Tecnologia

Em evento, MCTI orienta municípios sobre acesso a programas de ciência e tecnologia

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) está presente, junto a outras pastas do Governo do Brasil, na 9ª edição do Congresso Pernambucano de Municípios, nesta segunda-feira (27) e terça-feira (28). A pasta participa com um estande para orientar gestores públicos sobre como acessar programas e iniciativas federais na área de ciência, tecnologia e inovação. O evento reúne prefeitos, secretários e equipes técnicas para discutir soluções aplicadas à gestão municipal e ampliar o acesso a políticas públicas. 

A atuação do ministério foi centrada no atendimento direto aos municípios, com a apresentação de uma carteira de programas e esclarecimento de dúvidas sobre formas de adesão. “A palestra foi uma orientação geral para os municípios sobre os programas e ações do ministério. Apresentamos nossa lista de programas”, explicou o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares (Aspar), Luiz Rodrigues. 

A seleção apresentada priorizou iniciativas com maior interface com a realidade municipal e maior demanda por parte das prefeituras. “Temos uma lista voltada para a caravana federal em que enfatizamos os programas mais procurados pelos municípios em geral. As pessoas vão lá e são informadas sobre nossos projetos, como foi o caso dessa agenda também”, afirmou. 

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Entre os destaques, está o programa Mais Ciência na Escola, um dos principais eixos de interesse dos gestores, especialmente pela implementação de infraestrutura educacional. “O Mais Ciência na Escola traz os laboratórios maker, o laboratório de informática, o laboratório de robótica, projetos muito atrativos para a população”, detalhou. 

Também foram apresentadas ações de Ciência Popular, com foco em iniciativas de engajamento público e eventos científicos. Outro eixo abordado foi o apoio a ambientes de inovação, voltados ao fortalecimento de ecossistemas locais de tecnologia.  

Segundo Rodrigues, as ações incluem “apoiar ambientes inovadores como incubadoras, salas de empreendedorismo, todas as ações que colaboram para desenvolver novos negócios em tecnologia e inovação nos municípios”. 

Além da apresentação das iniciativas, o ministério detalhou os caminhos para acesso aos programas. “O objetivo principal é orientar as prefeituras sobre como acessar as iniciativas do ministério. Muitas são feitas por meio de edital, outras têm como principal forma a emenda parlamentar”, explicou.  

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A participação no congresso integra a estratégia do MCTI de aproximar as políticas públicas federais da gestão local, ampliando o acesso de municípios a instrumentos de apoio à ciência, tecnologia e inovação. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Tecnologia

MCTI e MTE lançam edital de R$ 100 milhões para inovação em economia solidária em todo País

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançaram, nesta sexta-feira (3), edital que destina R$ 100 milhões para projetos de inovação tecnológica para a economia solidária. Os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operacionalizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), serão destinados a incubadoras tecnológicas de cooperativas populares (ITCPs) vinculadas a universidades e institutos federais, no âmbito do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). 

O edital prevê o financiamento de projetos com valores de R$ 1,5 milhão a R$ 3 milhões e duração de até dois anos. As propostas deverão contemplar ações de desenvolvimento e difusão de tecnologias sociais para apoiar empreendimentos econômicos solidários, incluindo atividades de assessoria técnica, formação e extensão universitária de desenvolvimento territorial. 

Os projetos selecionados serão executados por agências de inovação e incubadoras tecnológicas vinculadas a instituições de ensino superior e à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. 

Proninc reúne iniciativas de apoio às incubadoras tecnológicas de cooperativas populares, promovendo a integração entre instituições de ensino e pesquisa e empreendimentos da economia solidária. O programa contempla ações de desenvolvimento de tecnologias sociais e fortalecimento da capacidade técnica desses empreendimentos.  

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A secretária de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes) do MCTI, Germana Pires Coriolano, ressaltou que o edital simboliza a retomada de políticas públicas voltadas à economia solidária e ao desenvolvimento inclusivo. “A ciência acontece quando a universidade trabalha ao lado de uma cooperativa para melhorar a produção, quando uma tecnologia social ajuda uma comunidade a gerar mais renda ou quando o conhecimento acadêmico encontra soluções para desafios concretos vividos pelas pessoas. É exatamente essa ciência, comprometida com o desenvolvimento dos territórios, que nós estamos fortalecendo hoje”, afirmou.  

Durante a cerimônia, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a economia solidária deve ser compreendida como estratégia permanente de desenvolvimento. “A retomada do programa priorizou a reconstrução da economia solidária enquanto estratégia de inclusão produtiva, sendo a inovação tecnológica uma ferramenta frente aos problemas reais de logística e infraestrutura dos trabalhadores pobres. E, ao mesmo tempo, integrando o conhecimento sistematizado das universidades com o conhecimento popular dos territórios, o MTE e o MCTI estão colocando a ciência e a tecnologia a serviço da inclusão produtiva”, frisou. 

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O edital na Bahia aloca R$ 100 milhões para incubadoras populares do Estado via Universidade Federal da Bahia (UFBA) em tecnologias de inovação.  Desde 2013, o MCTI retomou as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social e ampliou os investimentos em ciência e tecnologia. Somente na Bahia, mais de R$ 1,3 bilhão foi investido de 2023 a 2025 para fortalecer pesquisa, inovação formação de recursos humanos e infraestrutura científica.  

Segundo a gerente do Departamento Regional Centro-Oeste da Finep, Julieta Palmeira, a financiadora fortalece a capacidade das universidades e institutos federais de transformar conhecimento científico em soluções voltadas às demandas da população, promovendo inclusão produtiva, desenvolvimento territorial e melhoria da qualidade de vida. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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