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Programa Caminho Verde Brasil destina R$ 3 bilhões para a Caatinga

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Representando o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o assessor especial do ministro da Agricultura e Pecuária e coordenador do Programa Caminho Verde Brasil, Carlos Augustin, estará no Recife (PE) para uma reunião com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), avicultores e produtores rurais locais, diretoria de agronegócio do Banco do Brasil, Embrapa, Corteva e parceiros técnicos, na próxima quinta-feira (26).

Carlos Augustin apresentará o Programa Caminho Verde Brasil como instrumento para promover o desenvolvimento socioeconômico regional por meio da participação de pequenos e médios produtores no programa. O Caminho Verde Brasil tem em caixa R$ 3 bilhões para investir na Caatinga.

Coordenado pelo Ministério da Agricultura (Mapa), o Programa Caminho Verde Brasil tem como meta restaurar até 40 milhões de hectares de terras degradadas, promovendo sua utilização em sistemas produtivos sustentáveis. A iniciativa busca conciliar segurança alimentar, transição energética e proteção ambiental, consolidando o protagonismo do Brasil na agenda da agricultura sustentável.  

SERVIÇO:

Programa Caminho Verde Brasil destina R$ 3 bilhões para a Caatinga

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Dia: 26 de março de 2026 (quinta-feira)
Horário: 10h
Local: Superintendência Estadual do Banco do Brasil em Pernambuco – Av Rio Branco, 240 / 10° andar – Recife (PE)

Atendimento à imprensa: Após a reunião, das 13h às 14h, Carlos Augustin atenderá jornalistas e concederá entrevistas sobre o Programa Caminho Verde Brasil.

Informação à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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