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Encerramento da COP15 da Convenção sobre Espécies Migratórias

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Concluiu-se hoje, em Campo Grande, a 15ª Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Espécies Migratórias (CMS). A Conferência contou com mais de 2.400 participantes e produziu resultados relevantes para a conservação de espécies migratórias em escala global.

Foram incluídas 40 espécies nos Apêndices I e II, que preveem, respectivamente, proteção estrita e cooperação internacional para conservação e manejo sustentável. Destacam-se propostas apresentadas ou copatrocinadas pelo Brasil, como a inclusão do maçarico-de-bico-torto e do maçarico-de-bico-virado no Apêndice I; de petréis dos gêneros Pterodroma e Pseudobulweria nos Apêndices I e II; e do caboclinho-do-pantanal, do cação-cola-fina e do pintado no Apêndice II. Foram também acordadas 15 ações concertadas, incluindo iniciativa brasileira sobre o tubarão-mangona, além de medidas para a conservação de bagres migratórios amazônicos.

A Conferência aprovou a elaboração de estratégia de mobilização de recursos voltada ao apoio a países em desenvolvimento, conforme destacado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Segmento de Alto Nível e refletido na Declaração do Pantanal, endossada por 19 países.

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O Brasil exercerá a presidência da COP no próximo triênio, com ênfase na ampliação das partes da CMS e no fortalecimento de sua implementação. A COP16 será realizada em Bonn, Alemanha, em 2029, por ocasião do cinquentenário da Convenção.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Abertura da Colheita do Arroz 2027: áreas experimentais no RS entram em fase de preparo com forrageiras de inverno

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Os organizadores da 37ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas já iniciaram o preparo das áreas experimentais que serão utilizadas na edição de 2027. O trabalho está sendo realizado na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com foco na manutenção da qualidade biológica e química do solo.

A estratégia faz parte do manejo contínuo das lavouras demonstrativas e visa garantir melhores condições agronômicas para o cultivo do arroz na próxima safra de verão.

Manejo do solo começa meses antes da colheita

Embora o público associe a Abertura da Colheita do Arroz principalmente ao plantio e à colheita em si, o processo produtivo das áreas experimentais envolve etapas antecipadas de preparação do solo.

Após a realização da 36ª edição do evento, em fevereiro deste ano, as áreas que receberam as vitrines tecnológicas e a Lavoura Breno Prates passaram por novo ciclo de manejo.

Atualmente, os espaços estão sendo semeados com forrageiras de inverno, utilizadas como cobertura vegetal para preservação do solo até o próximo ciclo produtivo.

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A 37ª edição da Abertura da Colheita está prevista para ocorrer entre os dias 16 e 18 de fevereiro de 2027.

Forrageiras de inverno garantem qualidade do solo

O uso de plantas de cobertura é uma das principais estratégias adotadas no sistema de produção das áreas experimentais. O objetivo é manter a estrutura do solo protegida, além de preservar sua fertilidade e atividade biológica.

Segundo o diretor técnico da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), André Matos, o manejo com coberturas de inverno é essencial para garantir a sustentabilidade das áreas destinadas ao cultivo de arroz.

“A gente usa sempre essas coberturas de inverno visando a proteção do solo, com a preservação da qualidade biológica e química do mesmo. E, esse ano, fomos apoiados pelas empresas PGW e Raix, com coberturas modernas que estão sendo cada vez mais aprimoradas na sua utilização, visando a contribuição para a safra de verão”, explicou.

Mix de espécies reforça sustentabilidade do sistema

Neste ciclo de preparo, foi utilizado um mix de forrageiras e sementes de trevo, estratégia que contribui para melhorar a estrutura do solo, ampliar a fixação biológica de nitrogênio e reduzir a degradação ao longo do período de entressafra.

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As áreas experimentais funcionam como vitrines tecnológicas, permitindo a avaliação de práticas de manejo que podem ser aplicadas em larga escala pelos produtores de arroz no Rio Grande do Sul e em outras regiões de terras baixas.

Tecnologia e manejo antecipado fortalecem produção de arroz

O preparo antecipado das áreas reforça a importância da adoção de tecnologias de manejo conservacionista no cultivo de arroz irrigado.

Além de contribuir para a produtividade futura, as práticas adotadas pela Embrapa Clima Temperado e pela Federarroz buscam aumentar a eficiência do sistema produtivo e promover maior sustentabilidade agrícola.

Com isso, a preparação para a Abertura da Colheita do Arroz 2027 já começa a ganhar forma, consolidando o evento como referência nacional na difusão de tecnologias para a orizicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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