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Iluminação LED reduz até 30% do ciclo produtivo e fortalece enraizamento de mudas

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LED acelera crescimento e melhora enraizamento de mudas

Estudos realizados pela Silicon, empresa especializada em eficiência energética e tecnologia de iluminação profissional, mostram que a iluminação suplementar com LEDs pode reduzir em até 30% o ciclo produtivo de mudas em viveiros agrícolas. A tecnologia atua diretamente no ritmo de crescimento, enraizamento e uniformidade de plantas como eucalipto, pinus e café, antecipando a expedição em até 55 dias.

  • “O uso do espectro correto permite entregar mudas mais fortes e estáveis, reduzindo perdas e aumentando a previsibilidade de todo o processo produtivo”, explica Arthur Veríssimo, Gerente Comercial de LED Grow na Silicon.
Eucalipto Benthamii: mudas mais robustas e ciclo reduzido

No caso do Eucalipto Benthamii, testado na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), as mudas produzidas por propagação seminal tiveram:

  • 61% mais diâmetro;
  • 280% mais massa seca nas raízes;
  • 36% de aumento na taxa de germinação;
  • 15% de redução no ciclo de produção, do plantio à expedição.

Além de maior robustez, as mudas apresentaram altura controlada e menor estiolamento, garantindo lotes mais uniformes e resistentes.

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Pinus Taeda: antecipação de 30 dias no ponto de expedição

O Pinus Taeda, também avaliado na UDESC, demonstrou resultados semelhantes. Após 110 dias de cultivo, as mudas iluminadas com LED apresentaram:

  • 22% mais diâmetro;
  • 29% mais crescimento em altura;
  • Ponto mínimo de expedição alcançado 30 dias antes do lote controle.

Segundo Bruno Bassani, Gerente de Inovação da Silicon, “a suplementação luminosa acelera os ciclos sem comprometer a qualidade, gerando mudas mais uniformes, bem enraizadas e prontas para o campo”.

Café Conilon: uniformidade e ciclo 30% mais curto

Em viveiros comerciais, os resultados se repetem. No Viveiro Babilon e Viveiro Robusta, mudas de Café Conilon apresentaram:

  • 66% mais diâmetro;
  • Enraizamento mais robusto;
  • Controle de altura cerca de 15% menor que o lote controle;
  • Ciclo total reduzido de 180 para 125 dias, uma queda de 30%.

“O impacto aparece rapidamente. Desde as primeiras semanas, a uniformidade e vigor das mudas iluminadas chamam atenção”, comenta Veríssimo, reforçando os ganhos da tecnologia inclusive em períodos de inverno.

LEDs de espectro otimizado elevam padrão de viveiros

Os estudos evidenciam que a iluminação LED não apenas acelera o crescimento, mas também melhora a qualidade e homogeneidade das mudas, tornando-as mais preparadas para o plantio. Com benefícios comprovados em diferentes espécies, os LEDs de espectro otimizado surgem como uma solução estratégica para reduzir custos, encurtar ciclos produtivos e aumentar a eficiência nos viveiros agrícolas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de trigo segue firme no Brasil com oferta restrita, negócios pontuais e atenção à nova safra

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O mercado brasileiro de trigo mantém um cenário de sustentação nos preços neste início de julho, impulsionado principalmente pela oferta restrita da safra disponível e pelo ritmo lento das negociações no mercado físico. Mesmo com os contratos futuros apresentando leves oscilações na Bolsa de Chicago (CBOT), os fundamentos internos seguem favorecendo a firmeza das cotações no país.

Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que os negócios continuam ocorrendo de forma pontual, refletindo uma liquidez reduzida típica desta época do ano. A maior parte das indústrias moageiras já se encontra abastecida e demonstra pouca necessidade de realizar compras expressivas no curto prazo, direcionando sua atenção para contratos da nova safra, com entregas previstas entre setembro e outubro.

Do lado da oferta, produtores que ainda possuem trigo disponível permanecem firmes nas negociações, especialmente em São Paulo, onde os estoques são mais limitados. Essa postura contribui para manter as cotações sustentadas no mercado interno.

Mercado físico segue lento no Sul

Nos estados do Sul, o mercado continua registrando baixo volume de negócios. De acordo com a TF Agroeconômica, a demanda reduzida por farinha mantém a moagem em ritmo moderado, limitando novas aquisições por parte dos moinhos.

No Rio Grande do Sul, aproximadamente 12 mil toneladas foram negociadas na última semana. Os preços do trigo pão recuaram em relação ao fim de junho, refletindo o abastecimento já garantido para julho e a menor necessidade imediata de compras. O produto, que chegou a ser negociado a R$ 1.350 por tonelada, passou para uma faixa entre R$ 1.300 e R$ 1.330 por tonelada, dependendo das condições de entrega.

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Apesar da desaceleração das negociações, produtores demonstram preocupação com a próxima safra. Entre os principais desafios estão os elevados custos de produção, margens reduzidas, riscos climáticos associados ao fenômeno El Niño e a possibilidade de maior incidência de DON (Deoxinivalenol), micotoxina que compromete a qualidade do cereal.

Cooperativas das regiões Central e Noroeste do estado relatam expectativa de redução significativa da área cultivada, embora os números ainda dependam de confirmação oficial. As estimativas preliminares apontam produção próxima de 2,2 milhões de toneladas, bem abaixo das quase 4 milhões de toneladas registradas no ciclo anterior.

Santa Catarina e Paraná registram negociações pontuais

Em Santa Catarina, o mercado também permanece cauteloso. Os vendedores aguardam uma valorização adicional antes de ampliar as vendas. Houve registro de negociações envolvendo trigo gaúcho, enquanto parte da oferta local continua sem compradores devido aos preços pedidos pelos produtores.

No Paraná, os moinhos seguem realizando compras de oportunidade, com parte do abastecimento sendo complementada por trigo importado do Paraguai, buscando maior disponibilidade e qualidade do produto. Nos Campos Gerais foram negociadas entre 8 mil e 10 mil toneladas durante a última semana.

Já para a safra nova, ainda há poucos negócios efetivados. As indicações de preços permanecem próximas de R$ 1.400 por tonelada para entregas entre agosto e setembro, enquanto compradores e vendedores aguardam uma definição mais clara do cenário produtivo.

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Chicago abre em leve baixa após forte valorização

No mercado internacional, os contratos futuros de trigo iniciaram os negócios desta terça-feira com pequenas oscilações na Bolsa de Chicago, em um movimento técnico após os ganhos registrados na sessão anterior.

No início da manhã, os contratos apresentavam o seguinte comportamento:

  • Julho/2026: US$ 6,09 por bushel;
  • Setembro/2026: US$ 6,12 por bushel;
  • Dezembro/2026: US$ 6,27 por bushel.

Os investidores continuam acompanhando o desenvolvimento das lavouras no Hemisfério Norte, além do comportamento da demanda global, fatores que deverão influenciar a direção dos preços nas próximas semanas.

Oferta limitada continua sustentando os preços

Embora o mercado externo apresente volatilidade diária, os fundamentos internos continuam predominando na formação dos preços brasileiros. A baixa disponibilidade de trigo remanescente da safra anterior, aliada ao comportamento cauteloso de produtores e compradores, mantém o mercado equilibrado e com liquidez reduzida.

Ao mesmo tempo, cresce a expectativa em torno da evolução da safra brasileira de 2026. As condições climáticas nas principais regiões produtoras do Sul permanecem no radar dos agentes do mercado, já que o regime de chuvas nas próximas semanas será determinante tanto para o potencial produtivo quanto para a qualidade do cereal.

Enquanto não há entrada significativa da nova produção, a tendência é de continuidade das negociações pontuais e da sustentação dos preços no mercado doméstico, mesmo diante das oscilações observadas nas bolsas internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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