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Grupo Piracanjuba inaugura megafábrica de queijos no Paraná e acelera expansão no Brasil

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Nova fábrica marca avanço estratégico no setor de lácteos

O Grupo Piracanjuba inaugurou uma nova unidade industrial em São Jorge D’Oeste, consolidando um dos maiores investimentos recentes do setor de alimentos no país.

A planta já nasce entre as maiores do Brasil no segmento de queijos e representa um novo ciclo de crescimento da companhia, com foco em expansão, inovação e fortalecimento da presença nacional.

Investimento impulsiona economia regional no Paraná

A nova unidade reforça a atuação da empresa no estado do Paraná, contribuindo diretamente para o desenvolvimento do sudoeste paranaense.

Entre os principais impactos estão:

  • Geração de empregos diretos e indiretos
  • Dinamização da economia local
  • Fortalecimento da cadeia produtiva do leite

O projeto foi viabilizado com apoio do programa Paraná Competitivo e financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, evidenciando a confiança no potencial da indústria nacional.

Capacidade de produção amplia presença no mercado

A fábrica inicia operações com capacidade para processar 1,2 milhão de litros de leite por dia. Nesta primeira fase, a produção será voltada para:

  • Queijos em peças e fatiados
  • Manteiga

A estratégia busca atender diferentes demandas do mercado e ampliar a presença da marca em categorias consideradas estratégicas.

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Expansão prevê produtos de maior valor agregado

O complexo industrial foi planejado para crescimento gradual. Nas próximas etapas, a unidade deve ampliar o portfólio com a produção de:

  • Concentrados e isolados proteicos (whey protein)
  • Lactose em pó
  • Requeijão

Segundo o presidente do Grupo, Luiz Claudio Lorenzo, o investimento representa uma mudança importante no modelo produtivo da empresa, com foco em agregação de valor e maior competitividade no mercado.

Redução da dependência de importações no setor

O avanço da nova unidade também contribui para reduzir a dependência brasileira de insumos importados.

Atualmente:

  • Cerca de 54% do consumo de whey protein concentrado (WPC) no Brasil é importado
  • Aproximadamente 67% da lactose consumida no país vem do exterior

Com a produção local desses ingredientes, o Grupo fortalece a indústria nacional e amplia a autonomia do setor de lácteos.

Geração de empregos e impacto na cadeia produtiva

Com 54 mil metros quadrados de área construída, a unidade inicia as operações com cerca de 250 empregos diretos, com previsão de expansão ao longo das próximas fases.

O impacto econômico se estende a toda a cadeia, beneficiando:

  • Produtores rurais
  • Fornecedores
  • Prestadores de serviços
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Sustentabilidade e eficiência operacional

A fábrica foi projetada com foco em sustentabilidade e eficiência. Entre as iniciativas adotadas estão:

  • Sistemas de tratamento e reaproveitamento de água
  • Produção e uso de biogás como fonte de energia renovável

Essas medidas reduzem o impacto ambiental e alinham a operação às melhores práticas do setor.

Aquisição em Minas Gerais reforça estratégia de crescimento

A inauguração ocorre em um momento de forte expansão do Grupo. Em janeiro, a empresa anunciou a aquisição da Básel Lácteos, localizada em Antônio Carlos, conhecida por sua linha de queijos premium.

O movimento fortalece a atuação em produtos de maior valor agregado e amplia a presença da companhia no mercado nacional.

Novo ciclo de crescimento no setor de alimentos

A nova unidade simboliza um marco na trajetória do Grupo Piracanjuba, combinando crescimento industrial, inovação e desenvolvimento regional.

Com investimentos estratégicos e diversificação do portfólio, a empresa consolida sua posição entre as principais indústrias de alimentos do Brasil e avança na conquista de novos mercados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado do açúcar segue pressionado no Brasil com compradores retraídos e liquidez baixa no spot paulista

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O mercado brasileiro de açúcar iniciou a semana em ritmo moderado, mantendo o cenário de baixa liquidez observado nos últimos dias no mercado spot paulista. A combinação entre avanço da safra 2026/27 no Centro-Sul, expectativa de maior oferta e postura cautelosa dos compradores continua limitando os negócios envolvendo o açúcar cristal.

De acordo com levantamentos do Cepea, os compradores seguem retraídos nas negociações, aguardando possíveis novas quedas nos preços nas próximas semanas. Esse comportamento contribuiu para a manutenção do ritmo lento no mercado físico durante a semana passada e também marcou o início desta semana.

No mercado doméstico, o Indicador CEPEA/ESALQ para o açúcar cristal branco em São Paulo registrou leve alta de 0,14% na segunda-feira (25), com a saca de 50 quilos negociada a R$ 93,69. Apesar da pequena recuperação diária, o indicador ainda acumula queda de 4,31% ao longo de maio.

Segundo analistas do setor, a pressão sobre os preços está diretamente ligada ao avanço da moagem da cana-de-açúcar e ao aumento da disponibilidade do produto no mercado interno. Ainda assim, alguns fatores podem limitar uma pressão mais intensa sobre as cotações no curto prazo.

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Pesquisadores do Cepea destacam que projeções recentes apontam redução no ATR médio da cana — indicador que mede a quantidade de açúcar recuperável — além de um mix de produção mais direcionado ao etanol. Esse cenário pode restringir parcialmente a oferta de açúcar ao longo dos próximos meses.

Mercado internacional acompanha exportações da Tailândia

No cenário externo, os contratos futuros do açúcar demerara negociados na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) perderam força na última semana, influenciados principalmente pelo avanço das exportações da Tailândia nos primeiros quatro meses de 2026.

O aumento da oferta asiática reforçou o sentimento de maior disponibilidade global da commodity, pressionando os preços internacionais e contribuindo para um ambiente mais cauteloso entre os agentes do mercado.

Nesta segunda-feira (25), porém, não houve negociações nas bolsas internacionais devido ao feriado externo, o que reduziu temporariamente a volatilidade e fez o mercado concentrar atenção nos indicadores brasileiros e no andamento da safra no Centro-Sul.

Etanol segue estável em Paulínia

No mercado de combustíveis, o etanol hidratado também apresentou comportamento estável no início da semana.

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O Indicador Diário Paulínia mostrou o biocombustível negociado a R$ 2.357,00 por metro cúbico, registrando leve recuo de 0,02% na comparação diária.

Mesmo com a estabilidade observada nas últimas sessões, o indicador ainda acumula desvalorização de 2,04% em maio, refletindo o aumento da oferta e o comportamento mais cauteloso das distribuidoras.

O setor sucroenergético segue acompanhando o avanço da colheita no Centro-Sul, as condições climáticas e a definição do mix entre açúcar e etanol, fatores que devem continuar influenciando os preços e a liquidez do mercado nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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