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Ministério de Portos e Aeroportos anuncia R$ 9,2 bilhões para Terminais de Uso Privado

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) anunciou, nesta quarta-feira (25), a formalização de 25 instrumentos contratuais relacionados a Terminais de Uso Privado (TUPs) entre julho de 2025 e janeiro de 2026, que totalizam um montante de R$ 9,23 bilhões em investimentos. O volume recorde de recursos reflete o entusiasmo do setor privado na infraestrutura portuária brasileira e na agenda de modernização regulatória promovida pelo governo.

Os investimentos estão distribuídos em sete novos contratos de adesão, que somam R$ 5,81 bilhões, e 18 alterações contratuais, com um impacto estimado de R$ 3,41 bilhões em novos aportes. A abrangência desses projetos é nacional, com empreendimentos em todas as regiões do país, reforçando a estratégia de fortalecimento dos TUPs como vetor de aumento da capacidade logística, geração de empregos e ampliação da competitividade do setor portuário brasileiro.

O Ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou a importância desses resultados para o desenvolvimento econômico do país. “Esses R$ 9,23 bilhões em investimentos nos TUPs são a prova concreta de que estamos no caminho certo para transformar a logística do Brasil, com mais empregos, mais eficiência e mais competitividade para os nossos produtos no mercado global”, afirma.

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Já o presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários (Fenop) destacou que os novos contratos permitem o atendimento adequado dos terminais ao setor. “Cada vez que se assinam adesões de TUPs, ampliamos a modernização e expansão da nossa infraestrutura portuária, garantindo que o Brasil continue a bater recordes e a se consolidar como uma potência logística mundial”, completou.

Distribuição equitativa
A regionalização dos investimentos é um ponto de destaque, com a Região Nordeste atraindo R$ 3,70 bilhões, o Sudeste R$ 3,41 bilhões, o Sul R$ 1,46 bilhão, o Norte R$ 469,56 milhões e o Centro-Oeste R$ 181,04 milhões. Essa distribuição visa impulsionar o desenvolvimento em todas as partes do território nacional, aproveitando as vocações e necessidades de cada região.

Com a formalização desses contratos, segundo Costa Filho, o governo reafirma seu compromisso com a desburocratização, a segurança jurídica e o desenvolvimento social, “já que a atração de capital privado aumenta a capacidade do governo de investir recursos do orçamento público em áreas essenciais como educação, saúde e segurança pública”, afirmou.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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Fonte: Portos e Aeroportos

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Mercado formal celetista gera 58.568 empregos em julho e acumula 972.203 postos no ano

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Em julho de 2026, o mercado de trabalho formal celetista gerou 58.568 postos de trabalho, resultado de 2.262.888 admissões e 2.204.320 desligamentos no mês, acumulando no ano 972.203 novos postos de trabalho, um crescimento de 2,06%. Considerando os saldos dos últimos 12 meses (agosto/2025 a julho/2026) a ampliação do emprego formal no país chega a 880.717, crescimento de 1,87%.

Com o resultado de julho, o estoque de vínculos de trabalho formal chegou a 48.082.866 empregos no país.
Em 4 dos 5 grandes grupamentos de atividades econômicas os saldos foram positivos no mês, com destaque para o setor de Serviços (24.098), seguido da Construção (12.691), Agropecuária (12.523) e Indústria (11.315). Apenas o Comércio teve saldo negativo (-2.056) no mês.
Nos estados, foram registrados saldos positivos em 22 das 27 unidades federativas. Em valores absolutos, São Paulo (17.814), Mato Groso (5.766) e Minas Gerais (5.199) tiveram os maiores saldos. Em valores relativos, os percentuais foram maiores no Amazonas (0,63%), Mato Grosso (0,59%) e no Piauí (0,52%).
Dos postos de trabalho gerados, 95,1% podem ser considerados típicos e 4,9% não típicos, majoritariamente trabalhadores intermitentes (+4.344) e pessoas físicas do Cadastro de Atividades Econômicas – os CAEPF (+1.911).
Acumulado do ano
No acumulado de janeiro a julho de 2026, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O maior crescimento ocorreu no setor de Serviços, com saldo de 591.519 postos formais de trabalho, crescimento de 2,58%, com destaque para o setor de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com saldo de 211.823 empregos no ano.
Também positiva, a Construção gerou 180.449 postos formais no ano, crescimento de 6,12%, com destaque para o setor de Obras de Infraestrutura (71.711). A Indústria apresentou saldo de 154.052 postos (1,72%) e a Agropecuária 54.106 postos (2,99%). O Comércio foi o único grande grupamento com resultado negativo no ano, acumulando perda de 7.896 postos formais de trabalho (-0,08%).
Nos estados, os maiores saldos acumulados ocorreram em São Paulo (267.107), Minas Gerais (113.981) e Paraná (68.243). Em termos relativos, as maiores variações foram registradas no Amapá (4,79%), Mato Grosso (3,96%) e Piauí (3,74%).

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Dados populacionais
Em julho, o saldo é foi positivo para homens (38.085) e para mulheres (20.483). Na população até 24 anos, o saldo foi positivo em 89.425 postos de trabalho, porém, negativo em 30.857 postos para pessoas com mais de 25 anos.
O saldo foi também positivo para as pessoas com nível médio completo (50.675) e para o com nível médio incompleto (12.027). Demais níveis de instrução totalizam saldo negativo de 4.134 postos. O saldo foi positivo para pardos (64.881), pretos (10.694), amarelos (481) e indígenas (63). Foi registrado saldo negativo apenas para brancos (-7.216).

Salário admissão
O salário médio real de admissão em julho chegou a R$ 2.419,23, com crescimento de 0,6% em relação a junho (R$ 2.404,10), uma variação positiva de R$ 15,13. Já em comparação com o mesmo julho de 2025, o aumento foi de R$ 48,38 (2,04%). Para os trabalhadores considerados típicos, o salário real de admissão foi de R$ 2.456,27, 1,5% mais elevado que o valor médio, enquanto para os trabalhadores não típicos chegou a R$ 2.142,12, uma variação 11,5% menor que o valor médio.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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