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MME apresenta nova estrutura do Plano Nacional de Transição Energética em workshop com o Fonte

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O Ministério de Minas e Energia (MME) promoveu, nesta sexta-feira (27/02), um workshop sobre o Plano Nacional de Transição Energética (Plante). A reunião, destinada aos membros do Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte) e realizada de forma virtual, foi mais uma oportunidade de construção conjunta e trouxe uma nova estrutura do Plano após contribuições dos membros do Fórum. O documento apresentado também englobou os resultados do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2035 e do Plano Nacional de Energia (PNE) 2055, que orientam tecnicamente a elaboração do Plante.

A secretária substituta de Transição Energética e Planejamento do MME, Lorena Perim, destacou que a reunião é um espaço para alinhar perspectivas e que fortalecer a atuação conjunta é essencial para assegurar uma transição energética estruturada, segura e inclusiva.“O Fonte tem um papel significativo na construção do Plante, ambos são instrumentos da Política Nacional de Transição Energética e contribuem diretamente para a construção dos caminhos da transição energética. A equipe técnica atua de forma alinhada, com troca constante de conhecimentos, reforçando que o planejamento energético é o que garante robustez ao processo, com foco em segurança energética, sustentabilidade, descarbonização e ampliação do acesso da população aos recursos energéticos”, afirmou a representante do MME.

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A nova versão traz mudanças na organização das ações, divididas em três pilares, com cinco blocos de ações em cada um. O documento também inclui os Mapas do Caminho, elaborados com base nas recomendações estratégicas e nos dados do PNE 2055. Para essa atualização, foram recebidas contribuições de 19 instituições, incluindo a sociedade civil, o setor produtivo e o governo, meio de formulário compartilhado nos três workshops presenciais no final de 2025, que teve a participação de 67 representantes de 42 instituições. O documento também contou com contribuições de 20 órgãos públicos, entidades vinculadas e organismos internacionais, como a Agência Internacional de Energia (IEA), enviadas por documentos oficiais.

O Plante, em breve, será disponibilizado em consulta pública e, após a consolidação das contribuições recebidas, a versão final será encaminhada para apreciação e aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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