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Aberturas de mercado para o Brasil no Líbano e na Tanzânia

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O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias com os governos do Líbano e da Tanzânia que permitirão ao Brasil exportar diversos produtos do agronegócio para aqueles países.

No Líbano, as autoridades sanitárias autorizaram o Brasil a exportar bovinos e bubalinos vivos para reprodução. Em 2024, o Líbano importou mais de USD 195 milhões em gado vivo, de diversos países. Esta nova abertura de mercado fortalece a posição comercial do Brasil, que, no mesmo ano, exportou cerca de USD 432 milhões em produtos agropecuários para o Líbano, com destaque para carnes, complexo sucroalcooleiro e café.

Na Tanzânia, as autoridades locais autorizaram o Brasil a exportar os seguintes gêneros de produtos: produtos cárneos e termoprocessados de aves, bovinos, ovinos, caprinos e suínos; material genético avícola (ovos férteis e pintos de um dia); material genético bovino (embriões in vivo e in vitro); e bovinos vivos para reprodução. Com população de 68 milhões de habitantes e trajetória de crescimento econômico, a Tanzânia representa oportunidades futuras de negócio para os produtores brasileiros. Em 2024, a Tanzânia importou cerca de USD 31 milhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para o setor sucroalcooleiro.

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Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 486 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Informação à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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FAO en Alter do Chão: Gobierno de Brasil participa en los debates sobre el sector de la acuicultura

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El Ministerio de Pesca e Aquicultura (MPA) estuvo presente este lunes (10) en Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), representado por el ministro Edipo Araujo. Él participó en el evento organizado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), con el apoyo de INFOPESCA y la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esta es la primera vez que este evento se realiza en el municipio.

El ministro participó en el taller “Estado y perspectivas futuras de las principales especies de peces comerciales cultivadas en la cuenca amazónica”. La iniciativa busca intercambiar conocimientos técnicos actualizados, analizar desafíos comunes y explorar oportunidades de cooperación regional enfocadas en el desarrollo sostenible de la acuicultura de especies nativas. El enfoque abarca especies nativas de alto valor productivo y comercial, como el tambaqui (Colossoma macropomum), el pirarucú (Arapaima gigas), el pacú y el paco (Piaractus spp.), el matrinxã (Brycon spp.), el bagre amazónico (Pseudoplatystoma spp.), así como variedades híbridas.

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FAO
FAO

Foto: Cláudio Braga

En consecuencia, el taller contribuye a la elaboración de recomendaciones para el sector. “Actualmente, la acuicultura brasileña alcanza alrededor de 882,3 mil toneladas anuales, superando la producción de la pesca extractiva, que registra aproximadamente 485,7 mil toneladas por año. Estas cifras indican la creciente participación de la actividad acuícola en la oferta de pescado, en la conservación de los stocks pesqueros naturales, en la seguridad alimentaria y nutricional, en el desarrollo regional y en la generación de ingresos para las familias, especialmente para las mujeres, destacó Edipo.

 

Por la tarde, el ministro participó en una mesa redonda en la Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), donde se abordaron temas relacionados con las políticas públicas y las perspectivas para la pesca y la acuicultura. La agenda también incluyó una visita técnica al Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), campus de Santarém.

Leia a versão em Português aqui.

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Ana Célia Costa 

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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