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Caravanas da Inovação Portuária inicia primeira edição de 2026 com visitas técnicas em Paranaguá

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No porto de Paranaguá (PR), o Ministério de Portos e Aeroportos dá início, nesta terça-feira (5), à 7ª edição da Caravana de Inovação Portuária. A iniciativa, feita em parceria com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), marca o primeiro evento do calendário de 2026 e reúne autoridades, técnicos, empresários e acadêmicos para debater os desafios da operação portuária.

Para o diretor de Políticas Setoriais, Planejamento e Inovação do Ministério de Portos e Aeroportos, Tetsu Koike, esta edição das Caravanas reforça a importância de aproximar todos os setores em uma agenda comum de inovação. “Os portos brasileiros concentram 96% do comércio exterior, isso reforça a importância de ampliar a competitividade e a eficiência do setor. E para a sétima edição da caravanas, aqui em Paranaguá, reunimos setor público, iniciativa privada e academia para discutir como a inovação está transformando os portos do país”, disse o diretor durante a apresentação.

Imersão no Porto
O primeiro dia do evento contou com visitas às instalações do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) e apresentações institucionais dentro da área portuária. A programação foi estruturada para aproximar os participantes da rotina operacional do porto com uma troca de experiências e o debate técnico sobre o setor portuário.

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Durante a apresentação do TCP, o superintendente institucional e jurídico e encarregado de dados (DPO), Rafael Stein Santos, falou sobre a importância da governança e da gestão para o desempenho das operações dentro do terminal. “A gente olha sempre sob três aspectos essenciais no nosso negócio. O primeiro deles é a infraestrutura portuária e os equipamentos, depois toda a capacidade instalada dos terminais e, por fim, a infraestrutura marítima e os acessos disponíveis”, explicou.

Cooperação internacional
A representante da rede econômica neerlandesa no Brasil, Lucila Almeida, veio ao evento representando o governo dos Países Baixos. Ela está participando pela primeira vez da Caravanas da Inovação e tem expectativas voltadas ao fortalecimento de parcerias e ao avanço de pautas sustentáveis no setor portuário

Segundo ela, a agenda do evento dialoga diretamente com iniciativas já desenvolvidas em parceria entre Brasil e Países Baixos, especialmente voltadas à transição para práticas mais sustentáveis. “Temos diversas ações conjuntas para integrar inovação e trazer uma perspectiva mais verde, especialmente no que diz respeito à descarbonização”, afirmou.

A representante também ressaltou a colaboração com o Ministério de Portos e Aeroportos no desenvolvimento de um curso de capacitação voltado ao tema. A formação contará com cinco módulos de 20 horas cada, sendo três realizados de forma online, um em Brasília e outro no Porto de Rotterdam, reunindo universidades, empresas e instituições. “A ideia é capacitar as pessoas para lidar com esse novo momento, mais voltado à sustentabilidade”, explicou.

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Sobre a região
Localizada no litoral do Paraná, o município de Paranaguá integra uma das regiões logísticas mais estratégicas do Sul do país, com ligação direta a corredores de exportação que conectam o interior produtor aos mercados internacionais. A cidade se destaca pela forte vocação portuária e pela presença de atividades ligadas ao comércio exterior, que impulsionam a economia local e regional.

Em 2025, os portos do Paraná, com destaque para o Porto de Paranaguá, registraram um novo recorde histórico de movimentação, alcançando aproximadamente 73,5 milhões de toneladas, o maior volume já registrado no estado.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Brasil ganha estratégia de Estado para transformar a riqueza mineral em desenvolvimento sustentável de forma soberana até 2050

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, apresentou nesta quinta-feira (2/7) o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), durante reunião do Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM). Construído com ampla participação social da academia, do setor produtivo, meio ambiente, e articulação interministerial e federativa, o documento é o instrumento estratégico de longo prazo da política mineral brasileira responsável. Ele estabelece a visão de futuro que o Brasil quer para a mineração em seu território e os pilares, objetivos estratégicos e diretrizes de política pública que vão orientar o setor nas próximas décadas, aliando agregação de valor e responsabilidade socioambiental.

“O Brasil tem algumas das maiores reservas minerais do mundo, e o PNM 2050 mostra o caminho para que nossa riqueza sirva à modernização da economia nacional, transformando esse potencial em desenvolvimento, tecnologia, emprego e renda para o nosso povo. O Plano ainda reafirma nossa soberania em um cenário internacional cada vez mais competitivo”, afirmou Silveira.

O PNM 2050 apresenta o contexto do setor mineral brasileiro frente ao Brasil e ao mundo, o que leva a um diagnóstico central: ter recursos minerais não basta. Transformar potencial geológico em prosperidade e desenvolvimento exige instituições robustas, conhecimento geológico, ambiente regulatório estável e responsabilidade socioambiental.

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Por isso, o Plano se organiza em quatro pilares — sustentabilidade e valor social; segurança do suprimento mineral e aproveitamento responsável; agregação de valor no setor mineral; e governança e integridade — que se desdobram em cinco objetivos estratégicos:

  1. Consolidar a mineração brasileira como sustentável e inclusiva;
  2. Ampliar o conhecimento geológico e o aproveitamento responsável dos recursos minerais;
  3. Promover a agregação de valor e o adensamento produtivo;
  4. Fortalecer a governança, a integridade e a transparência na mineração; e
  5.  Assegurar a soberania nacional e a segurança do suprimento mineral.

A agregação de valor está no centro da estratégia. Em meio à transição energética e à crescente demanda mundial por minerais críticos – usados em baterias, turbinas eólicas e tecnologias digitais e de defesa -, o Brasil quer deixar de ser apenas exportador de bens primários e avançar na industrialização e no adensamento de suas cadeias produtivas.

O setor mineral já responde por cerca de 3,3% do PIB brasileiro e por aproximadamente 2 milhões de empregos diretos, com investimentos em trajetória de crescimento nos últimos anos. Para ampliar esses resultados de forma planejada, o PNM 2050 adota um modelo de planejamento em três níveis, previsto no Decreto nº 11.108/2022 e orientado pelas diretrizes estabelecidas na Resolução CNPM nº 5/2025, que combina a visão estratégica do Plano com um Plano de Metas e Ações e um sistema permanente de monitoramento, avaliação e revisão.

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O Plano integra a agenda de reindustrialização e de fortalecimento da soberania nacional, articulando as políticas mineral, industrial, energética, de ciência, tecnologia e inovação e do clima. Com ele, o Brasil reafirma o compromisso de usar seus recursos minerais como instrumento para construir um futuro mais próspero, sustentável, inclusivo e soberano.

Acesse o PNM 2050 na íntegra aqui.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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