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Na Bahia, Ministro dos Transportes entrega trecho da BR-020 e autoriza manutenção em 217 quilômetros da BR-242

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Fundamental para a ligação entre Bahia e Piauí e para o escoamento da produção regional, a BR-020/BA avançou em mais uma etapa nesta terça-feira (2). O ministro dos Transportes, George Santoro, entregou a pavimentação de 11,8 quilômetros da rodovia entre Campo Alegre de Lourdes e a divisa com o estado vizinho e autorizou o início dos serviços de manutenção e recuperação de 217,5 quilômetros da BR-242/BA, entre Paraguaçu e Lençóis.

A pavimentação recebeu investimentos de R$ 32,5 milhões do Novo PAC e beneficia diretamente cerca de 150 mil pessoas no noroeste baiano e no leste do Piauí. A intervenção fortalece a ligação entre os dois estados, melhora as condições de deslocamento de moradores e visitantes e amplia a eficiência do transporte de cargas na região.

“A BR-020 é um corredor importante para a Bahia. Estamos trabalhando para ampliar essa conexão e integrar a rodovia à FIOL 2 para fortalecer esse corredor logístico fundamental para o desenvolvimento do estado”, afirmou o ministro dos Transportes, George Santoro.

Além de impulsionar as atividades econômicas entre Bahia e Piauí, a conclusão do trecho amplia o acesso à região da Serra da Capivara, importante destino turístico e patrimônio arqueológico brasileiro. A obra também reforça a infraestrutura logística da área de influência do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), uma das principais fronteiras agrícolas do país.

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“Estamos retomando investimentos que são fundamentais para o desenvolvimento da Bahia. São obras em rodovias, ferrovias e outros projetos estruturantes que ficaram anos sem receber a atenção necessária. Hoje vivemos um novo momento, com investimentos do Novo PAC que melhoram a infraestrutura, impulsionam o desenvolvimento regional e transformam a vida das pessoas”, destacou o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.

A BR-020 é um dos principais eixos rodoviários do país, conectando o Centro-Oeste ao Nordeste. A via desempenha papel estratégico para o agronegócio, o turismo e o transporte de bens e serviços, além de contribuir para o escoamento da produção agrícola e mineral.

Manutenção da BR-242

Ainda durante a agenda, George Santoro assinou a ordem de início de serviços para execução de obras de manutenção e recuperação da BR-242/BA, entre Paraguaçu e Lençóis. A intervenção contempla 217,5 quilômetros da rodovia e contará com investimentos de R$ 157,3 milhões.

Os serviços serão executados em dois lotes. O primeiro abrange o trecho entre Paraguaçu e Itaberaba, com extensão de 86,9 quilômetros. O segundo contempla o segmento entre Itaberaba e o entroncamento da BA-144, acesso para Lençóis, totalizando 130,6 quilômetros.

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“A BR-242 precisava voltar a receber investimentos. Retomamos os serviços de manutenção para garantir melhores condições de trafegabilidade e mais segurança para quem utiliza a rodovia”, afirmou o ministro.

As intervenções vão contribuir para a preservação da malha rodoviária federal, ampliar a segurança dos usuários e garantir melhores condições de circulação em um dos mais importantes corredores de transporte da Bahia.

Mais investimentos nas rodovias baianas

Durante a agenda, o ministro dos Transportes, George Santoro, entregou a primeira etapa da Travessia Urbana de Juazeiro, que vai beneficiar mais de 42 mil veículos por dia, e vistoriou as obras da Travessia Urbana de Petrolina (PE). As intervenções ampliam a capacidade viária, reduzem congestionamentos e reforçam a integração logística no Vale do São Francisco

Assessoria Especial de Comunicação 
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Eólica offshore: publicada metodologia de seleção de áreas ofertadas no país

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Está disponível no site do Ministério de Minas e Energia (MME) o procedimento padronizado para selecionar possíveis áreas para desenvolvimento de projetos de geração de energia eólica no mar (eólica offshore). A proposta está alinhada à Lei nº 15.097/2025, à Resolução CNPE nº 1/2026, e aos demais instrumentos normativos que orientam o planejamento do uso do espaço marinho do país.

A metodologia, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), orienta a execução de um processo estruturado composto por três etapas. A primeira tem objetivo de identificar as regiões Potenciais (Etapa I), em que são aplicadas exclusões legais e tecnológicas para mapear regiões iniciais com menor conflito e maior viabilidade.

Em seguida, ocorre a Definição de Áreas de Interesse (Etapa II), que refina essas regiões considerando sensibilidades socioambientais e compatibilidade com outros usos e atividades do espaço marítimo. Por fim, a Priorização de Áreas (Etapa III) na qual é aplicada uma análise multicritério, incluindo critérios técnicos, econômicos, logísticos e socioambientais, para classificar e hierarquizar as áreas.

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A metodologia não define previamente quais regiões serão ofertadas, pois essa decisão permanece sob responsabilidade do poder concedente, que deverá considerar as políticas públicas vigentes, os objetivos de cada rodada de oferta e o contexto de desenvolvimento do setor.

A proposta incorpora na análise critérios legais, energéticos, econômicos, ambientais e sociais, com o objetivo de subsidiar a identificação de áreas adequadas à implantação de empreendimentos eólicos offshore, conciliando essa atividade com os demais usos do ambiente marinho. A construção do documento foi baseada na análise da regulamentação nacional, da experiência brasileira em planejamento espacial e das práticas adotadas por países com diferentes níveis de desenvolvimento desse segmento.

Mais sobre a Metodologia:

Resultado de um processo participativo, o documento incorpora contribuições de instituições governamentais integrantes do Grupo de Trabalho de Eólicas Offshore, instituído pela Resolução CNPE nº 18/2025 e da sociedade, apresentadas no âmbito da Consulta Pública nº 191/2025.

Entre as diretrizes previstas estão a flexibilidade para atualização dos critérios, acompanhando a evolução do mercado e a ampliação da base de informações disponíveis, além da previsão de mecanismos de participação institucional e social ao longo do processo de seleção.

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O documento também indica que a definição futura dos setores a serem ofertados deve considerar a coordenação com os processos de planejamento da infraestrutura necessária ao desenvolvimento dos projetos, incluindo instalações portuárias, sistemas de transmissão e demais estruturas de apoio, de forma articulada entre o governo e o setor produtivo.

Acesse aqui o documento na íntegra.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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