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Seminário integra ações do Pacto Nacional contra o Feminicídio

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Brasília, 04/03/2026 – Em resposta à escalada da violência de gênero, que vitima quatro mulheres por feminicídio a cada 24 horas no País, o Governo Federal, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário realizaram, nesta quarta-feira (4), o seminário “Brasil pela Vida das Meninas e Mulheres”, no Palácio do Planalto, em parceria com o Ministério das Mulheres (MM). O encontro integra as ações do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio e foi organizado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável.

O objetivo da iniciativa é fortalecer políticas públicas voltadas à prevenção da violência, à proteção das mulheres e à promoção de mudanças culturais que contribuam para a erradicação desse tipo de crime.

A secretária nacional de Acesso à Justiça, Sheila de Carvalho, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), representou a instituição e destacou a importância de políticas integradas para a proteção das mulheres.

“A atuação do MJSP no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio é estratégica. Estamos integrando segurança pública, acesso à Justiça e ações de prevenção para enfrentar o problema na raiz. O enfrentamento ao feminicídio exige compromisso e ação coordenada entre instituições. Estamos empenhados, em conjunto com os demais ministérios e Poderes, para garantir entregas efetivas e manter meninas e mulheres vivas e seguras”, afirmou Sheila de Carvalho.

Acessórios de proteção individual para mulheres são apresentados durante Seminário. Foto: Tom Costa/MJSP
Acessórios de proteção individual para mulheres são apresentados durante Seminário. Foto: Tom Costa/MJSP
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Iniciativas do MJSP para proteger mulheres e meninas

A atuação do MJSP no Pacto Nacional contra o Feminicídio inclui diversas ações estruturadas:

• Casas da Mulher Brasileira: oferecem atendimento integrado e acolhimento especializado às vítimas de violência;
• Patrulhas Maria da Penha: disponibilizam viaturas e equipes capacitadas para acompanhamento e proteção de mulheres em situação de risco;
• Protocolo Nacional de Investigação e Perícias nos Crimes de Feminicídio: previsto na Portaria nº 596/2024, aprimora e compartilha boas práticas na investigação e na perícia desses crimes, orientando profissionais de segurança pública a atuar com perspectiva de gênero;
• Caderno Temático de Referência: elaborado pelo MJSP em parceria com a Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, do Ministério das Mulheres, e a ONU Mulheres, busca aprimorar a resposta diante da violência contra mulheres e meninas;
• Programa Nacional das Salas Lilás: institui diretrizes para o acolhimento e atendimento especializado às mulheres e meninas em situação de violência nas instituições de segurança pública e do sistema de justiça, oferecendo atendimento multidisciplinar, proteção, privacidade e respeito à intimidade das vítimas.

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Recentemente, foi inaugurada a primeira unidade dentro do modelo nacional em João Pessoa, na Paraíba (PB). Outras 52 unidades serão construídas no estado por meio de convênio com o governo local.

Além de representantes do poder público, o evento reuniu especialistas e integrantes da sociedade civil engajados na formulação de estratégias integradas para enfrentar a violência contra meninas e mulheres no Brasil.

O seminário apresentou ações inéditas coordenadas pelos três Poderes para prevenir a violência letal e reafirmou o compromisso de tornar o combate ao feminicídio uma prioridade nacional e um dever do Estado.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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