Política Nacional

Alagoas elege Arthur Lira e Marina JHC para o Senado

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Os alagoanos elegeram como senadores o atual deputado Arthur Lira (PP-AL) e Marina JHC, ex-primeira-dama de Maceió. Com 98,3% dos votos, Lira alcançou 28,8%, com 929.940 votos, e Marina JHC chegou a 28,2%, com 908.604 votos.

Arthur César Pereira de Lira será senador pela primeira vez. Advogado de formação, elegeu-se pela primeira vez aos 23 anos, como vereador (1992). Deixou o cargo para tomar posse como deputado estadual em 1999. Ocupou a cadeira até ser eleito em 2010 para a Câmara dos Deputados — cargo que ocupa desde então. Foi presidente da Câmara dos Deputados de 2021 ao início de 2025.

Lira também é empresário e agropecuarista. Seus suplentes são o médico e ex-secretário de Saúde de Maceió, Luiz Romero Farias (PL), e o dirigente esportivo Gustavo Dantas Feijó (PP), que hoje atua na Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Com a eleição ao Senado, Marina Antunes Candia e Figueiredo ocupará seu primeiro cargo eletivo. Nascida em 1990, em Cuiabá (MT), Marina se formou em administração. Casada com o recém-eleito governador de Alagoas, João Henrique Caldas (o JHC), Marina Candia foi primeira-dama de Maceió de 2021 ao início de 2026.

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A primeira suplente de Marina Candia é a atual senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), mãe de JHC, que ocupou como suplente a vaga deixada pela renúncia do ex-senador Rodrigo Cunha (AL).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Bahia escolhe Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado

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A Bahia elegeu Rui Costa (PT) para seu primeiro mandato no Senado e reelegeu Jaques Wagner (PT). Os dois ocuparão as vagas do estado em disputa nas eleições de 2026. Com 98,4% das urnas apuradas, Rui Costa chegou a 4.252.226  milhões de votos, equivalentes a 30% dos votos válidos. Jaques Wagner alcançou 3.907.885 milhões de votos, ou 27,6% dos votos válidos.

Rui Costa dos Santos nasceu em Salvador, em 1963. Economista formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), também fez curso técnico em Instrumentação Industrial pela Escola Técnica Federal da Bahia. Trabalhou como economista e técnico do Polo Petroquímico de Camaçari e foi dirigente sindical antes de ocupar cargos públicos.

Foi vereador de Salvador, secretário de Relações Institucionais e secretário da Casa Civil da Bahia. Eleito deputado federal em 2010, deixou o mandato durante parte do período para integrar o governo estadual. Em 2014, foi eleito governador da Bahia e, em 2018, reeleito no primeiro turno. Em 2023, assumiu como ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, cargo que ocupou até abril de 2026. Seus suplentes são Ronaldo Carletto (Avante) e Jailma Dantas Gama Alves (PT).

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Reeleito para o Senado, Jaques Wagner nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 1951. Foi técnico de manutenção na indústria petroquímica e dirigente sindical. Na política, exerceu três mandatos de deputado federal pela Bahia, entre 1991 e 2003, e comandou os ministérios do Trabalho e Emprego e das Relações Institucionais.

Wagner foi governador da Bahia entre 2007 e 2014. Em 2015, foi ministro da Defesa e, depois, ministro-chefe da Casa Civil. Eleito senador pela Bahia em 2018, foi líder do governo no Senado entre 2023 e junho de 2026. Seus suplentes são Marcelo Guimarães Filho (Podemos) e Edylene Ferreira (Republicanos).

Entre os projetos apresentados por Wagner no Senado estão o que aprimorou a destinação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), convertido em lei em 2025, e o que autorizou o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações em operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), transformado em lei em 2026. Wagner também apresentou projeto que institui o Plano Nacional de Bioeconomia e Restauração do Bioma Caatinga.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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