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Ministério do Trabalho e Emprego fortalece rede de aprendizagem em Mato Grosso com nova parceria legislativa

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), representado pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Mato Grosso (SRTE/MT), oficializou nesta terça-feira (17) a adesão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) ao Programa Jovem Aprendiz. A assinatura do termo marca o início das atividades de 18 adolescentes, a partir de 16 anos, que atuarão na Casa de Leis conciliando formação teórica e prática.

O programa é fundamentado na Lei nº 10.097/2000, a Lei da Aprendizagem, que obriga empresas de médio e grande porte a contratarem jovens entre 14 e 24 anos. Na estrutura da ALMT, os aprendizes terão a chance de conhecer o funcionamento do Poder Legislativo por dentro.

Para o presidente da Assembleia, deputado Max Russi (Pode), a iniciativa é um divisor de águas na promoção de cidadania. Ele destacou que o projeto é fruto de uma cooperação onde a iniciativa privada realiza a contratação formal, enquanto o Parlamento atua como a entidade concedente da experiência prática. “É um avanço aliar o acesso ao mercado à formação profissional. Temos exemplos na casa, como o nosso atual secretário-geral, que começou sua trajetória exatamente como jovem aprendiz”, pontuou Russi.

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A parceria com órgãos públicos surge como uma solução estratégica para as particularidades econômicas de Mato Grosso. Segundo o superintendente regional do Trabalho, Gerson Antônio Delgado, o perfil do estado, focado em agronegócio, logística e serviços, muitas vezes dificulta que grandes empresas aloquem todos os seus aprendizes em suas sedes próprias.

Nesse cenário, a legislação permite que órgãos públicos recebam esses jovens, garantindo o cumprimento das cotas e oferecendo um ambiente de aprendizado diversificado. Delgado ressaltou que, embora o estado tenha potencial para gerar mais de 25 mil vagas de aprendizagem, o número atual ainda está abaixo da meta.

No que diz respeito às estratégias de expansão, a adesão da ALMT serve como um importante aval de segurança jurídica para que prefeituras do interior também formalizem parcerias semelhantes. Essa iniciativa fortalece a rede de apoio do MTE, que já mantém acordos com o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), com a meta central de ampliar a capacidade do programa e reduzir o déficit de vagas em municípios onde a adesão do setor público ainda é considerada baixa.

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Primeiro Passo na Carreira

Durante a cerimônia, seis dos 18 jovens já selecionados foram apresentados. Para Maria Eduarda Santos da Silva, uma das novas aprendizes, a oportunidade na Assembleia é o alicerce para seus planos futuros. “Esta experiência pode abrir portas. Meu objetivo é cursar Direito e quero aproveitar cada momento aqui para o meu desenvolvimento pessoal”, afirmou a estudante.

A expectativa é que, conforme a demanda das secretarias da Casa de Leis aumente, o número de vagas possa ser ampliado, consolidando o Parlamento mato-grossense como um polo de formação de novos talentos para o estado.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Operação Mulher Segura registra 630 prisões nos primeiros 15 dias da segunda edição

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Brasília, 16/6/2026 – Os primeiros 15 dias da segunda edição da Operação Mulher Segura apresentam resultados expressivos no enfrentamento à violência contra a mulher em todo o País. Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a iniciativa contabilizou, até o momento, 630 prisões relacionadas à violência contra a mulher, além da promoção de atividades preventivas, educativas e ostensivas em todas as unidades da Federação.

Desde o início da mobilização, em 1º de junho, foram realizadas 218 atividades educativas presenciais e 95 iniciativas em mídias sociais, alcançando diretamente 12.452 pessoas em ações de conscientização e prevenção. Além disso, mais de 2 mil mulheres vítimas de violência receberam atendimento e acolhimento durante o período.

A Operação Mulher Segura reúne esforços da Senasp, do Ministério das Mulheres, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), das Secretarias de Segurança Pública dos estados e do Distrito Federal, das polícias civis, militares e penais, dos corpos de bombeiros militares, das guardas municipais e das demais instituições que integram a rede de proteção às mulheres.

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A gestora do Centro Integrado Mulher Segura (Cims), Fernanda Antonucci, destaca que a operação tem como objetivo fortalecer a prevenção e ampliar a capacidade de resposta do Estado diante das diferentes formas de violência de gênero.

“A Operação Mulher Segura é uma mobilização nacional voltada à proteção das mulheres e à prevenção do feminicídio. Mais do que números, esses resultados representam vidas protegidas, agressores responsabilizados e uma rede de apoio atuando de maneira integrada em todo o País. A atuação conjunta das forças de segurança e dos órgãos parceiros permite ampliar o atendimento às vítimas, fortalecer as medidas preventivas e levar informação para que cada vez mais mulheres conheçam seus direitos e os mecanismos de proteção disponíveis.”

Atuação permanente

A segunda edição da Operação Mulher Segura foi lançada em razão dos avanços obtidos na primeira fase da operação, realizada entre fevereiro e março deste ano.

Diante dos resultados alcançados, a Senasp propôs a ampliação da estratégia, transformando a ação em um esforço permanente e mais abrangente. A nova edição teve início em 1º de junho e seguirá até 31 de dezembro de 2026, com atividades contínuas voltadas à prevenção da violência contra a mulher, ao enfrentamento do feminicídio e ao fortalecimento da rede de proteção.

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As atividades incluem o cumprimento de mandados de prisão, o acompanhamento de medidas protetivas, o atendimento às vítimas, a realização de campanhas educativas e iniciativas de conscientização junto à população.

Prioridade nacional

A Operação Mulher Segura integra uma das prioridades do Governo Federal e do Ministério da Justiça e Segurança Pública para a redução dos índices de violência de gênero e a prevenção do feminicídio.

Ao promover a integração entre instituições de segurança pública e órgãos da rede de proteção, a operação busca ampliar a presença do Estado nos territórios, garantir maior segurança às mulheres em situação de vulnerabilidade e fortalecer a resposta institucional aos casos de violência doméstica e familiar.

Os dados da Operação Mulher Segura serão atualizados periodicamente ao longo da execução.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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