Tecnologia

Formação gratuita em programação no DF oferece bolsa e chance de residência tecnológica

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Aprender a programar, conquistar renda durante os estudos e dar os primeiros passos em uma área com alta demanda no mercado de trabalho. Essa é a proposta do Programa Bolsa Futuro Digital — Residência Tecnológica em Desenvolvimento de Software, que está com inscrições abertas no Distrito Federal. A iniciativa oferece formação gratuita em tecnologia, com aulas presenciais e atividades on-line para jovens e adultos que desejam iniciar carreira na área. As inscrições seguem até 20 de abril e devem ser feitas pela internet. 

Com turmas previstas para diferentes regiões de Brasília, as aulas serão nos campi do Instituto Federal de Brasília (IFB), combinando conteúdos práticos e teóricos em duas trilhas: front-end, voltada à construção de interfaces, e back-end, focada na lógica e no funcionamento de sistemas. Durante o curso, os participantes recebem bolsa mensal de até R$ 200, com possibilidade de avançar para uma residência tecnológica com auxílio de até R$ 600 por mês. 

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A proposta integra um conjunto de ações voltadas à formação de talentos em tecnologia no País, alinhadas à estratégia de transformação digital e ampliação da inclusão produtiva. A qualificação profissional em áreas como desenvolvimento de software tem sido apontada por políticas públicas como um dos caminhos para ampliar oportunidades, especialmente entre jovens. 

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Ascom/MCTI

O processo seletivo inclui teste de raciocínio lógico e avaliação de perfil, com o objetivo de identificar o potencial dos candidatos para a área de tecnologia. A seleção busca contemplar perfis diversos, priorizando a inclusão e o acesso à formação.  

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Tecnologia

MCTI e MTE lançam edital de R$ 100 milhões para inovação em economia solidária em todo País

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançaram, nesta sexta-feira (3), edital que destina R$ 100 milhões para projetos de inovação tecnológica para a economia solidária. Os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operacionalizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), serão destinados a incubadoras tecnológicas de cooperativas populares (ITCPs) vinculadas a universidades e institutos federais, no âmbito do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). 

O edital prevê o financiamento de projetos com valores de R$ 1,5 milhão a R$ 3 milhões e duração de até dois anos. As propostas deverão contemplar ações de desenvolvimento e difusão de tecnologias sociais para apoiar empreendimentos econômicos solidários, incluindo atividades de assessoria técnica, formação e extensão universitária de desenvolvimento territorial. 

Os projetos selecionados serão executados por agências de inovação e incubadoras tecnológicas vinculadas a instituições de ensino superior e à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. 

Proninc reúne iniciativas de apoio às incubadoras tecnológicas de cooperativas populares, promovendo a integração entre instituições de ensino e pesquisa e empreendimentos da economia solidária. O programa contempla ações de desenvolvimento de tecnologias sociais e fortalecimento da capacidade técnica desses empreendimentos.  

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A secretária de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes) do MCTI, Germana Pires Coriolano, ressaltou que o edital simboliza a retomada de políticas públicas voltadas à economia solidária e ao desenvolvimento inclusivo. “A ciência acontece quando a universidade trabalha ao lado de uma cooperativa para melhorar a produção, quando uma tecnologia social ajuda uma comunidade a gerar mais renda ou quando o conhecimento acadêmico encontra soluções para desafios concretos vividos pelas pessoas. É exatamente essa ciência, comprometida com o desenvolvimento dos territórios, que nós estamos fortalecendo hoje”, afirmou.  

Durante a cerimônia, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a economia solidária deve ser compreendida como estratégia permanente de desenvolvimento. “A retomada do programa priorizou a reconstrução da economia solidária enquanto estratégia de inclusão produtiva, sendo a inovação tecnológica uma ferramenta frente aos problemas reais de logística e infraestrutura dos trabalhadores pobres. E, ao mesmo tempo, integrando o conhecimento sistematizado das universidades com o conhecimento popular dos territórios, o MTE e o MCTI estão colocando a ciência e a tecnologia a serviço da inclusão produtiva”, frisou. 

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O edital na Bahia aloca R$ 100 milhões para incubadoras populares do Estado via Universidade Federal da Bahia (UFBA) em tecnologias de inovação.  Desde 2013, o MCTI retomou as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social e ampliou os investimentos em ciência e tecnologia. Somente na Bahia, mais de R$ 1,3 bilhão foi investido de 2023 a 2025 para fortalecer pesquisa, inovação formação de recursos humanos e infraestrutura científica.  

Segundo a gerente do Departamento Regional Centro-Oeste da Finep, Julieta Palmeira, a financiadora fortalece a capacidade das universidades e institutos federais de transformar conhecimento científico em soluções voltadas às demandas da população, promovendo inclusão produtiva, desenvolvimento territorial e melhoria da qualidade de vida. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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