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Porto de Santos registra o melhor janeiro em três anos

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O Porto de Santos registrou o melhor janeiro em três anos, com 12,7 milhões de toneladas de cargas. O número é 9,5% maior do que o de 2025 e 6,8% ao recorde anterior, que havia sido registrado em 2024. A movimentação de contêineres também teve impacto no resultado. Foram 467 mil TEU, unidade de medida equivalente a um container de 20 pés. Já o número de atracações registrou aumento de 2,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

“Os números do Porto de Santos mostram que o Brasil investe nos portos com planejamento, segurança jurídica e visão de longo prazo. Estamos falando de um porto que bate recordes, amplia sua capacidade e se prepara para receber investimentos estratégicos. É mais eficiência, mais competitividade e mais desenvolvimento para o Brasil”, declarou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

Os recordes de janeiro de 2026 foram puxados pelo agronegócio, com destaque para o açúcar, que teve 1,57 milhão de toneladas embarcadas, revertendo a tendência de queda e registrando crescimento de 36,8%.

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No complexo soja (grãos e farelo), que conta com disponibilidade e demanda externa aquecida, o aumento foi de quase 80% em relação a 2025, com embarque de 1,56 milhão de toneladas.

Para o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini, os números demonstram os investimentos feitos no maior terminal portuário do país. “É mais uma boa notícia, que confirma que os bons resultados alcançados até o momento não foram sorte, mas planejamento.” 

Ampliação da zona portuária

No início deste mês de fevereiro, o ministro Silvio Costa Filho assinou portaria que revisa a área do Porto Organizado de Santos e amplia em 17,2 milhões de m² a área portuária. Conforme o chefe da pasta, a assinatura representa um avanço estratégico para o planejamento e a expansão do maior porto do país. “A revisão cria condições concretas para o crescimento organizado do Porto. A incorporação amplia a capacidade operacional, possibilita planejar novos investimentos e preparar o Porto para atender à demanda futura. , destaca.

“Vai garantir que os recordes continuem sendo quebrados”, complementa o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini.  

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Maior complexo portuário da América Latina, o Porto de Santos é um dos principais núcleos logísticos do país e um dos mais relevantes do mundo, com papel estratégico no escoamento da produção brasileira, especialmente de granéis sólidos, líquidos e carga conteinerizada, conectando o Brasil a mais de 600 mercados globais. 

Em 2025, movimentou mais de 186 milhões de toneladas, respondendo por parcela significativa da movimentação portuária nacional.

Com informações do Porto de Santos

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Mercado formal celetista gera 58.568 empregos em julho e acumula 972.203 postos no ano

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Em julho de 2026, o mercado de trabalho formal celetista gerou 58.568 postos de trabalho, resultado de 2.262.888 admissões e 2.204.320 desligamentos no mês, acumulando no ano 972.203 novos postos de trabalho, um crescimento de 2,06%. Considerando os saldos dos últimos 12 meses (agosto/2025 a julho/2026) a ampliação do emprego formal no país chega a 880.717, crescimento de 1,87%.

Com o resultado de julho, o estoque de vínculos de trabalho formal chegou a 48.082.866 empregos no país.
Em 4 dos 5 grandes grupamentos de atividades econômicas os saldos foram positivos no mês, com destaque para o setor de Serviços (24.098), seguido da Construção (12.691), Agropecuária (12.523) e Indústria (11.315). Apenas o Comércio teve saldo negativo (-2.056) no mês.
Nos estados, foram registrados saldos positivos em 22 das 27 unidades federativas. Em valores absolutos, São Paulo (17.814), Mato Groso (5.766) e Minas Gerais (5.199) tiveram os maiores saldos. Em valores relativos, os percentuais foram maiores no Amazonas (0,63%), Mato Grosso (0,59%) e no Piauí (0,52%).
Dos postos de trabalho gerados, 95,1% podem ser considerados típicos e 4,9% não típicos, majoritariamente trabalhadores intermitentes (+4.344) e pessoas físicas do Cadastro de Atividades Econômicas – os CAEPF (+1.911).
Acumulado do ano
No acumulado de janeiro a julho de 2026, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O maior crescimento ocorreu no setor de Serviços, com saldo de 591.519 postos formais de trabalho, crescimento de 2,58%, com destaque para o setor de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com saldo de 211.823 empregos no ano.
Também positiva, a Construção gerou 180.449 postos formais no ano, crescimento de 6,12%, com destaque para o setor de Obras de Infraestrutura (71.711). A Indústria apresentou saldo de 154.052 postos (1,72%) e a Agropecuária 54.106 postos (2,99%). O Comércio foi o único grande grupamento com resultado negativo no ano, acumulando perda de 7.896 postos formais de trabalho (-0,08%).
Nos estados, os maiores saldos acumulados ocorreram em São Paulo (267.107), Minas Gerais (113.981) e Paraná (68.243). Em termos relativos, as maiores variações foram registradas no Amapá (4,79%), Mato Grosso (3,96%) e Piauí (3,74%).

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Dados populacionais
Em julho, o saldo é foi positivo para homens (38.085) e para mulheres (20.483). Na população até 24 anos, o saldo foi positivo em 89.425 postos de trabalho, porém, negativo em 30.857 postos para pessoas com mais de 25 anos.
O saldo foi também positivo para as pessoas com nível médio completo (50.675) e para o com nível médio incompleto (12.027). Demais níveis de instrução totalizam saldo negativo de 4.134 postos. O saldo foi positivo para pardos (64.881), pretos (10.694), amarelos (481) e indígenas (63). Foi registrado saldo negativo apenas para brancos (-7.216).

Salário admissão
O salário médio real de admissão em julho chegou a R$ 2.419,23, com crescimento de 0,6% em relação a junho (R$ 2.404,10), uma variação positiva de R$ 15,13. Já em comparação com o mesmo julho de 2025, o aumento foi de R$ 48,38 (2,04%). Para os trabalhadores considerados típicos, o salário real de admissão foi de R$ 2.456,27, 1,5% mais elevado que o valor médio, enquanto para os trabalhadores não típicos chegou a R$ 2.142,12, uma variação 11,5% menor que o valor médio.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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