Agro News

MMA seleciona representantes da sociedade civil para integrar a Conaveg

Publicado

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) abriu processo seletivo para preencher as vagas remanescentes de representantes da sociedade civil na Comissão Nacional para Recuperação da Vegetação Nativa (Conaveg). Os interessados devem preencher o formulário de inscrição até 3 de junho 

Retomada em 2023, a Conaveg é um espaço de articulação e governança estratégica da Política Nacional para Recuperação da Vegetação Nativa (Proveg) e do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg).  

O processo seletivo busca garantir a participação dos seguintes segmentos da sociedade:  

  1. Entidades de agricultores familiares e assentados da reforma agrária;  
  2. Entidades de povos indígenas;  
  3. Entidades de povos e comunidades quilombolas; e  
  4. Entidades de povos e comunidades tradicionais.  

Inscrição 

Para participar, o dirigente ou representante legal da instituição deverá preencher o Formulário de Candidatura e a Ficha de Pontuação, reunir a documentação exigida pelo Edital, e enviar todos os documentos em formato PDF para o e-mail [email protected] 

Leia mais:  Biotecnologia impulsiona produção de alho no Brasil e amplia rentabilidade do produtor

A seleção é regulamentada pelo Edital CONAVEG nº 01/2026. 

O resultado preliminar será divulgado em 01 de julho e o prazo para interposição de recursos vai até o dia 07 do mesmo mês. Já a divulgação do resultado final está prevista para 27 de julho.  

A composição completa da Conaveg foi ampliada pela Portaria GM/MMA nº 1.389, de 19 de maio de 2025. Na atual composição, já possuem assento na comissão outros representantes da sociedade civil organizada das redes e coletivos de recuperação da vegetação nativa por bioma (Art. 1º, § 1º, inciso III), bem como representantes da sociedade civil dos seguimentos: (i) movimentos sociais com atuação em recuperação da vegetação nativa; (ii) instituições científicas de pesquisa, de ensino e de extensão atuantes na recuperação da vegetação nativa; e (iii) setor privado de produção rural agrossilvipastoril, eleitos em processo seletivo realizado em 2025. Esses representantes já indicados não precisarão se candidatar neste processo seletivo.  

Leia mais:  Embrapa e UFPel lançam planilha para cálculo de custos de produção e tratamento da madeira no campo

Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail [email protected]. 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA
 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Exportações brasileiras de soja disparam em 2026 e ANEC projeta embarques acima de 108 milhões de toneladas

Publicado

As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026 e caminham para um dos maiores desempenhos da história do agronegócio nacional. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais apontam que os embarques da oleaginosa devem superar 108 milhões de toneladas no acumulado do ano, mantendo o Brasil como principal fornecedor global do grão.

O levantamento “Shipment Flow Week 18/2026”, elaborado com base em informações da Cargonave, mostra avanço consistente das exportações de soja, farelo de soja, milho e derivados ao longo dos primeiros meses do ano.

Soja brasileira deve ultrapassar 108 milhões de toneladas exportadas

Segundo a ANEC, as exportações brasileiras de soja devem atingir 108,68 milhões de toneladas em 2026, considerando a programação atual de embarques.

Somente em maio, os embarques da oleaginosa foram estimados em aproximadamente 15,99 milhões de toneladas, acima do volume registrado no mesmo período do ano passado.

Os números reforçam o forte ritmo das exportações brasileiras mesmo diante das oscilações do mercado internacional e da maior concorrência global.

Entre janeiro e abril, os volumes embarcados já demonstraram crescimento expressivo em relação ao ano anterior, especialmente nos meses de abril e maio.

Leia mais:  Biotecnologia impulsiona produção de alho no Brasil e amplia rentabilidade do produtor
China concentra 70% das compras de soja do Brasil

A China segue como principal destino da soja brasileira em 2026.

De acordo com a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da oleaginosa brasileira entre janeiro e abril deste ano.

Na sequência aparecem mercados como:

  • Espanha (4%);
  • Turquia (4%);
  • Tailândia (3%);
  • Paquistão (2%);
  • Argélia (2%).

O domínio chinês reforça a importância da demanda asiática para o agronegócio brasileiro e para o equilíbrio das exportações nacionais.

Farelo de soja registra crescimento nos embarques

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026.

A ANEC projeta exportações de 10,66 milhões de toneladas do derivado no acumulado do ano até maio, acima do registrado em igual período de 2025.

Entre os principais compradores do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia (20%);
  • Tailândia (10%);
  • Irã (10%);
  • Holanda (9%);
  • Polônia (7%).

O avanço nas vendas externas reforça a competitividade da indústria brasileira de processamento de soja.

Exportações de milho também avançam em 2026

O milho brasileiro mantém crescimento nas exportações, mesmo com volumes ainda abaixo do pico histórico recente.

Segundo a ANEC, os embarques do cereal somaram 5,78 milhões de toneladas até maio de 2026.

Os principais destinos do milho brasileiro no período foram:

  • Egito (27%);
  • Vietnã (22%);
  • Irã (19%);
  • Argélia (9%);
  • Malásia (5%).
Leia mais:  Crédito privado para o agronegócio ganha força com soluções flexíveis e personalizadas

A demanda internacional segue sustentada principalmente por países do Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático.

Portos do Arco Norte ampliam participação nos embarques

Os dados da ANEC também mostram a crescente relevância dos portos do Arco Norte nas exportações brasileiras.

Portos como Barcarena, Santarém, Itaqui e Itacoatiara registraram volumes expressivos de embarques de soja e milho durante a semana analisada.

O Porto de Santos continua liderando a movimentação nacional, seguido por Paranaguá e os terminais do Norte do país.

A expansão logística nessas regiões vem contribuindo para reduzir custos de escoamento e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Mercado acompanha demanda global e logística brasileira

O cenário das exportações brasileiras segue sendo acompanhado de perto por tradings, produtores e agentes do mercado internacional.

A combinação entre demanda aquecida da China, recuperação da logística portuária e grande oferta brasileira mantém o país em posição estratégica no comércio global de grãos.

Ao mesmo tempo, o mercado monitora fatores como câmbio, custos logísticos, clima e demanda internacional, que continuarão influenciando o ritmo dos embarques ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana