régis e Alagoa Grande (PB), onde foram identificadas situações de tráfico de pessoas, servidão por dívida, jornada exaustiva e condições degradantes de trabalho. As investigações apontam que os estabelecimentos fiscalizados estavam vinculados a uma mesma organização criminosa.

Do total de vítimas resgatadas, quatro foram encontradas em Pernambuco e 18 na Paraíba, estado onde se concentrava o principal núcleo de atuação do grupo investigado. A maioria das mulheres era oriunda do Ceará e havia sido deslocada para trabalhar nos locais fiscalizados.

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Durante a operação, os auditores-fiscais do Trabalho constataram mecanismos utilizados para restringir a liberdade das trabalhadoras, incluindo o controle de dívidas e transferências compulsórias entre diferentes estabelecimentos administrados pela mesma organização. Também foram identificados relatos de violência e outras violações de direitos humanos.

A responsável apontada pela fiscalização como líder da organização foi formalmente notificada pela Auditoria Fiscal do Trabalho sobre a caracterização de trabalho em condições análogas à escravidão. O MTE determinou também a imediata interrupção das atividades, o pagamento das verbas trabalhistas devidas, o custeio do retorno das vítimas aos seus locais de origem e a adoção de medidas de proteção social.

Em Nova Cruz (RN), embora o estabelecimento estivesse fechado durante a fiscalização, foram encontrados registros de controle de dívidas, além de outros elementos que reforçam a atuação da organização criminosa no local.

Atuação integrada fortalece proteção às vítimas

A Operação Donos da Noite demonstra a importância da atuação articulada entre os órgãos públicos no enfrentamento ao tráfico de pessoas, à exploração sexual e ao trabalho escravo contemporâneo. A integração entre as instituições permitiu identificar as vítimas, reunir provas, responsabilizar os envolvidos e assegurar medidas imediatas de proteção às trabalhadoras resgatadas.

No âmbito da operação, a Auditoria Fiscal do Trabalho do MTE foi responsável pela fiscalização dos estabelecimentos, identificação das vítimas, caracterização das condições análogas à escravidão e adoção das medidas administrativas necessárias para garantir a proteção dos direitos das trabalhadoras.

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Além do resgate das trabalhadoras, a força-tarefa garantiu o acesso das vítimas à rede de proteção social e deu continuidade às investigações para aprofundar a apuração das responsabilidades trabalhistas e criminais dos envolvidos.

As investigações seguem em andamento, e novas vítimas poderão ser identificadas ao longo dos desdobramentos da operação.

Denúncias

Casos de trabalho análogo à escravidão, tráfico de pessoas e exploração sexual podem ser denunciados de forma anônima e segura por meio do Sistema Ipê, disponível em https://ipe.sit.trabalho.gov.br, ou pelo Disque 100, canal nacional de denúncias de violações de direitos humanos.

As denúncias recebidas são tratadas com sigilo e constituem importante instrumento para a identificação de vítimas e o combate às redes de exploração de trabalhadores em todo o território nacional.

O Sistema Ipê foi lançado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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