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Maior feira da bioenergia do mundo projeta crescimento de 13%

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Sertãozinho (313 km da capital paulista) vai sediar entre 11 e 14 de agosto de 2026 a 32ª edição da Fenasucro & Agrocana, principal feira mundial da cadeia de bioenergia. O evento chega à nova edição em meio ao avanço da agenda de descarbonização e à expansão dos investimentos em biocombustíveis, reunindo mais de 600 marcas expositoras e visitantes de mais de 80 países.

A feira deverá ocupar uma área de 100 mil metros quadrados e apresentar cerca de 3 mil produtos nacionais e internacionais. Em relação ao ano anterior, a organização projeta crescimento de 13% no número de expositores, reforçando a expectativa de ampliação dos negócios gerados durante o encontro.

Na edição passada, a Fenasucro & Agrocana movimentou R$ 10,7 bilhões em intenções de negócios, resultado considerado recorde para o evento e cerca de 30% superior ao registrado em 2023. Para 2026, a expectativa dos organizadores é superar esse volume, impulsionada pelo aumento da participação internacional e pelo fortalecimento da demanda por tecnologias voltadas à eficiência operacional e à transição energética.

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A feira reunirá empresas ligadas aos segmentos agrícola, industrial, transporte, logística, bioenergia e combustíveis renováveis. A programação contará com mais de 100 horas de conteúdo técnico e estratégico, distribuídas entre conferências, congressos e encontros setoriais. A eficiência produtiva será um dos principais temas desta edição, em um cenário marcado pelos desafios de competitividade e pelas transformações da bioeconomia.

Uma das novidades será a realização, pela primeira vez no Brasil, do 13º Congresso Latino-Americano da ATALAC – “José Paulo Stupiello”. O encontro ocorrerá entre os dias 10 e 14 de agosto, em Ribeirão Preto (SP), reunindo especialistas e representantes da América Latina e do Caribe.

Também está confirmada a segunda edição da FenaBio, conferência dedicada às novas rotas da bioenergia e às alternativas energéticas emergentes. O evento será realizado nos dias 12 e 13 de agosto, com debates sobre descarbonização, inovação e oportunidades de mercado.

Serviço

32ª Fenasucro & Agrocana
Quando: de 11 a 14 de agosto de 2026
Onde: Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP)
Programação: mais de 100 horas de conteúdo técnico e estratégico
Expositores: mais de 600 marcas
Área de exposição: 100 mil m²

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Fonte: Pensar Agro

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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas

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Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.

Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.

A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.

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Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura

Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.

O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.

A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.

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Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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