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Justiça Comunitária de Jaciara fará pit-stop sobre prevenção no centro da cidade

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No próximo sábado (14), a Justiça Comunitária de Jaciara promove uma ação de divulgação de seus serviços, com a distribuição de panfletos informativos em frente à Prefeitura Municipal. Aproveitando o início do período de Carnaval, também serão entregues preservativos como forma de conscientização da população, reforçando a mensagem: “Quem se ama, se protege.”

De acordo com o juiz coordenador da Justiça Comunitária, Ednei Ferreira dos Santos, o período festivo exige atenção redobrada com a segurança pessoal.

“Serão cinco dias de Carnaval e, nesse período, é comum que as pessoas, em meio à festa, acabem se colocando em risco. Por isso, além da entrega dos panfletos, nossas agentes irão orientar a população sobre cuidados básicos, como evitar o uso de celular em aglomerações, não utilizar joias e adotar medidas simples para garantir a própria segurança e evitar prejuízos materiais”, explicou.

A gestora da unidade, Dionaire Vitor, destacou que o objetivo da ação é levar informação e prevenção para quem pretende aproveitar as festividades na região.

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“Está chegando a festa mais aguardada do país e, com ela, também vem a nossa preocupação com o bem-estar da população. As quatro agentes da Justiça Comunitária vão repassar dicas de segurança para que todos possam curtir o Carnaval nas cidades vizinhas com alegria, tranquilidade e proteção”, afirmou.

A agente Adriane Cristine Cosmo de Freitas reforçou a importância dos cuidados com a saúde e o respeito durante o período de celebração.

“O Carnaval é tempo de alegria, celebração e encontros, mas também é tempo de responsabilidade. Cuidar de si é um ato de amor e respeito. Use preservativo, evite excessos, respeite seus limites e o limite do outro. A conscientização e a prevenção são as melhores formas de garantir que a festa termine apenas com boas lembranças. Afinal, quem se ama, se protege”, enfatizou.

Atuando na comarca desde 2014, a Justiça Comunitária mantém ações permanentes de orientação e apoio à população, realizando encaminhamentos e auxiliando quem precisa, com o objetivo de aproximar o Judiciário do cidadão.

O serviço é oferecido gratuitamente pelo Poder Judiciário e sem burocracia. Os atendimentos ocorrem em Jaciara e São Pedro da Cipa. As agentes podem ser facilmente identificadas pelo uso de camisetas pretas da Justiça Comunitária e crachás de identificação.

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Autor: Assessoria

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Podcast Explicando Direito debate estereótipos de gênero e os impactos da divisão sexual do trabalho

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Arte gráfica verde do podcast Como os estereótipos de gênero influenciam as oportunidades profissionais, a divisão das tarefas domésticas e até mesmo a forma como a sociedade enxerga homens e mulheres? Essas questões foram debatidas no podcast Explicando Direito, que recebeu a juíza de Direito Alethea Assunção Santos para uma conversa sobre desigualdade de gênero, divisão sexual do trabalho e a importância de desenvolver um olhar crítico sobre situações frequentemente naturalizadas no cotidiano.

Durante a entrevista, a magistrada esclareceu que os estereótipos de gênero são construções sociais relacionadas àquilo que a sociedade tradicionalmente considera adequado para homens e mulheres. “Estereótipos de gênero são padrões que nós construímos socialmente, que são mais ou menos aquilo que a sociedade acredita que é o papel do homem e o papel da mulher”, explicou. Como exemplo, ela citou a expectativa de que meninas sejam gentis e obedientes, enquanto meninos sejam aventureiros e ousados, observando que essas ideias podem gerar sofrimento para pessoas que não se encaixam nesses modelos.

A juíza também abordou a chamada divisão sexual do trabalho, conceito que atribui às mulheres as atividades relacionadas ao cuidado da casa, dos filhos e dos familiares, enquanto aos homens é destinado o trabalho produtivo e remunerado. Segundo ela, embora as mulheres tenham conquistado espaço no mercado de trabalho, ainda acumulam responsabilidades domésticas. “Nós trabalhamos fora, nós temos as nossas responsabilidades, nós competimos de igual para igual com os homens, mas nós continuamos com o trabalho doméstico. E aí surge, então, a dupla carga de trabalho”, destacou.

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Ao falar sobre a importância do debate em espaços de formação, Alethea ressaltou que algumas características tradicionalmente associadas às mulheres têm sido cada vez mais valorizadas em áreas como liderança e gestão de pessoas. “As mulheres têm essa capacidade, melhor do que os homens, isso é fato, de fazer uma escuta mais ativa, de tentar se colocar no lugar do outro”, afirmou. A magistrada também refletiu sobre os desafios enfrentados por mulheres que conciliam maternidade e carreira profissional, observando que muitas ainda assumem a maior parte das responsabilidades relacionadas aos filhos.

A entrevistada enfatizou a necessidade de desenvolver uma visão crítica sobre desigualdades que muitas vezes são naturalizadas pela sociedade. Para ela, o reconhecimento dessas situações passa pelo chamado letramento de gênero, processo que permite identificar discriminações e tratamentos desiguais presentes nas relações sociais e profissionais. “Nós, mulheres e homens, precisamos ter esse olhar atento para observar se, nas nossas relações interpessoais, na nossa vida profissional, se nós, mulheres, em algum momento, estamos sofrendo um tratamento discriminatório em razão do gênero”, pontuou.

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Ao encerrar o episódio, Alethea destacou o papel do Poder Judiciário no enfrentamento dessas desigualdades e na promoção de uma atuação mais sensível às questões de gênero. “O Poder Judiciário está atento para essas assimetrias, para essas desigualdades. Tanto que o CNJ editou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero”, afirmou.

O podcast é produzido pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça e apoio da Assembleia Legislativa.

Clique neste link para ouvir a íntegra desta edição

https://open.spotify.com/episode/0muYre2F8cbVvwTxoUBQ32

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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