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Usina Termelétrica Azulão inicia operação em teste para reforçar segurança energética na região Norte

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O reforço da segurança energética na região Norte e a ampliação da capacidade de geração de energia elétrica avançaram com o início da operação em teste da Usina Termelétrica (UTE) Azulão, localizada no município de Silves (AM), no mês passado. Integrante do Complexo Termelétrico Azulão, a usina é a primeira unidade a entrar em fase de teste, contribuindo para a diversificação da matriz elétrica brasileira e para a confiabilidade do fornecimento de energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Prevista para entrar em operação comercial em agosto deste ano, a UTE Azulão recebeu investimento avaliado em R$ 781 milhões. O empreendimento conta com 361,5 MW de capacidade instalada e foi projetada em ciclo simples, utilizando uma turbina a gás para geração de energia. A usina será abastecida com gás natural proveniente do Campo de Azulão, contribuindo também para o desenvolvimento econômico regional. 

Estima-se que durante sua fase de implantação, a UTE Azulão tenha gerado mais de 4 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

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Complexo Termelétrico Azulão

O Complexo Termelétrico Azulão faz parte da carteira de investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e deverá contar com 964 MW de capacidade instalada ao final da sua implantação, prevista para julho de 2027. A operação completa do empreendimento irá ampliar a capacidade de geração despachável na região, além de garantir mais estabilidade ao sistema elétrico.

Para viabilizar sua integração ao SIN, o empreendimento será conectado à rede básica por meio de um sistema de transmissão compartilhado com a UTE Azulão II, com conexão à Subestação Silves 500/138 kV. 

Coordenado pelo Governo do Brasil, o Novo PAC reúne investimentos voltados à expansão da infraestrutura. No eixo de Transição Energética, o programa conta com 595 usinas previstas, das quais 446 já foram concluídas, reforçando a capacidade de geração de energia e o desenvolvimento sustentável no Brasil.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Ministério dos Transportes vistoria obras da Fico e reforça expansão da malha ferroviária nacional

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O secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro acompanhou, nesta quinta-feira (25), o avanço das obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), em Goiás. Integrada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), a ferrovia formará um dos principais corredores de exportação do Brasil, conectando regiões produtoras do Centro-Oeste aos portos e ampliando a competitividade logística do país.

Com 364 quilômetros de extensão, o trecho está em construção pela Vale como parte das contrapartidas da renovação antecipada da concessão da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). O modelo de investimento cruzado permite executar uma nova infraestrutura ferroviária estratégica com recursos privados, reforçando a parceria entre o poder público e a iniciativa privada na expansão da malha ferroviária nacional.

Ao sobrevoar as obras, Leonardo Ribeiro destacou o avanço do empreendimento e o papel da FICO na transformação da logística nacional.
“A FICO é muito mais do que uma ferrovia. Estamos falando de uma infraestrutura estratégica, que terá impacto direto no PIB brasileiro ao integrar a produção do Centro-Oeste à Ferrovia Norte-Sul e, futuramente, ao Corredor Leste-Oeste. Com o leilão desse corredor, o país ganhará uma nova alternativa logística para o escoamento da produção, reduzindo custos de transporte, aumentando a competitividade e fortalecendo o comércio exterior”, afirmou o secretário.

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Corredor Leste-Oeste

A Fico I integra um projeto ainda maior: o Corredor Ferroviário Leste-Oeste, que terá conexão com a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e com a Ferrovia Norte-Sul, formando um dos mais importantes eixos ferroviários em desenvolvimento no Brasil.

Com extensão prevista de 1.708 quilômetros, o empreendimento atravessará Bahia, Goiás e Mato Grosso. A ferrovia atenderá importantes regiões produtoras do oeste baiano, do Mato Grosso e do Matopiba, criando uma nova alternativa logística para o escoamento da produção regional em direção ao Porto Sul, em Ilhéus.
Para o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Sampaio, a FICO demonstra o potencial da atuação conjunta entre o poder público e a iniciativa privada para acelerar investimentos estruturantes.

“Em pouco tempo já é possível perceber o avanço das obras e a transformação que esse empreendimento representa para a infraestrutura brasileira. Esse resultado é fruto do trabalho conjunto entre o Ministério dos Transportes, a ANTT, a Infra S.A. e a iniciativa privada, que transformou uma política pública em uma obra capaz de gerar desenvolvimento, emprego e competitividade para o Brasil,” explicou Sampaio.

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Leilões ferroviários

O Corredor Leste-Oeste integra a carteira ferroviária estruturada pelo Ministério dos Transportes para os próximos anos. Em novembro de 2025, a pasta lançou a primeira Política Nacional de Outorgas Ferroviárias e apresentou a maior carteira ferroviária da história recente do país.

Ao todo, estão previstos oito leilões ferroviários, que somam mais de 9 mil quilômetros de extensão e têm potencial para atrair cerca de R$ 160 bilhões em investimentos, com projeção de movimentar até R$ 600 bilhões ao longo do ciclo de implantação e operação dos empreendimentos.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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