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Pelo segundo ano consecutivo Brasil marca presença na WOFEX Drinks & Bakes

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O Brasil participou pelo segundo ano consecutivo da WOFEX Drinks & Bakes, feira realizada em Manila, capital das Filipinas, de 25 a 27 de fevereiro. A ação foi promovida pelo Mapa em parceria com a embaixada do Brasil nas Filipinas, reforçando o papel estratégico do agronegócio brasileiro no cenário internacional.

Voltada a profissionais dos setores de bebidas, panificação e confeitaria, a programação incluiu seminários técnicos, competições especializadas e espaços de networking, conectando produtores, compradores e representantes comerciais de diferentes países.

O estande do Brasil reuniu cinco empresas, que apresentaram cafés tradicionais e aromatizados, gin de jambu, erva-mate, aguardente de cacau, produtos de açaí, água mineral, vodka e cachaça.

Durante os dias do evento, o espaço brasileiro registrou fluxo de visitantes, indicando interesse do público internacional pela diversidade de produtos do agro brasileiro e abrindo perspectivas de negócios e expansão comercial na região.

As Filipinas são um importante parceiro asiático do Brasil e importaram, em 2025, mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros.

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A WOFEX Drinks & Bakes integra o calendário de ações internacionais voltadas à promoção comercial do setor. Ao reunir potenciais compradores, fornecedores e autoridades, feiras e missões internacionais aproximam empresas de canais de distribuição e ajudam a identificar oportunidades, especialmente em mercados com demanda crescente por alimentos, insumos e tecnologia.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Exportações do setor batem recorde e reforçam protagonismo mundial

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O algodão brasileiro segue ampliando sua relevância no comércio internacional e alcançou mais um resultado histórico em maio. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pela Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o país embarcou 291,2 mil toneladas da fibra no mês, o maior volume já registrado para maio. As vendas renderam cerca de R$ 2,25 bilhões, reforçando a força de uma cadeia que se consolidou como uma das mais competitivas do agronegócio nacional.

O desempenho ganha ainda mais relevância diante da expansão do mercado algodoeiro brasileiro nos últimos anos. O país disputa a liderança mundial das exportações da fibra e tem ampliado sua participação em mercados estratégicos da Ásia, principal destino da produção nacional. Com tecnologia, produtividade elevada e ganhos logísticos, o algodão deixou de ser uma cultura regional para se transformar em uma importante fonte de geração de renda e divisas para o país.

Na comparação com maio de 2025, os embarques cresceram 51,5% em volume, enquanto o faturamento avançou 45,3%. Embora o resultado tenha ficado abaixo das 370,4 mil toneladas exportadas em abril, o setor considera o movimento compatível com a sazonalidade do mercado e sem impacto sobre o excelente desempenho da temporada.

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Com o resultado de maio, o Brasil ultrapassou a marca de 3,1 milhões de toneladas exportadas no acumulado da temporada 2025/26, iniciada em julho do ano passado. O volume representa um novo recorde para a cotonicultura nacional e confirma a crescente demanda internacional pela fibra produzida no país.

Além dos números expressivos, o setor comemora a diversificação dos mercados compradores. Bangladesh liderou as importações em maio, absorvendo 21,1% dos embarques brasileiros. Na sequência aparecem Paquistão, com 19%, Turquia, com 14,2%, e Vietnã, com 13,4%. Juntos, Bangladesh e Paquistão responderam por aproximadamente 40% de todo o algodão exportado pelo Brasil no período.

A mudança no perfil dos compradores também chama atenção. Tradicionalmente um dos principais destinos da fibra brasileira, a China respondeu por 9,6% das compras em maio, participação inferior à observada ao longo da temporada. A Índia também reduziu suas aquisições após alterações em sua política de importação. Para o setor, a capacidade de ampliar vendas para diferentes mercados demonstra a competitividade do produto brasileiro e reduz a dependência de poucos compradores.

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O algodão já ocupa posição de destaque entre os produtos exportados pelo agronegócio. Em maio, a fibra respondeu por 1,41% de todas as exportações brasileiras e figurou entre os principais produtos agropecuários embarcados pelo país. O resultado reflete os investimentos realizados pelos produtores em tecnologia, qualidade da fibra, sustentabilidade e rastreabilidade, fatores cada vez mais valorizados pelos mercados internacionais.

Com a safra em expansão e a demanda global permanecendo aquecida, a expectativa do setor é de continuidade do bom desempenho nos próximos meses. O cenário reforça o protagonismo do algodão brasileiro no comércio mundial e consolida a cultura como uma das atividades mais dinâmicas e estratégicas do agronegócio nacional.

Fonte: Pensar Agro

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