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Silveira reforça parceria Brasil-China e busca investimentos do Grupo SANY com foco em emprego, renda e transição energética no Brasil

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Em agenda oficial na China, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, realizou nesta segunda-feira (19/1) visita institucional ao Grupo SANY. A companhia é um dos maiores conglomerados industriais do mundo nas áreas de máquinas pesadas, equipamentos para mineração, eletrificação de operações industriais, sistemas de armazenamento de energia por baterias (BESS) e tecnologias para a produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono.

A visita integra a estratégia do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de atração de investimentos produtivos, reindustrialização do país e geração de emprego e renda no Brasil, em alinhamento com o Novo PAC, a Política Nacional de Transição Energética e o programa Nova Indústria Brasil, que reposicionam o país como polo industrial, tecnológico e energético sustentável.

O ministro foi recebido por Chen Jiayuan, membro do Conselho de Administração do Grupo SANY, e por Alex Xiao, presidente da SANY Brasil. Na reunião, foram discutidas oportunidades concretas de cooperação entre Brasil e China, com destaque para a instalação de uma nova unidade industrial no Brasil, voltada à produção, montagem e distribuição de equipamentos para os setores de construção pesada, mineração, óleo, gás, energia e armazenamento elétrico.

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O projeto em análise prevê investimentos que podem transformar o Brasil em hub industrial e tecnológico da SANY para a América Latina, fortalecendo cadeias produtivas nacionais, promovendo transferência de tecnologia, capacitação de mão de obra e impacto direto na criação de empregos e aumento da renda.

Durante o encontro, a SANY apresentou suas soluções avançadas em sistemas de armazenamento de energia por baterias (BESS), consideradas estratégicas para a expansão das energias renováveis, a segurança do sistema elétrico e a estabilidade da matriz energética brasileira. As tecnologias estão alinhadas ao leilão de baterias programado pelo Governo do Brasil para os próximos meses, iniciativa que reforça a previsibilidade regulatória e a atratividade do ambiente de negócios no Brasil.

Confiança

A direção do Grupo SANY destacou a confiança nas políticas públicas conduzidas pelo governo Lula, ressaltando a coordenação entre política energética, política industrial e investimentos em infraestrutura, materializada no Novo PAC, na Política Nacional de Transição Energética e na Nova Indústria Brasil, como fatores decisivos para a ampliação da presença do grupo no país.

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Como encaminhamento da visita, foi tratado o agendamento de reuniões institucionais com o presidente Lula e com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Também foi discutida a participação do Grupo SANY em evento voltado à indústria de óleo, gás e mineração no Vale do Aço, em Minas Gerais, previsto para fevereiro.

Para o ministro Alexandre Silveira, a visita simboliza o fortalecimento da parceria estratégica entre Brasil e China e o reconhecimento internacional do novo ciclo de desenvolvimento do país.

 “Estamos criando um ambiente seguro e previsível para investimentos, que gera emprego, renda e desenvolvimento sustentável, com o Brasil assumindo protagonismo na indústria global e na transição energética”, afirmou o ministro de Minas e Energia do Brasil.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MME abre consulta pública sobre meta de redução de emissões no mercado de gás natural para 2027

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta segunda-feira (5/10), consulta pública para receber contribuições à proposta de meta anual de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) no mercado de gás natural para 2027. A consulta ficará disponível por 30 dias e prevê, para 2027, meta de 1% de redução de emissões, a ser cumprida por meio da participação do biometano no consumo de gás natural.

Publicada por meio da Portaria MME nº 942/2026, a proposta também apresenta percentuais indicativos para os anos seguintes: 3% em 2028, 4% em 2029 e 5% em 2030. Para 2027, o percentual proposto corresponde a 363,2 milhões de metros cúbicos de biometano no ano, equivalente a aproximadamente 995,2 mil metros cúbicos por dia e a 3.632.492 Certificados de Garantia de Origem de Biometano (CGOBs).

A minuta submetida à participação social também estabelece os valores de intensidade de carbono considerados para o cálculo da meta. Estão previstos 76,85 gCO₂eq/MJ para o gás natural veicular (GNV), 73,52 gCO₂eq/MJ para o gás natural utilizado em combustão estacionária e 9,36 gCO₂eq/MJ para o biometano. Os documentos da consulta estão disponíveis para análise e envio de contribuições pelo Portal de Consultas Públicas do MME.

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Redução de emissões
A definição da meta está prevista na Lei nº 14.993/2024, que instituiu o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano. O mecanismo estabelece metas anuais de redução de emissões de GEE no mercado de gás natural, com cumprimento associado à participação do biometano e ao uso dos CGOBs. Para 2026, a meta estabelecida foi de 0,5%; a proposta submetida à consulta prevê a ampliação para 1% em 2027.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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