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PCH Alto Alegre inicia fase de testes e reforça geração de energia em Santa Catarina

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A geração de energia limpa em Santa Catarina acaba de ganhar um reforço. A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Alto Alegre, localizada em Capinzal, iniciou em 20 de janeiro de 2026 a operação de testes de suas quatro unidades geradoras. Com investimento avaliado em R$ 93,15 milhões, o empreendimento integra o Eixo Transição Energética do Novo Programa de Aceleração e Crescimento (Novo PAC) e marca mais um avanço na expansão da infraestrutura energética do país.

Com capacidade instalada de 17,39 megawatts (MW), a usina é formada por quatro unidades geradoras, três de 5,11 MW e uma de 2,06 MW, e possui garantia física de 8,94 MW médios. A previsão é que a PCH entre em operação comercial em março deste ano.

O licenciamento ambiental foi conduzido pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). Além disso, a usina se enquadra no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI), que concede benefícios fiscais a projetos estratégicos.

Com o início da fase de testes, a PCH Alto Alegre dá mais um passo para entrar em operação comercial e fortalecer a oferta de energia renovável, contribuindo para a segurança do sistema elétrico e para o desenvolvimento sustentável de Santa Catarina.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MME abre consulta pública sobre concessões de hidrelétricas vencidas e vincendas

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O Ministério de Minas e Energia (MME) colocou em consulta pública a Nota Técnica com as diretrizes para os processos de licitação e prorrogação das outorgas de usinas hidrelétricas, considerando as mudanças promovidas pela Lei nº 15.269/2025, que institui o novo marco regulatório do setor elétrico. Publicada na edição extra do Diário Oficial da União desta terça-feira (22/09), a iniciativa busca receber contribuições de agentes do setor e da sociedade sobre as vantagens e desvantagens de cada alternativa para as concessões de geração de energia elétrica vencidas e vincendas.

As contribuições vão subsidiar a elaboração de um ato  destinado a estabelecer um mecanismo padronizado e previsível para o tratamento desses ativos, ampliando a segurança jurídica e a transparência dos processos. A Nota Técnica analisa os possíveis arranjos para as outorgas de geração hidrelétrica, considerando a evolução do marco legal e a competência do poder concedente para definir entre a realização de licitação e a prorrogação das concessões.

Entre as diretrizes propostas estão parâmetros de onerosidade das outorgas, alocação de riscos, recálculo da garantia física, definição de prazos contratuais, metodologia de cálculo do valor da outorga e eventual ressarcimento de bens reversíveis pelo Valor Novo de Reposição (VNR). O documento também aborda questões relacionadas à segurança de barragens, modernização das usinas, prestação de serviços e adequação ambiental e regulatória.

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A proposta contempla ainda diretrizes para o regime de Produção Independente de Energia (PIE). Diante da proximidade do vencimento de outorgas previsto para 2026 e 2028, o MME também apresenta soluções de curtíssimo prazo para evitar situações de operação precária e garantir a continuidade e a regularidade da geração de energia elétrica.

Interessados em participar poderão enviar suas contribuições até o dia 23 de outubro, por meio do portal de consultas públicas do MME e da plataforma Brasil Participativo.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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