Nacional

MME participa do 1º Future Minerals Summit 2026 e destaca estratégia nacional para minerais críticos

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quarta-feira (25/2), do 1º Future Minerals Summit 2026, promovido pelo Instituto de Regulação, Inovação e Sustentabilidade (IRIS). O encontro reuniu representantes do poder público, do setor produtivo e especialistas para discutir o cenário dos minerais críticos e estratégicos no contexto global.

Representando o MME, a secretária nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Ana Paula Bittencourt, integrou o painel “Geopolítica dos Minerais Críticos e o Papel do Brasil”. Durante o debate, foram abordados o posicionamento estratégico do país diante da crescente demanda internacional por insumos essenciais à transição energética, à inovação tecnológica e à segurança industrial, além dos desafios institucionais e regulatórios associados ao setor.

Segundo a secretária, o Brasil tem atuado para fortalecer parcerias internacionais sem abrir mão dos interesses nacionais. “A atuação brasileira no setor mineral está orientada pela ampliação da cooperação internacional, em alinhamento com os interesses estratégicos do país e com os princípios do desenvolvimento econômico e social. Nosso compromisso é assegurar que os recursos minerais contribuam para a soberania nacional e para a geração de oportunidades para a sociedade”, afirmou.

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A participação do MME no evento reforça o compromisso do Governo do Brasil com o diálogo institucional e com a construção de estratégias que ampliem a segurança mineral, promovam a transição energética e consolidem a inserção do Brasil no cenário geopolítico global.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Nacional

MME abre consulta pública sobre metas do RenovaBio para o período de 2027 a 2036

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta terça-feira (15/9), a Consulta Pública nº 232/2026, para receber contribuições sobre as metas anuais de redução de emissões de gases de efeito estufa do RenovaBio para o período de 2027 a 2036. A consulta ficará aberta por 45 dias e integra o oitavo ciclo de definição das metas da Política Nacional de Biocombustíveis.

A proposta prevê uma trajetória de descarbonização do setor de combustíveis que poderá alcançar, em 2036, redução de 12,1% da intensidade de carbono na matriz de combustíveis brasileira em relação ao nível registrado em 2018. As metas orientam o mercado de Créditos de Descarbonização (CBIOs) e reforçam o papel dos biocombustíveis na transição para uma matriz energética de menor intensidade de carbono.

Para subsidiar as contribuições da sociedade, o MME disponibilizou o Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR), as modelagens utilizadas para a construção das metas, planilhas e memórias de cálculo, a estimativa de emissão de CBIOs para 2027 e a proposta de metas para o decênio. A análise considera fatores como oferta de combustíveis, previsibilidade do mercado de CBIOs, equilíbrio do programa e proteção dos interesses do consumidor.
As contribuições podem ser enviadas até 29 de outubro pelo Portal de Consultas Públicas do MME.

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Entenda os ciclos do RenovaBio
As metas nacionais do RenovaBio são estabelecidas para períodos de dez anos e atualizadas em ciclos sucessivos, permitindo incorporar novas projeções sobre o mercado de combustíveis, a oferta de biocombustíveis e a evolução da intensidade de carbono na matriz energética do país.

A partir das metas nacionais, são definidas anualmente metas individuais para os distribuidores de combustíveis, considerando a participação de cada empresa no mercado de combustíveis fósseis. O cumprimento ocorre por meio da aquisição e aposentadoria de CBIOs, sendo que cada crédito corresponde a uma tonelada de dióxido de carbono equivalente evitada. 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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