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“A II CNT reafirma o diálogo social como caminho para construir políticas públicas e fortalecer os direitos dos trabalhadores”, afirma Marcos Perioto

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A programação da II Conferência Nacional do Trabalho avançou na quarta-feira, 4 de março, com uma série de reuniões estratégicas voltadas ao aprofundamento das discussões entre representantes de trabalhadores, empregadores e governo. Os encontros tiveram como objetivo organizar propostas e alinhar posições sobre os principais temas em debate durante a conferência.

Entre os momentos centrais da agenda esteve a reunião individual das bancadas, realizada separadamente por cada segmento. Nesses encontros, trabalhadores, empregadores e representantes do governo discutiram internamente prioridades, avaliaram propostas apresentadas e buscaram construir consensos que irão orientar as deliberações coletivas.

Também ocorreram reuniões simultâneas dos oito Grupos Temáticos (GTs), espaços voltados ao aprofundamento das discussões sobre diferentes aspectos das relações de trabalho. Nos grupos, delegados e especialistas analisaram desafios atuais do mundo do trabalho, compartilharam experiências e elaboraram contribuições que poderão subsidiar a formulação de políticas públicas.

Paralelamente, foram realizadas reuniões específicas entre representantes de empregadores e trabalhadores, organizadas em oito grupos correspondentes aos temas debatidos na conferência. Esses encontros permitiram que cada segmento discutisse as propostas em pauta e consolidasse posicionamentos antes das etapas finais de deliberação.

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Para o secretário de Relações do Trabalho do MTE e coordenador da II CNT, Marcos Perioto, as atividades do dia foram fundamentais para fortalecer o processo de diálogo social promovido pela conferência.

“Essas reuniões são essenciais porque permitem que cada segmento aprofunde o debate, organize suas contribuições e construa consensos. É nesse momento que conseguimos qualificar as propostas que serão levadas para a plenária, fortalecendo o diálogo entre trabalhadores, empregadores e governo no âmbito da II Conferência Nacional do Trabalho”, destacou.

Perioto também ressaltou o papel político da conferência na construção de uma agenda nacional voltada ao mundo do trabalho.

“A II Conferência Nacional do Trabalho reafirma o diálogo social como um instrumento fundamental para a construção de políticas públicas que respondam aos desafios atuais do país. Quando trabalhadores, empregadores e governo participam juntos desse processo, fortalecemos a democracia, ampliamos a participação social e avançamos na construção de um modelo de desenvolvimento que valorize o trabalho e promova inclusão”, afirmou.

A programação da II Conferência Nacional do Trabalho segue nesta quinta-feira, 5 de março, com a realização da plenária final, quando serão apresentadas e consolidadas as propostas debatidas ao longo da conferência. O encontro reunirá os participantes para a deliberação das diretrizes que irão compor o documento final do evento.

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Saiba mais sobre a  II Conferência Nacional do Trabalho aqui.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Integração entre União e forças de segurança amplia execução do Brasil Contra o Crime Organizado

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Brasília, 14/6/2026 – O avanço do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado em 12 de maio, tem sido marcado pela atuação conjunta entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), forças federais e instituições estaduais de segurança pública. Desde o lançamento da iniciativa, o Governo Federal tem ampliado o diálogo com os órgãos responsáveis pela execução das políticas de segurança nos estados, buscando alinhar estratégias, compartilhar informações e fortalecer a capacidade operacional das equipes que atuam no enfrentamento ao crime organizado.

A integração entre União e estados é um dos pilares do programa, que reúne ações voltadas à descapitalização das facções criminosas, ao combate ao tráfico de drogas e armas, ao fortalecimento do sistema prisional, ao aprimoramento da investigação criminal e à ampliação da inteligência policial.

Nos primeiros 30 dias de execução, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado mobilizou 9.964 profissionais de segurança pública em 11 operações integradas realizadas em todo o País. As ações resultaram em 7.961 prisões, na apreensão de 82,5 toneladas de drogas, 312 armas de fogo, 44 armas artesanais, 20.686 munições e 2,5 kg de explosivos, além de prejuízo estimado de R$ 1,6 bilhão às organizações criminosas.

Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, a participação das forças estaduais e federais é essencial para que as ações tenham continuidade e alcance nacional. “A integração federativa não é apenas desejável — ela é condição para resultados duradouros. O enfrentamento ao crime organizado exige união entre instituições, compartilhamento de informações e valorização dos profissionais que estão diariamente nas ruas”, afirmou.

Aproximação com polícias estaduais
Como parte desse esforço de integração, o MJSP tem ampliado a interlocução com os colegiados que representam as forças estaduais de segurança pública.

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O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG) passou a integrar uma agenda permanente de diálogo com o MJSP, com o objetivo de discutir estratégias operacionais, demandas institucionais e ações de fortalecimento das polícias militares em todo o País.

A aproximação também ocorre com as polícias civis. Recentemente, foi criado o Conselho Nacional da Polícia Civil, iniciativa voltada à ampliação da articulação entre as instituições e ao fortalecimento da cooperação nacional em temas como investigação criminal, inteligência e combate às organizações criminosas.

A construção conjunta de políticas públicas busca aproximar o planejamento nacional da realidade enfrentada diariamente pelos estados, permitindo que as ações do programa sejam executadas de forma coordenada.

Fortalecimento das forças federais
No âmbito das forças vinculadas ao MJSP, a integração também avançou com a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Penal Federal.

Na última sexta-feira (12), o ministro Wellington Lima reuniu os dirigentes das três forças federais vinculadas ao Ministério da Justiça e Segurança Pública para reforçar a atuação integrada no âmbito do Programa Brasil Contra o Crime Organizado. O encontro deu continuidade a uma agenda permanente de coordenação institucional, que prevê reuniões periódicas para o alinhamento de estratégias e o aperfeiçoamento das ações conjuntas.

A Polícia Federal mantém operações contínuas contra grupos criminosos em diferentes regiões do País, enquanto a Polícia Rodoviária Federal atua no combate ao transporte de drogas, armas e outros ilícitos. A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) desenvolve ações para ampliar o controle das unidades prisionais e impedir a atuação de lideranças criminosas a partir dos presídios.

Apoio e valorização dos profissionais
Além das ações operacionais, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado também prevê investimentos na estrutura e na capacitação dos profissionais que atuam na segurança pública.

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Nos últimos 30 dias, a Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (DSusp) promoveu cursos nas áreas de comparação balística, papiloscopia e cadeia de custódia, capacitando 131 profissionais de diferentes unidades da Federação. As iniciativas receberam investimento de R$ 244,3 mil.

O programa também destinou R$ 116,9 mil para a aquisição de sete freezers científicos voltados ao fortalecimento da estrutura pericial em unidades de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Outro avanço institucional foi o reconhecimento do MJSP como Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT). A medida permite ampliar parcerias, desenvolver pesquisas e transformar dados e conhecimento técnico em soluções aplicadas à segurança pública.

O reconhecimento também recebeu avaliação positiva de entidades ligadas à perícia oficial, que destacaram a importância da aproximação entre ciência, tecnologia e segurança pública para aprimorar a produção de provas e a investigação criminal.

Investimentos para ampliar capacidade operacional
O Programa Brasil Contra o Crime Organizado possui previsão de R$ 11,1 bilhões em investimentos e reúne iniciativas voltadas à estruturação das forças de segurança, à modernização tecnológica, à inteligência, ao sistema prisional e à cooperação entre os entes federativos.

Entre as ações já executadas estão investimentos em capacitação, equipamentos periciais, operações integradas e apoio ao emprego da Força Nacional de Segurança Pública.

A valorização dos profissionais e o fortalecimento da cooperação institucional fazem parte da estratégia do programa para ampliar a capacidade do Estado brasileiro no enfrentamento às organizações criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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