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Luiz Marinho participa de evento sobre trabalho decente na cafeicultura no Espírito Santo

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, estará em Vitória (ES) nesta quarta-feira (11) para reforçar o Pacto pelo Trabalho Decente na Cafeicultura. O objetivo é garantir que a produção de café no estado respeite os direitos dos trabalhadores e as leis trabalhistas.

Na ocasião, também será lançada a Campanha Conjunta em Promoção do Trabalho Decente na Cafeicultura, iniciativa voltada ao fortalecimento de práticas laborais mais justas e sustentáveis no setor.

A solenidade contará com a participação do governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e do diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Vinícius Pinheiro, além de representantes de entidades ligadas à produção de café e ao mundo do trabalho.

Durante a agenda no estado, o ministro também se reunirá com servidores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Espírito Santo (SRTE/ES) e com lideranças de trabalhadores, para dialogar sobre temas relacionados às condições de trabalho e às políticas públicas voltadas ao setor.

Serviço

Luiz Marinho participa de evento sobre trabalho decente na cafeicultura no Espírito Santo

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Data: 11 de março (quarta-feira)

10h – Pacto pelo Trabalho Decente na Cafeicultura
Local: Palácio Anchieta – Praça João Clímaco, s/nº, Cidade Alta, Centro – Vitória (ES)

14h30 – Reunião com servidores
Local:  Sede da SRTE/ES – R. Pietrângelo de Biase, 56 – Centro, Vitória – ES

15h30 – Reunião com lideranças de trabalhadores
Local: Sede da SRTE/ES – R. Pietrângelo de Biase, 56 – Centro, Vitória – ES

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Nacional

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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