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Rabobank e Fundo AGRI3 lançam Renova Pasto 2.0 para ampliar crédito sustentável no agro

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Renova Pasto 2.0 expande crédito sustentável para produtores

O Rabobank, em parceria com o Fundo AGRI3, anuncia a ampliação do programa Renova Pasto, agora em sua versão 2.0. A iniciativa combina financiamentos de longo prazo com assistência técnica especializada, visando à recuperação de áreas degradadas e à preservação de ecossistemas estratégicos no Cerrado e na Amazônia.

Lançado em 2023, o programa já apresentou ganhos de produtividade e sustentabilidade para pecuaristas e, nesta nova fase, passa a incluir produtores de soja e outras culturas anuais.

Financiamento de longo prazo e assistência técnica

O Renova Pasto 2.0 oferece condições atrativas de financiamento: prazo de até dez anos, valor máximo de US$ 5 milhões por operação e carência de três anos. O programa apoia práticas agrícolas mais eficientes, aumentando a produtividade e a resiliência das áreas em processo de recuperação.

Além disso, o programa disponibiliza assistência técnica cofinanciada, monitorando indicadores de desempenho produtivo e socioambiental, como produtividade por hectare, preservação de florestas e melhorias na qualidade de vida no campo.

Monitoramento e avaliação técnica

A consultoria brasileira Produzindo Certo é responsável pela avaliação socioambiental, elaboração de planos de melhoria e acompanhamento das propriedades participantes.

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O objetivo é garantir que os produtores adotem práticas sustentáveis e consigam renovar pastagens e áreas de lavoura de forma mais eficiente.

Potencial de sustentabilidade e produtividade

Para Ricardo Silva, Head de Rural Banking do Rabobank no Brasil e América do Sul, o programa atende à demanda global por alimentos, ao mesmo tempo que incentiva sistemas agrícolas resilientes. “Esta nova fase oferece uma solução concreta para apoiar produtores na adoção de modelos eficientes e sustentáveis, por meio da recuperação de áreas degradadas e da integração de culturas”, afirma.

Casper Havinga, Diretor de Investimentos do Fundo AGRI3, destaca que “o acesso a financiamento de longo prazo é essencial para a transição para um uso da terra mais sustentável. Os financiamentos fortalecem a produtividade, a resiliência e ajudam a dissociar a expansão agrícola do desmatamento”.

Experiências de clientes comprovam eficácia do programa

Produtores que participaram da primeira fase do Renova Pasto relatam resultados positivos. Wilton Roberto Guimarães, de Niquelândia-GO, afirma que “o programa ofereceu melhores condições de financiamento e foco ambiental, permitindo a melhoria das pastagens e valorização do gado”.

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Geraldo Antonio Delai, de Canarana-MT, ressalta que o longo prazo e a carência de três anos viabilizaram a recuperação das pastagens e possibilitaram a rotação de culturas, incluindo soja, aumentando a eficiência das áreas utilizadas para pecuária.

Diferenciais do Renova Pasto 2.0

A nova versão do programa se destaca por:

  • Ampliar o escopo além da pecuária, incluindo culturas anuais;
  • Adotar indicadores de conservação e compromissos de preservação florestal;
  • Implementar monitoramento técnico independente, reforçando governança e credibilidade;
  • Oferecer análise técnica individualizada para contratação, garantindo conformidade e eficiência.
Disponibilidade e condições do programa

O Renova Pasto 2.0 está disponível para clientes do Rabobank que atendam aos critérios do programa. As condições finais de contratação dependem das avaliações técnicas e da análise socioambiental de cada propriedade. Os resultados podem variar conforme as características de cada projeto e não constituem garantia futura de desempenho.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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